Rua Hamilton Prado 401-A, sala 2 contato@fixcompliance.com.br 11 95276-4331 CNPJ 51.933.417/0001-48
5,026 avaliações no GoogleVer avaliaçõesAvaliar no Google
Fix Compliance Contabilidade e assessoria empresarial
Agendar conversa
Contabilidade · Planejamento contábil

Planejamento contábil e tributário integrado: decida o regime olhando o negócio inteiro, e não só a alíquota

Decisão tributária sem informação contábil confiável pode levar a conclusões erradas. A análise integrada cruza os números da contabilidade com as regras tributárias antes de cada decisão.

Mesa de simulação ilustrativo

Receita
Custos
Folha
Margem
Créditos
Regime que faz sentidodepende dos números
MÓD 01

Planejamento tributário não deveria começar por “qual regime paga menos?”

Antes de comparar alíquotas, é preciso entender como a empresa gera receita, quais são seus custos e quanto sobra no fim. Essas respostas vêm, em grande parte, da contabilidade.

Antes da pergunta sobre o regime, é necessário compreender:

  • Como a empresa gera receita
  • Quais são seus custos
  • Qual é sua margem
  • Quais despesas existem
  • Como o patrimônio está estruturado
  • Quais operações são realizadas
  • Como os sócios retiram recursos
  • Quais investimentos estão planejados
  • Quais tributos incidem sobre cada atividade

Por isso, planejamento contábil e planejamento tributário funcionam melhor quando analisados de forma integrada. O objetivo é estruturar a empresa de maneira coerente com a sua realidade econômica e tributária, sem soluções artificiais e sem promessa de economia garantida.

Contabilidade e tributação conectadas por decisões integradasCONTABILIDADEReceitas e custosMargem e resultadoPatrimônioOperações realizadasTRIBUTAÇÃORegime e baseCréditos e retençõesFolha e encargosObrigaçõesDECISÕESINTEGRADASRegimeSócios e lucrosInvestimentosReorganizaçõesSem números confiáveis,a decisão tributária perde base
A contabilidade fornece os números; a tributação aplica as regras; as decisões integradas dependem das duas.
MÓD 02

O que é Planejamento Contábil e Tributário Integrado

É uma análise conjunta das informações contábeis e das regras tributárias aplicáveis à empresa. Na prática, pode envolver:

  • Revisão da estrutura contábil
  • Análise do regime tributário
  • Projeção de receitas
  • Análise de margens
  • Custos e despesas
  • Revisão de créditos tributários
  • Folha e pró-labore
  • Distribuição de lucros
  • Investimentos
  • Operações societárias
  • Reorganizações
  • Obrigações acessórias

A ideia é evitar que decisões tributárias sejam tomadas sem conhecer os números que efetivamente sustentam a empresa. Veja também a página sobre Planejamento Contábil.

MÓD 03

Não é apenas escolher entre Simples, Presumido e Real

A escolha do regime é importante, mas representa apenas uma parte do trabalho. Um planejamento mais completo também analisa:

  • Forma de faturamento
  • Natureza das receitas
  • Estrutura de custos
  • Créditos
  • Retenções
  • Folha de pagamento
  • Investimentos
  • Financiamento
  • Movimentações societárias
  • Distribuição de resultados
Alíquota aparente versus o negócio inteiroAlíquotao que se vêO que decide de verdadeBase efetivaCréditos e retençõesFolha e encargosTributos fora do regimeObrigações e controlesDuas empresas com omesmo faturamento podemter estruturas muitodiferentesFaturamento isolado nãodeveria ser o únicocritério de decisão
Duas empresas com o mesmo faturamento podem ter estruturas completamente diferentes. A alíquota é só a parte visível.
Faturamento isolado não decide

Antes de comparar regimes, é preciso conhecer o negócio: faturamento histórico, projeção, atividade, folha, despesas, margem, localização, tipos de clientes, operações interestaduais, retenções e investimentos previstos. Sem isso, a comparação tende a ser superficial.

MÓD 04

A contabilidade fornece a base da análise tributária

No Lucro Real, a relação é especialmente evidente. Segundo a Receita Federal, a base da CSLL, por exemplo, parte do resultado contábil do período, ajustado pelas adições, exclusões e compensações previstas na legislação.

A ECF existe justamente para informar as operações que influenciam a composição da base de cálculo e o valor devido de IRPJ e CSLL.

Resultadocontábil
Ajustesadições, exclusões, compensações
Basefiscal de IRPJ e CSLL
EntregaECF

Contabilidade e tributação não funcionam como universos separados.

Fonte oficial · Receita Federal

Escrituração Contábil Fiscal (ECF): serviço oficial de entrega.

Abrir fonte ↗

Fonte oficial · Planalto

Lei 12.973/2014: ajustes à base do IRPJ e da CSLL.

Abrir lei ↗

Seu regime foi escolhido com base nos números ou só na alíquota?

Cruzamos contabilidade e tributação para comparar as alternativas.

MÓD 05

Comparador de regimes: cada um tem uma lógica de base

Clique em cada regime para ver o que olhar antes de decidir. A comparação precisa considerar a alíquota aparente e também base efetiva, créditos, folha, tributos fora do regime, obrigações e custos administrativos.

Simples Nacional nem sempre significa menor carga tributária

Facilita diversos procedimentos e unifica tributos em determinadas situações, mas não é sempre o regime economicamente mais adequado.

Comparar comLucro Presumido e Lucro Real
Olhar além da alíquotabase efetiva, créditos, folha, tributos fora do regime
Também pesaobrigações e custos administrativos
Pergunta-chavecompensa para a minha atividade, estrutura e faturamento?

Fonte oficial · Planalto

Lei Complementar 123/2006: Estatuto da Microempresa e do Simples Nacional.

Abrir lei ↗

Lucro Presumido também precisa ser analisado além da alíquota

IRPJ e CSLL usam percentuais legais de presunção sobre determinadas receitas. Pode ser interessante para algumas empresas.

Considerarmargem efetiva, atividade, adicionais
Tributos à partePIS e Cofins, ISS ou ICMS
Também pesafolha e retenções
Cuidadoempresa com margem reduzida pode ter resultado muito diferente do presumido

Fonte oficial · Planalto

Lei 9.249/1995: percentuais de presunção do IRPJ e da CSLL.

Abrir lei ↗

Lucro Real exige contabilidade especialmente consistente

O resultado contábil é ajustado conforme as regras fiscais. Nesse regime, o planejamento contábil não é só uma ferramenta gerencial: ele está diretamente conectado à apuração tributária.

Erros que alteram a basereceitas, despesas, provisões, depreciações, custos
Tambémclassificação contábil
Depende decontabilidade consistente e conciliada
Pergunta-chaveminha contabilidade sustenta a apuração?

Fonte oficial · Receita Federal

ECF: informa as operações que compõem a base de IRPJ e CSLL.

Abrir fonte ↗

Três regimes, três lógicas de baseSIMPLES NACIONALBASEReceita brutaRegime unificado, com regraspróprias de enquadramentoAlíquota efetiva por faixaTributos unificadosAtenção: o que fica foraCompensa para a minhaestrutura?LUCRO PRESUMIDOBASEReceita × presunçãoIRPJ e CSLL sobre percentuallegal da receitaMargem efetiva × presumidaPIS e Cofins, ISS ou ICMSAdicionais e retençõesA margem real é parecida coma presumida?LUCRO REALBASEResultado contábil ajustadoIRPJ e CSLL sobre oresultado, com adições eexclusõesContabilidade consistenteProvisões e depreciaçõesCréditos e compensaçõesMinha contabilidade sustentaa apuração?
Três lógicas de base. A escolha precisa ser simulada com os números da empresa, não presumida.
MÓD 06

Simulador de cenários: entender as consequências antes da decisão

Uma boa análise compara cenários. Escolha um deles para ver a pergunta que ele responde:

Cenário atual

Quanto a empresa recolheria mantendo sua estrutura? É o ponto de partida para comparar todos os demais.

Cenário de crescimento

O que acontece se o faturamento aumentar? Estratégias adequadas para uma pequena operação podem deixar de funcionar quando o negócio ganha escala.

Cenário com nova folha

Como novas contratações alteram os números? Uma simulação que ignora a estrutura de pessoal produz resultado incompleto.

Cenário de investimento

Como novos ativos afetam depreciação, resultado e tributação? Planejar antes da aquisição permite visualizar os impactos.

Cenário de mudança de regime

Qual seria o impacto global? Considere tributos, créditos, folha, obrigações e custo de conformidade, e não só a alíquota.

Cenários comparados antes da decisãoPREMISSASfaturamento · margem · folha · investimentosAtualmantém a estruturaresultado ilustrativoCrescimentofaturamento soberesultado ilustrativoNova folhacontrataçõesresultado ilustrativoInvestimentonovos ativosresultado ilustrativoMudança de regimeimpacto globalresultado ilustrativoO objetivo é entender as consequências antes da decisão, e não depois
Mesmas premissas, cinco desfechos. As alturas são meramente ilustrativas: cada empresa tem seus próprios números.
MÓD 07

Planejar não significa simplesmente pagar menos imposto

O objetivo é encontrar uma estrutura legalmente adequada à realidade empresarial. Uma alternativa que aparentemente reduz tributos pode trazer outros efeitos:

  • Maior complexidade
  • Novas obrigações
  • Perda de créditos
  • Custo operacional maior
  • Riscos fiscais

Economia legítima pode vir de

  • Escolha adequada do regime
  • Utilização de créditos permitidos
  • Aproveitamento de retenções
  • Classificação correta de operações
  • Benefícios previstos em lei
  • Organização societária compatível

Não deve depender de

  • Ocultação de receitas
  • Despesas inexistentes
  • Documentos artificiais
  • Simulação de operações
Dentro da legislação

Economia tributária precisa ter fundamento. A decisão deve considerar o conjunto da operação, e não apenas o número que aparece no cálculo.

Quer comparar cenários com os números da sua empresa?

Analisamos a contabilidade, simulamos alternativas e indicamos o caminho com fundamento.

MÓD 08

Cadastro, forma de faturamento e folha também entram na conta

Muitos problemas tributários não começam no cálculo final. Começam no cadastro e na compreensão da origem do faturamento.

Cadastro correto

Atividade, produto, serviço, classificação fiscal, natureza de operação, município e estabelecimento influenciam diretamente a tributação.

Uma parametrização incorreta pode reproduzir o mesmo erro durante meses.

Forma de faturamento

Serviços, comércio, licenciamento, locação, comissões, receitas financeiras e outras atividades podem ter tratamentos diferentes.

O planejamento precisa conhecer de onde vem o faturamento.

Folha de pagamento

Dependendo do regime e da atividade, a folha produz efeitos relevantes: empregados, pró-labore, encargos e crescimento previsto da equipe.

MÓD 09

Pró-labore e distribuição de lucros fazem parte da análise

A relação financeira entre empresa e sócios precisa estar organizada. É importante diferenciar:

Naturezas das movimentações entre empresa e sócioEMPRESAresultado contábilPró-laboreremuneração pelo trabalhoSÓCIODistribuição de lucrosretorno do capital · exige resultadoSÓCIOEmpréstimoprecisa de contrato e registroSÓCIOAdiantamentoantecipa algo a acertarSÓCIOReembolsodevolve gasto da empresaSÓCIO
Cada movimentação tem uma natureza. Misturá-las dificulta a contabilidade e o planejamento.

A distribuição de lucros também depende da existência de resultado contábil que a sustente. Por isso, o planejamento tributário dos sócios e o planejamento contábil da empresa estão relacionados. Veja também Pareceres Contábeis e Consultoria.

MÓD 10

Investimentos e financiamento alteram resultado e tributação

Uma empresa que pretende adquirir máquinas, veículos, imóveis, equipamentos ou tecnologia pode enfrentar impactos contábeis e tributários. Pode ser necessário avaliar:

  • Reconhecimento do ativo
  • Depreciação
  • Financiamento
  • Créditos tributários
  • Fluxo financeiro

Financiamento e capital próprio produzem efeitos diferentes

Usar recursos próprios ou financiar um investimento pode afetar:

  • Caixa
  • Endividamento
  • Despesas financeiras
  • Resultado
  • Indicadores
  • Tributação
Planejar antes de adquirir

Simular o impacto antes da compra permite escolher a alternativa com mais informação.

MÓD 11

Reorganizações, crescimento, filiais e vários Estados

Mudanças na estrutura do negócio produzem efeitos contábeis, fiscais e jurídicos. O ideal é avaliá-los antes da execução.

Reorganizações societárias

  • Entrada ou saída de sócio
  • Aumento ou redução de capital
  • Criação de holding
  • Incorporação e cisão

Crescimento empresarial

  • Faturamento e regime
  • Estrutura fiscal e folha
  • Unidades e obrigações
  • Necessidade de controles

Filiais e novas unidades

  • ICMS e ISS
  • Obrigações estaduais e municipais
  • Centros de custo
  • Distribuição de despesas

Atuação em vários Estados

  • ICMS e DIFAL
  • Substituição tributária
  • Inscrições estaduais
  • Obrigações específicas

Vai crescer, abrir unidade ou reorganizar a empresa?

Avaliamos os efeitos contábeis e tributários antes da execução.

MÓD 12

Obrigações acessórias, conciliação e os cruzamentos da Receita

Não basta analisar quanto será pago. Um regime ou operação também pode exigir novas escriturações, declarações, controles e processos internos. Esse custo de conformidade precisa entrar na decisão. Veja a página sobre Obrigações Acessórias no Planejamento.

Contabilidade e fiscal precisam ser conciliados

Informações tributárias não devem ficar separadas dos registros contábeis. Confira sempre a cadeia abaixo; diferenças entre as etapas podem indicar problemas.

Cadeia de conciliação e cruzamentos da ReceitaTributoapuradoObrigaçãotransmitidaPagamentorealizadoRegistrocontábilCRUZAMENTOS ELETRÔNICOS DA RECEITAECF × DCTF/DCOMP e outras basesDiferença entre as etapas = sinal de alertainvestigar antes que vire notificação
Tributo apurado, obrigação transmitida, pagamento e registro contábil precisam contar a mesma história.

A Receita utiliza cruzamentos eletrônicos entre diferentes obrigações. A Malha Fiscal Digital compara informações da ECF com outras bases para identificar possíveis insuficiências de declaração e recolhimento de IRPJ e CSLL. A Receita também pode identificar divergências entre a forma de apuração informada na ECF e a usada em pedidos de compensação.

Consistência é proteção

Isso reforça a necessidade de consistência entre contabilidade, tributação e declarações.

Fonte oficial · Receita Federal · notícia reproduzida

Ação de conformidade da Receita: insuficiência de declaração e recolhimento de IRPJ/CSLL (ECF × DCTF/DCOMP).

Ler notícia ↗

MÓD 13

Revisão periódica e Reforma Tributária: planejamento não é decisão permanente

Uma análise feita em um ano pode deixar de ser adequada no seguinte. Mudanças podem ocorrer em faturamento, margem, atividade, equipe, legislação, regime e estrutura societária.

Revisão contínua ao longo do anoJANFEVMARABRMAIJUNJULAGOSETOUTNOVDEZACOMPANHAMENTO AO LONGO DO ANOfaturamentomargemtributoscréditosdespesasprojeçõesSÓ EM DEZEMBROpouco espaço2026 · TRANSIÇÃOIBS e CBS, novos documentos e sistemas2027 · SIMPLES AJUSTADOnovas regras e calendário de opção
Acompanhar ao longo do ano permite avaliar mudanças com antecedência; esperar dezembro reduz as decisões ainda possíveis.

A Reforma Tributária torna a revisão ainda mais importante

O Brasil está em período de transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo. Em 2026, empresas e profissionais já passam por adaptações relacionadas ao IBS e à CBS, inclusive com novos documentos fiscais, sistemas e procedimentos de conformidade.

O Simples Nacional também está sendo ajustado às novas regras, com mudanças que produzem efeitos especialmente a partir de 2027. Para 2027, o calendário de opção deixou de seguir exatamente a lógica tradicional de janeiro e foi antecipado para o segundo semestre de 2026.

Confira o prazo vigente

Os prazos de opção pelo Simples Nacional para 2027 e de escolha do modelo de recolhimento do IBS e da CBS são fixados por resolução do Comitê Gestor. Confirme as datas atualizadas no Portal do Simples Nacional antes de decidir.

Fonte oficial · Receita Federal · CGSN

Portal do Simples Nacional: opção, prazos e regras atualizadas.

Abrir portal ↗

Fonte oficial · Planalto

Lei Complementar 214/2025: IBS, CBS e regras da transição.

Abrir lei ↗

MÓD 14

Como funciona o planejamento integrado: dez etapas

O trabalho pode envolver diferentes etapas, do diagnóstico ao acompanhamento:

Roteiro em dez etapas1Diagnóstico2Revisãocontábil3Revisãotributária4Análisehistórica5Projeção6Simulação7Pontosde melhoria8Análisedos sócios9Planode ação10AcompanhamentoA etapa 10 realimenta o diagnóstico: planejamento não é decisão permanente
Roteiro em dez etapas, com acompanhamento contínuo ao final.
  1. Diagnóstico empresarialAtividade, estrutura, faturamento, regime e operação
  2. Revisão contábilBalancetes, demonstrações, plano de contas, custos, despesas e patrimônio
  3. Revisão tributáriaPrincipais tributos e critérios utilizados
  4. Análise históricaComportamento da empresa nos últimos períodos
  5. ProjeçãoFaturamento, despesas, folha, investimentos e resultado
  6. Simulação de cenáriosComparação entre estruturas e regimes, quando aplicável
  7. Pontos de melhoriaCréditos, classificações, processos, cadastros e obrigações
  8. Análise dos sóciosPró-labore, lucros e demais movimentações relevantes
  9. Plano de açãoMedidas que precisam ser implementadas
  10. AcompanhamentoRevisão periódica de resultados e premissas
MÓD 15

Como a FIX Compliance atua

A FIX pode ajudar a integrar planejamento contábil e análise tributária. Conforme a necessidade, o trabalho envolve:

  • Diagnóstico contábil e fiscal
  • Revisão das demonstrações
  • Análise do regime tributário
  • Simulação de cenários
  • Projeção de faturamento e resultado
  • Análise de custos e despesas
  • Revisão de créditos tributários
  • Análise de folha e pró-labore
  • Planejamento de distribuição de lucros
  • Análise de investimentos
  • Revisão das obrigações acessórias
  • Acompanhamento da Reforma Tributária
  • Suporte em operações societárias
  • Revisão periódica do planejamento

Quando a situação envolver questões jurídicas, societárias ou tributárias mais complexas, a análise pode ser feita de forma integrada com as áreas correspondentes.

Para quem é indicado

  • Empresas em crescimento
  • Revisão do regime
  • Faturamento em alta
  • Margem variável
  • Investimentos relevantes
  • Novas contratações
  • Mais de uma atividade
  • Vários Estados ou Municípios
  • Reorganização societária
  • Distribuição de lucros
  • Preparação para a Reforma
  • Contabilidade estratégica
MÓD 16

Sua empresa escolhe a tributação olhando só a alíquota ou o negócio inteiro?

Uma análise integrada busca responder:

  • Quanto a empresa fatura?
  • Quanto efetivamente ganha?
  • Quais custos e despesas possui?
  • Quais créditos podem ser utilizados?
  • Qual é o peso da folha?
  • Quais investimentos estão previstos?
  • Como os sócios recebem recursos?
  • Quais mudanças tributárias estão chegando?

É a combinação dessas informações que permite comparar alternativas de forma mais consistente.

MÓD 17

Perguntas frequentes sobre planejamento contábil e tributário

O que é planejamento contábil e tributário integrado?

É uma análise conjunta das informações contábeis e das regras tributárias da empresa. Em vez de decidir o regime olhando só a alíquota, cruza receitas, custos, margem, folha, investimentos e movimentações dos sócios para estruturar o negócio de forma coerente com a sua realidade.

Qual regime tributário paga menos imposto?

Não existe resposta única. Depende da atividade, do faturamento, da margem, da folha, dos créditos e dos tributos fora do regime. Por isso a comparação precisa partir dos números da empresa, e não de uma alíquota isolada.

Simples Nacional é sempre mais barato?

Não necessariamente. Ele facilita procedimentos e unifica tributos em certas situações, mas, dependendo de atividade, estrutura e faturamento, pode ser necessário comparar com Lucro Presumido e Lucro Real, considerando base efetiva, créditos, folha e custos administrativos.

O que deve ser analisado no Lucro Presumido?

IRPJ e CSLL usam percentuais legais de presunção sobre determinadas receitas. Vale comparar a margem efetiva com a presumida e considerar adicionais, PIS e Cofins, ISS ou ICMS, folha e retenções. Empresa com margem reduzida pode ter resultado bem diferente do presumido.

Por que o Lucro Real exige contabilidade consistente?

Porque o resultado contábil é ajustado conforme as regras fiscais. Erros em receitas, despesas, provisões, depreciações, custos ou classificação contábil podem alterar a base tributária.

Como funciona a simulação de cenários?

Compara-se o cenário atual com alternativas, como crescimento do faturamento, nova folha, investimento e mudança de regime. O objetivo é entender o impacto global antes de decidir, considerando tributos, créditos, obrigações e custo de conformidade.

Planejamento tributário é o mesmo que pagar menos imposto?

Não. O objetivo é encontrar uma estrutura legalmente adequada à realidade da empresa. Uma alternativa que reduz tributos na aparência pode trazer complexidade, novas obrigações, perda de créditos e riscos fiscais. Economia legítima precisa de fundamento.

Qual é a relação entre pró-labore, lucros e planejamento?

É preciso diferenciar remuneração pelo trabalho, retorno do capital, empréstimos, adiantamentos e reembolsos. A distribuição de lucros também depende de resultado contábil que a sustente, o que liga o planejamento dos sócios à contabilidade da empresa.

Como investimentos e financiamentos entram na análise?

Aquisição de máquinas, veículos, imóveis, equipamentos ou tecnologia afeta reconhecimento do ativo, depreciação, créditos e fluxo financeiro. Financiar ou usar capital próprio altera caixa, endividamento, despesas financeiras, resultado e tributação.

Reorganizações societárias devem ser planejadas antes?

Sim, o ideal é avaliar os efeitos contábeis, fiscais e jurídicos antes da execução. Entrada ou saída de sócio, aumento ou redução de capital, holding, incorporação e cisão são exemplos.

O que a Receita cruza entre ECF e outras declarações?

A Receita realiza cruzamentos eletrônicos. A Malha Fiscal Digital compara informações da ECF com outras bases para identificar possíveis insuficiências de declaração e recolhimento de IRPJ e CSLL, e também divergências entre a forma de apuração informada na ECF e a usada em pedidos de compensação.

A Reforma Tributária muda o planejamento?

Sim. O país está em transição para o novo modelo de tributação do consumo, com IBS e CBS, novos documentos fiscais e procedimentos. O Simples Nacional também está sendo ajustado, com mudanças que produzem efeitos especialmente a partir de 2027. O planejamento precisa considerar a transição, e não só as regras históricas.

Quando fazer o planejamento tributário?

Ao longo do ano, e não apenas em dezembro. O acompanhamento de faturamento, margem, tributos, créditos, despesas e projeções permite avaliar mudanças com antecedência, enquanto esperar o fim do ano reduz as decisões ainda possíveis.

Quais prazos valem para a opção pelo Simples Nacional em 2027?

Para 2027, a opção deixou de seguir a lógica tradicional de janeiro e passou para o segundo semestre de 2026, com prazos fixados por resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional. Confirme as datas atuais no Portal do Simples Nacional antes de decidir.

Como a FIX Compliance atua nesse planejamento?

A FIX faz diagnóstico contábil e fiscal, revisa demonstrações e regime, simula cenários, projeta faturamento e resultado, revisa créditos, folha, pró-labore e obrigações, analisa investimentos e operações societárias, acompanha a Reforma Tributária e revisa o planejamento periodicamente, integrando as áreas jurídica e tributária quando necessário.

MÓD 18

Serviços relacionados

Planejamento ContábilA página principal, com a visão geral do tema

Fechamento Contábil Mensal e AnualConciliações, saldos e balancetes confiáveis

Obrigações Acessórias no PlanejamentoMapa e calendário de entregas

Pareceres Contábeis e ConsultoriaAnálise técnica fundamentada

Reestruturação do Plano de ContasContas por natureza e centros de custo

Relatórios Gerenciais para Tomada de DecisãoInformação útil para a gestão

Apuração e Recuperação de TributosRevisão de créditos e apuração

Regularização Fiscal de PF e PJOrganização de pendências

Treinamento e Capacitação de EquipesEquipes preparadas para a rotina
MÓD 19

Fontes oficiais

As referências abaixo sustentam as regras citadas. Percentuais, prazos e enquadramento dependem do caso e mudam com a legislação: confirme antes de agir.

ECF — Escrituração Contábil FiscalServiço oficial · gov.br

Portal do Simples NacionalReceita Federal · CGSN

Lei Complementar 123/2006Estatuto da ME/EPP e Simples Nacional · Planalto

Lei Complementar 214/2025IBS, CBS e transição · Planalto

Lei 9.249/1995Presunção do IRPJ e da CSLL · Planalto

Lei 12.973/2014Base do IRPJ e da CSLL · Planalto

Ação de conformidade: insuficiência de IRPJ/CSLLComunicado da Receita reproduzido pela Fenacon

Conteúdo informativo, sem promessa de economia tributária. A análise de cada caso exige os documentos e os números da empresa.

Fale com a FIX Compliance

Revise sua estrutura contábil e tributária antes da próxima decisão

Nossa equipe analisa os números do negócio, revisa a forma de tributação, simula cenários e estrutura um acompanhamento integrado entre contabilidade, tributação e gestão.

DiagnósticoContábil, fiscal e do regime atual
SimulaçãoCenários antes da decisão
AcompanhamentoRevisão periódica e Reforma Tributária

Formulário

Prefere enviar uma mensagem?

Conte rapidamente o que sua empresa precisa sobre Planejamento Contábil e Tributário Integrado. Nossa equipe responde em horário comercial, de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Nome
Fale com a gente

Vamos conversar sobre o seu caso?

Preencha o formulário e um especialista da Fix Compliance entra em contato com você rapidinho — sem compromisso.

  • ✓Resposta em até 1 dia útil
  • ✓Atendimento direto com o especialista que resolverá seu problema

Envie sua mensagem

Todos os campos são obrigatórios.

Fale com a FIX