Elaboração de Matriz de Riscos Personalizada para o Negócio
Sua empresa já identificou os principais riscos. Mas consegue compará-los, priorizá-los e definir quais realmente exigem ação agora?
| A · Risco | B · Probabilidade | C · Impacto | D · Score | E · Dono | |
|---|---|---|---|---|---|
| 2 | |||||
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| 5 | |||||
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Saber que existem riscos é apenas o começo
A matriz organiza exposições e cria critérios para comparar.
Saber que existem riscos é apenas o começo.
Empresas podem identificar dezenas de exposições relacionadas a:
- Contratos
- Caixa
- Tributos
- Fornecedores
- Pessoas-chave
- Sistemas
- Propriedade intelectual
- Operação
- Compliance
O problema surge quando todas parecem igualmente importantes. Ou quando nenhuma possui:
- Responsável
- Prazo
- Plano de tratamento
É nesse ponto que uma Matriz de Riscos se torna útil.
Ela organiza as exposições e cria critérios para comparar:
- AImpacto
- BProbabilidade
- CControles existentes
- DRisco residual
- EPrioridade
Mas precisa ser personalizada.
O que é uma Matriz de Riscos?
É uma ferramenta utilizada para estruturar e classificar os principais riscos de uma organização.
Ela pode reunir informações como:
- Identificação do risco
- Causa
- Consequência
- Categoria
- Probabilidade
- Impacto
- Criticidade
- Controles existentes
- Responsável
- Plano de ação
O objetivo é transformar risco em informação de gestão
Sem matriz:
a empresa pode trabalhar apenas com percepções.
Por exemplo:
“isso parece grave”.
Com critérios definidos:
é possível comparar.
Mas Matriz de Riscos não é uma ciência exata
Esse ponto precisa ficar claro.
A ferramenta ajuda a:
- Organizar
- Priorizar
- Comunicar
Ela não consegue prever perfeitamente o futuro.
Não existe cálculo capaz de eliminar incerteza
Por isso, a matriz deve ser utilizada como instrumento de decisão.
Não como promessa matemática.
A matriz precisa nascer da operação
Não de um modelo copiado. A Matriz viva no topo mostra a diferença entre setores.
Uma matriz genérica pode ter pouca utilidade
Modelos prontos geralmente apresentam riscos como:
- Financeiro
- Jurídico
- Operacional
Mas isso é apenas estrutura inicial.
O risco real depende do negócio
Para uma indústria:
parada de equipamento pode ser crítica.
Para uma empresa SaaS:
indisponibilidade de servidor pode ser mais relevante.
Para uma consultoria:
dependência de profissionais-chave pode ser central.
Por isso, a matriz precisa nascer da operação
Não de um modelo copiado.
Personalização começa pelo entendimento do negócio
É necessário compreender:
- Como a empresa gera receita
- Quais processos são críticos
- Quais ativos sustentam a operação
- Quem são os principais terceiros
- Quais obrigações são relevantes
A matriz precisa refletir os objetivos da empresa
Um risco é relevante porque pode afetar algo importante.
Por exemplo:
objetivo:
crescer em novo mercado.
Riscos podem incluir:
- Tributação
- Contratação
- Logística
- Contratos
Sem conhecer o objetivo, risco perde contexto
Por isso, uma boa matriz não é apenas lista de problemas.
Ela precisa estar conectada à estratégia.
O primeiro elemento é descrever o risco corretamente
Quanto mais clara a descrição, mais fácil tratar.
O primeiro elemento da matriz é a descrição correta do risco
Frases genéricas como:
“risco jurídico”
não ajudam.
Melhor seria:
“contratos estratégicos não possuem cláusulas claras de rescisão”.
Ou:
“70% do faturamento está concentrado em um único cliente”.
Quanto mais clara a descrição, mais fácil tratar.
O risco precisa ser escrito como evento
Pode ser útil estruturar como: Causa + evento + consequência.
Exemplo
+
+
Isso melhora análise
Porque separa:
- Origem
- Acontecimento
- Impacto
Causa e risco não são a mesma coisa
Esse é um erro comum.
Por exemplo:
“falta de contrato”.
Isso é uma causa ou condição.
O risco pode ser:
“dificuldade de exigir obrigações em relação comercial relevante por ausência de contrato formal”.
Essa formulação melhora clareza.
Consequência também precisa ser identificada
Pode envolver:
- Perda financeira
- Paralisação
- Contingência jurídica
- Dano reputacional
Quanto maior a consequência:
maior pode ser o impacto.
Escalas e critérios que todos interpretam do mesmo jeito
Sem critério, cada gestor interpreta de um jeito, e a matriz perde consistência.
Probabilidade é outro elemento central
A empresa pode classificar a chance de ocorrência como:
- Baixa
- Média
- Alta
Ou utilizar escala numérica
Por exemplo:
1 a 5.
Não existe formato único
O importante é definir critérios consistentes.
O que significa Probabilidade Baixa?
A empresa precisa estabelecer.
Pode considerar:
- Histórico
- Frequência
- Controles existentes
Sem critério, cada gestor interpreta de um jeito
E a matriz perde consistência.
Impacto também precisa de critérios
Pode ser classificado como:
- Baixo
- Moderado
- Alto
- Crítico
Mas o que significa “crítico”?
Para uma empresa:
pode ser perda de determinado valor.
Para outra:
interrupção da operação.
Por isso, os critérios precisam refletir:
- Porte
- Receita
- Capacidade financeira
- Atividade
Impacto pode ter várias dimensões
A matriz pode utilizar uma dimensão principal
Ou várias.
Depende da maturidade.
Empresas menores podem começar de forma simples
Por exemplo:
- Impacto geral
- Probabilidade geral
Isso pode ser suficiente.
Não é necessário começar com modelo extremamente complexo
Uma matriz simples e utilizada é melhor que uma matriz sofisticada abandonada.
Faixas ilustrativas de impacto financeiro, proporcionais ao porte. Cada empresa define as suas.
| Nível | Perda financeira |
|---|---|
| Baixo | |
| Moderado | |
| Alto | |
| Crítico |
Critérios precisam ser documentados Impacto Alto = perda financeira acima de determinada faixa ou paralisação superior a determinado período.
Score pode ser calculado
Por exemplo:
probabilidade x impacto.
×
=
Mas o número não é a verdade absoluta
Se:
probabilidade = 4
e impacto = 5
score = 20.
Isso ajuda a comparar
Mas não substitui análise.
Dois riscos com score igual podem exigir estratégias diferentes
Por exemplo:
um pode envolver:
- Risco financeiro
Outro:
- Risco regulatório
A decisão precisa considerar contexto.
O valor está nos critérios, não no gráfico
Risco inerente, controles existentes e risco residual.
Heat Map pode facilitar visualização
A matriz pode utilizar zonas como:
- Baixo
- Moderado
- Alto
- Crítico
Isso ajuda gestores a visualizar prioridades.
Mas as cores são apenas representação
O valor está nos critérios.
Não no gráfico.
Risco Inerente pode ser registrado
É o risco antes dos controles.
Isso ajuda a responder:
qual seria a exposição se a empresa não fizesse nada?
Depois entram os controles
Por exemplo:
risco:
fraude em pagamento.
Controles:
- Dupla aprovação
- Segregação de funções
Após considerar os controles:
avaliamos o risco residual.
Risco Residual é especialmente importante
Porque mostra:
quanto risco ainda permanece?
A empresa pode descobrir que possui controles
Mas eles não reduzem suficientemente a exposição.
Ou pode descobrir que já possui controles adequados
E não precisa investir mais.
Isso evita excesso de controle
Gestão de Riscos também precisa evitar burocracia desnecessária.
O melhor cenário não é ter o maior número de controles
É ter controles proporcionais.
Controles existentes precisam ser descritos
Podem incluir:
- Contratos
- Políticas
- Aprovações
- Backups
- Revisões
- Conciliações
- Seguros
Controle informal também pode aparecer
Por exemplo:
“diretor revisa pessoalmente todos os pagamentos”.
Mas precisa ser avaliado
Esse controle é sustentável?
Se o diretor sair por duas semanas:
o processo para?
Um controle pode gerar outro risco
Por isso, a matriz também ajuda a enxergar dependências.
Efetividade do controle pode ser classificada
Por exemplo:
- Inexistente
- Parcial
- Adequado
Isso melhora análise residual.
Mas só deve ser utilizado se a empresa conseguir avaliar de forma razoável.
Não criar complexidade sem necessidade.
Risco: fraude em pagamento. Risco inerente 4 × 4 = 16.
Cada risco relevante precisa de um Risk Owner
Ação específica, prazo realista e julgamento profissional.
A matriz também precisa identificar responsáveis
Cada risco relevante pode possuir um Risk Owner.
Esse responsável acompanha:
- Evolução
- Controles
- Planos
Não significa que ele seja culpado pelo risco.
É responsável pela gestão.
Isso é essencial
Sem responsável:
ninguém acompanha.
O dono do risco pode estar na área operacional
Por exemplo:
- Financeiro
- Jurídico
- TI
- Comercial
Risco não deve ficar apenas com Compliance
As áreas que executam precisam participar.
Compliance ou Gestão de Riscos pode coordenar
Mas não operar tudo sozinho.
Plano de Ação pode ser incorporado à matriz
Para cada risco relevante:
- Ação
- Responsável
- Prazo
- Status
Isso transforma matriz em ferramenta viva
Não apenas fotografia.
A ação precisa ser específica
Evitar:
“melhorar controles”.
Preferir:
“implantar dupla aprovação para pagamentos acima do limite definido”.
Isso é mensurável.
O prazo também precisa ser realista
Nem toda ação pode ocorrer em 30 dias.
Pode ser organizada em:
- Curto
- Médio
- Longo prazo
Isso ajuda a distribuir esforço.

Prioridade não deve depender apenas do score
Existem outros fatores.
Por exemplo:
- Obrigação legal
- Prazo regulatório
- Evento próximo
Um risco de score moderado pode exigir ação imediata
Se houver prazo legal iminente.
A matriz precisa permitir julgamento profissional
Não funcionar como algoritmo cego.
Risco com score 9 (moderado). Algum destes fatores está presente?
Que riscos de cada área podem entrar na matriz
Cada um pode receber impacto, probabilidade e plano de ação.
Riscos jurídicos podem entrar na matriz
Por exemplo:
- Contratos sem assinatura
- Marcas não registradas
- Acordos societários inexistentes
Cada um pode receber:
- Impacto
- Probabilidade
- Plano de ação
Riscos tributários também
Como:
- Enquadramento inadequado
- Atraso em obrigação
- Interpretação controversa
A matriz pode organizar prioridade.
Riscos financeiros podem ser incluídos
Por exemplo:
- Caixa insuficiente
- Alta concentração de clientes
- Endividamento
Indicadores podem alimentar a matriz
Por exemplo:
concentração maior que determinado percentual.
Isso ajuda monitoramento.
Riscos operacionais podem ser destacados
Como:
- Pessoa-chave
- Fornecedor único
- Sistema sem contingência
Eles frequentemente possuem alto impacto.
Mas podem ser ignorados por não aparecerem em documentos jurídicos ou contábeis.
Por isso, entrevistas operacionais são importantes.
Riscos tecnológicos também podem entrar
Exemplos:
- Ausência de backup
- Acesso administrativo compartilhado
Em empresas digitais:
podem estar entre os principais.
Propriedade Intelectual também pode ser mapeada
Exemplo:
software central sem cessão dos desenvolvedores.
Isso pode ter:
- Baixo risco no cotidiano
- Alto impacto em M&A
A matriz ajuda a enxergar riscos que aparecem em momentos específicos
A matriz precisa evoluir com a empresa
Não deve ser documento permanente e imutável.
Riscos podem mudar conforme fase da empresa
Startup pré-investimento possui prioridades.
Depois da rodada:
o mapa muda.
A matriz precisa evoluir.
Não deve ser documento permanente e imutável.
Entrada em novo mercado pode criar novos riscos
Aquisição também.
Novo sistema também.
Por isso, revisão é importante.
Mas revisão não significa reconstruir tudo sempre
Pode ser atualização incremental.
Riscos encerrados podem ser arquivados
Se a causa deixou de existir.
Exemplo:
fornecedor único.
Depois:
segundo fornecedor homologado.
O risco pode cair.
Isso demonstra eficácia do plano.
A matriz também ajuda a mostrar evolução De:
Isso permite acompanhar maturidade.
Indicadores de risco podem ser conectados
Por exemplo:
risco:
inadimplência.
Indicador:
percentual de contas vencidas.
Se indicador sobe:
a classificação pode ser revisada.
Isso transforma matriz em sistema de alerta.
Mas nem todo risco precisa de indicador
Seria excessivo.
Prioridade deve ficar nos riscos materiais.
Alta direção precisa visualizar os riscos principais
Top 10, ou Top 5. Uma matriz com 200 riscos sem priorização dificulta decisão.
A Matriz de Riscos pode apoiar reuniões de gestão
Em vez de discutir riscos informalmente:
gestores podem revisar:
- Top riscos
- Planos
- Atrasos
Uma reunião periódica curta pode ser suficiente
Especialmente em PMEs.
Não é necessário criar comitê complexo.
O formato precisa ser proporcional.
Alta direção precisa visualizar os riscos principais
Pode existir um Top 10.
Ou Top 5.
Isso melhora foco.
Uma matriz com 200 riscos sem priorização pode dificultar decisão.
Quanto maior a lista, maior a necessidade de filtros.

Materialidade é fundamental
A empresa precisa definir:
o que merece estar nesta matriz?
Nem qualquer problema cotidiano precisa entrar
Exemplo:
impressora quebrar.
Pode ser incômodo.
Mas não necessariamente risco empresarial relevante.
A matriz precisa manter foco estratégico.
Exceções podem existir
Se impressão for processo crítico da empresa.
Novamente:
contexto importa.
Matriz também pode ser dividida por áreas
Por exemplo:
- Jurídico
- Financeiro
- Operacional
- Tecnologia
Mas deve existir visão consolidada
Para administração comparar.
Cada área pode ter matriz detalhada
E a diretoria receber resumo.
Isso depende do porte.
Pequena empresa pode trabalhar com matriz única
Isso é mais simples.
Personalização significa escolher o nível certo
Não necessariamente aumentar complexidade.
A matriz precisa usar linguagem compreensível
Evitar descrições excessivamente técnicas.
O gestor precisa entender.
Exemplo ruim:
“risco de não conformidade contratual sistêmica”.
Melhor:
“contratos com clientes não definem prazo claro de cancelamento”.
Clareza melhora decisão.
Fontes, apetite a risco e orçamento
Dados reais melhoram avaliação. Ausência de histórico não significa risco zero.
Fontes dos riscos também podem ser registradas
Podem vir de:
- Entrevistas
- Auditorias
- Incidentes
- Indicadores
- Contratos
Isso ajuda rastreabilidade.
Histórico de incidentes é particularmente relevante
Se o problema já ocorreu três vezes:
probabilidade pode ser maior.
Dados reais melhoram avaliação.
Mas ausência de histórico não significa risco zero
Especialmente eventos raros e graves.
Por isso, julgamento continua necessário.
Eventos externos também podem entrar
Por exemplo:
- Mudança regulatória
- Fornecedor internacional
- Câmbio
Dependendo da empresa.
Matriz precisa incluir apenas aquilo que realmente pode afetar objetivos
Não qualquer risco do mundo.
Apetite a Risco também pode ser considerado
Algumas empresas aceitam mais risco.
Outras menos.
Por exemplo:
startup pode aceitar maior risco operacional para crescer rapidamente.
Instituição regulada pode ter menor tolerância em determinadas áreas.
A matriz pode refletir esses limites.
Mas pequenas empresas não precisam começar com documento formal de apetite a risco
Podem trabalhar com decisões da direção.
Evolução pode ocorrer depois.
Tolerância pode ser definida por tema
Por exemplo:
- Zero tolerância para fraude
- Tolerância moderada para experimentos comerciais
Isso ajuda priorização.
Defina a tolerância por tema:
A Matriz de Riscos também pode apoiar orçamento
Se vários riscos exigem recursos:
a administração precisa escolher.
A matriz ajuda a mostrar:
- Impacto
- Urgência
Isso melhora alocação.
Exemplo
Dois projetos:
- Backup de sistema crítico
- Revisão estética de política interna
O mapa pode mostrar qual é mais relevante.
Isso conecta Gestão de Riscos à estratégia.
Seguros também podem aparecer como resposta
Para determinados riscos.
Mas seguro não elimina exposição.
Apenas pode transferir parte do impacto financeiro.
O risco operacional ainda existe.
Por isso, a matriz deve refletir isso corretamente.
Contrato com terceiro também pode transferir parte do risco
Mas se terceiro não cumprir:
o impacto ainda pode atingir a empresa.
Transferência não significa desaparecimento.
Essa nuance é importante.
Contingência, Due Diligence e confidencialidade
Controle tenta reduzir probabilidade. Contingência reduz impacto.
Planos de contingência podem ser vinculados a riscos críticos
Por exemplo:
- Falha de servidor
- Interrupção de fornecedor
O plano precisa responder:
o que fazemos se acontecer?
Isso é diferente de controle preventivo.
Controle tenta reduzir probabilidade.
Contingência reduz impacto.
A matriz pode indicar os dois.
Continuidade de Negócios pode nascer dessa análise
Especialmente quando alguns riscos apresentam:
- Baixa probabilidade
- Impacto muito alto
Isso pode justificar contingência.
A matriz também pode ajudar em Due Diligence
Investidor ou comprador pode querer compreender:
- Riscos materiais
- Planos de ação
Uma empresa que conhece seus riscos demonstra organização.
Isso não significa ausência de exposição.
Nenhuma empresa é sem risco.
O importante é conhecer.
Mas a matriz não deve ser criada apenas para mostrar a terceiros
Se for apenas documento de apresentação:
perde função.
Ela precisa ser utilizada internamente.
Due Diligence pode ser consequência.
Não finalidade exclusiva.
Conselho ou investidores podem receber visão consolidada
Quando aplicável.
Isso melhora governança.
Mas informações sensíveis precisam ser compartilhadas de forma adequada.
Nem todo detalhe precisa sair da gestão.
Dependendo do risco.
Matriz pode conter informação confidencial
Por exemplo:
- Vulnerabilidades
- Passivos
Por isso, acesso deve ser controlado.
Isso se conecta às Políticas Internas de Controle de Acesso.
A própria ferramenta de Gestão de Riscos precisa ser protegida.

A própria matriz contém vulnerabilidades e passivos. O acesso a ela deve seguir a política interna de controle de acesso.
Maturidade, critérios documentados e atualização
Uma matriz simples e utilizada é melhor que uma sofisticada abandonada.
Empresas familiares podem utilizar a matriz para profissionalizar decisões
Problemas deixam de ser:
“acho que isso preocupa”.
Passam a ser:
- Risco
- Impacto
- Ação
Isso ajuda a separar percepção pessoal de critério.
Startups podem utilizar para preparar crescimento
Mapear:
- Caixa
- Pessoa-chave
- Tecnologia
- Propriedade intelectual
Esses riscos costumam ser relevantes.
Empresas maduras podem usar modelo mais detalhado
Com:
- Indicadores
- Testes de controles
Cada nível possui utilidade.
A matriz deve acompanhar a maturidade
Esse é o sentido de personalizada.
Não tentar implantar ERM completo onde ainda não existe controle básico
Pode gerar burocracia.
A construção deve ser gradual.
Critérios precisam ser documentados
Por exemplo:
Impacto Alto = perda financeira acima de determinada faixa ou paralisação superior a determinado período.
Isso permite consistência.
Se os critérios não estão documentados:
classificações podem mudar conforme quem preenche.
Manual da Matriz pode ser simples
Uma ou duas páginas.
Explicando:
- Escalas
- Critérios
- Responsabilidades
Isso facilita atualização futura.
A matriz deve ser replicável
A empresa precisa conseguir incorporar novo risco depois.
Sem depender sempre de quem criou a primeira versão.
Esse é sinal de maturidade.
Responsável interno deve ser capacitado
Para:
- Atualizar
- Acompanhar
O serviço externo não deve criar dependência desnecessária.
Pode haver acompanhamento posterior
Se fizer sentido.
Mas a empresa precisa compreender a ferramenta.
Revisões podem ser conduzidas periodicamente
Conforme necessidade.
Isso permite recalibrar critérios.
Matriz também pode revelar riscos duplicados
Várias áreas podem descrever o mesmo problema de formas diferentes.
Exemplo:
Financeiro:
“risco de atraso de recebimento”.
Comercial:
“cliente principal atrasando”.
Pode ser o mesmo risco.
Consolidação evita duplicidade.
Também revela riscos correlacionados
Por exemplo:
- Concentração de cliente
- Caixa
Um evento pode acionar vários riscos.
Isso pode justificar cenário agregado.
Cenários também podem ser utilizados em casos relevantes
Por exemplo:
e se o maior cliente encerrar contrato amanhã?
Impactos podem ser:
- Receita
- Caixa
- Pessoal
Essa análise complementa a matriz.
Mas não é necessária para todo risco.
O foco continua sendo praticidade.
O resultado final pode incluir
Dependendo do projeto:
- Matriz consolidada
- Critérios de avaliação
- Heat map
- Ranking de riscos
- Responsáveis
- Plano de ação
Não necessariamente todos
O escopo pode ser adaptado.
O principal é entregar ferramenta utilizável.
Não decoração corporativa.
Como funciona a Elaboração de uma Matriz de Riscos Personalizada?
O trabalho pode envolver:
- 1. Compreensão do Negócio
Análise de:
- Operação
- Objetivos
- Processos críticos
- 2. Consolidação dos Riscos
Utilização de informações provenientes de:
- Diagnóstico
- Entrevistas
- Documentos
- Incidentes
- 3. Definição das Categorias
Organização dos riscos em grupos como:
- Jurídicos
- Financeiros
- Operacionais
- Tecnológicos
- Tributários
- 4. Criação dos Critérios
Definição das escalas de:
- Probabilidade
- Impacto
- Criticidade
- 5. Avaliação do Risco Inerente
Análise da exposição antes dos controles.
- 6. Mapeamento dos Controles Existentes
Identificação das medidas já adotadas pela empresa.
- 7. Avaliação do Risco Residual
Definição do nível de risco após os controles existentes.
- 8. Priorização
Separação dos riscos conforme criticidade e necessidade de tratamento.
- 9. Definição de Responsáveis e Ações
Organização de:
- Risk Owners
- Planos
- Prazos
- 10. Entrega e Orientação para Uso
Estruturação da matriz para que a empresa possa:
- Acompanhar
- Atualizar
- Utilizar nas decisões de gestão
Como a FIX Compliance atua
A FIX Compliance pode auxiliar empresas, startups e grupos empresariais na elaboração de matrizes de riscos adaptadas à realidade de cada negócio.
O trabalho pode envolver, conforme a necessidade:
Marque o que você precisa
O escopo depende da quantidade de riscos, do porte da empresa, da complexidade dos processos e do nível de maturidade da Gestão de Riscos já existente.
Para quem esse serviço é indicado?
A Elaboração de Matriz de Riscos Personalizada pode ser especialmente relevante para:
Qual é o seu perfil?
Sua empresa já sabe quais riscos existem. Mas possui critérios objetivos para dizer quais devem ser tratados primeiro, quais controles realmente reduzem a exposição e quem é responsável por cada decisão?
Essa é a pergunta central. Uma Matriz de Riscos personalizada precisa ajudar a empresa a responder: Marque o que a sua matriz atual já responde.
e
Marque o que a matriz já responde.Enviar checklist
Uma matriz de riscos não deve ser apenas um quadro colorido.
Ela deve permitir que a administração enxergue, em uma única estrutura, quais exposições merecem atenção, quais controles já existem e onde os recursos da empresa precisam ser priorizados.
Dúvidas sobre matriz de riscos
Respostas objetivas sobre como montar, usar e atualizar a matriz.
01O que é uma matriz de riscos?
02Posso usar um modelo pronto de matriz de riscos?
03Como escrever corretamente um risco na matriz?
04Como calcular o score de risco?
05Como definir os critérios de impacto?
06O que é risco inerente e risco residual na matriz?
07Quem deve ser o dono de cada risco?
08Quantos riscos a matriz deve ter?
09Com que frequência a matriz deve ser atualizada?
10A matriz de riscos tem base legal?
Base legal e fontes oficiais
Conteúdo informativo. Os riscos, escalas, faixas de impacto e cálculos desta página são ilustrativos e devem ser definidos para cada empresa.
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Fale com a FIX Compliance
Se sua empresa já identificou riscos ou precisa transformar informações dispersas em uma matriz estruturada de impacto, probabilidade, controles, responsáveis e prioridades, fale com a FIX Compliance.
Nossa equipe pode desenvolver uma matriz compatível com o porte e a realidade do negócio, definir critérios de avaliação e estruturar uma ferramenta que possa ser utilizada pela administração para acompanhar riscos e orientar decisões ao longo do tempo.
WhatsApp e telefone: (11) 95276-4331
E-mail: contato@fixcompliance.com.br
Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.
Conte em que ponto está a sua gestão de riscos
Se já existe diagnóstico, quantos riscos foram identificados, porte da empresa e para que a matriz será usada.
Contabilidade e assessoria empresarial