Combate à Contrafação e ao Uso Indevido de Marcas
Sua empresa registrou e desenvolveu uma marca. Mas está preparada para agir quando terceiros começam a utilizá-la, imitá-la ou comercializar produtos falsificados?
Distribuído por Luméa Cosméticos
Marca fictícia, apenas para ilustração.
Construir uma marca pode exigir anos de:
Quando terceiros passam a utilizar esse sinal sem autorização, parte desse valor pode ser apropriada indevidamente.
O problema pode aparecer na forma de:
Nessas situações, o titular precisa transformar o direito sobre a marca em uma estratégia efetiva de proteção.
O que é contrafação de marca?
Contrafação é reprodução ou imitação ilícita de marca protegida. Mas o uso indevido também aparece como imitação, uso não autorizado e associação indevida.
- Mas nem todo uso indevido é falsificação literal
- Uso indevido de marca pode assumir várias formas
- Cada hipótese pode exigir resposta diferente
Ler o texto completo27 trechos
Contrafação envolve, de maneira geral, reprodução ou imitação ilícita de marca protegida em produtos, embalagens ou atividades econômicas sem autorização do titular.
A Lei da Propriedade Industrial tipifica como crime, entre outras condutas, reproduzir marca registrada sem autorização ou imitá-la de modo que possa induzir confusão. Também alcança determinadas condutas relacionadas à comercialização, exposição, importação, exportação ou manutenção em estoque de produtos assinalados com marca ilicitamente reproduzida ou imitada.
Mas nem todo uso indevido é falsificação literal
Esse é um ponto importante.
Um terceiro pode não copiar exatamente a marca.
Ainda assim, pode utilizar:
- nome semelhante;
- sinal foneticamente próximo;
- identidade visual semelhante;
- embalagem capaz de provocar associação.
Por isso, a análise não deve se limitar à pergunta:
“a marca foi copiada exatamente?”
É necessário avaliar possibilidade de
- confusão;
- associação indevida;
- desvio de clientela;
- aproveitamento parasitário.
Uso indevido de marca pode assumir várias formas
Produto falsificado
Produto apresenta marca reproduzida ou imitada sem autorização.
Uso comercial não autorizado
Terceiro utiliza marca legítima fora das condições permitidas.
Imitação
Sinal não é idêntico, mas pode se aproximar suficientemente da marca protegida.
Associação indevida
Terceiro cria aparência de vínculo, parceria, representação ou autorização que não existe.
Cada hipótese pode exigir resposta diferente
Qual é o tipo de uso indevido?classifique
O primeiro passo é confirmar os direitos da empresa
Antes de agir, confirme titularidade, registro, classes, situação do processo, licenças e território. Marketplace internacional aumenta a complexidade.
- Marca registrada oferece posição jurídica diferente de simples pedido em andamento
- Se o registro está em nome de sócio, holding ou empresa diferente, isso precisa ser compreendido antes da medida
- Territorialidade importa
Ler o texto completo25 trechos
Antes de agir contra terceiro, é necessário revisar:
- titularidade;
- registro;
- classes;
- situação do processo.
A empresa precisa saber exatamente qual direito possui
Marca registrada oferece posição jurídica diferente de simples pedido em andamento
Marca ainda não registrada também pode envolver outros fundamentos jurídicos
Mas a estratégia pode mudar
Por isso, o certificado ou processo precisa ser analisado
Titularidade precisa estar correta
Se o registro está em nome de sócio, holding ou empresa diferente, isso precisa ser compreendido antes da medida
Contratos de licença também podem interferir
Quem possui legitimidade para agir?
Titular?
Licenciado?
Ambos em determinadas condições?
O contrato precisa ser revisado
A empresa também precisa confirmar o escopo territorial
Uma marca protegida no Brasil não significa automaticamente que a empresa possui o mesmo direito em todos os países.
Se a infração ocorre no exterior, outra análise pode ser necessária
Territorialidade importa
Marketplace internacional aumenta essa complexidade
Um anúncio pode estar disponível no Brasil, mas o vendedor estar em outro país
Isso pode exigir estratégia coordenada
Seus direitos estão prontos?confirme
Titular
Onde ocorre a infração
Preservação de prova deve acontecer cedo
Conteúdo digital desaparece rápido. URL, data, imagens, vendedor, embalagem e nota fiscal devem ser preservados antes de qualquer contato.
- Conteúdo digital pode desaparecer rapidamente
- Quanto melhor a prova, melhor a capacidade de avaliar a medida
- Print isolado pode ser insuficiente em situações relevantes
Ler o texto completo29 trechos
Esse é um dos pontos mais importantes.
Conteúdo digital pode desaparecer rapidamente
O infrator pode:
- remover anúncio;
- alterar página;
- mudar nome de perfil.
Por isso, antes de qualquer contato, pode ser importante preservar elementos como:
- URL;
- data;
- imagens;
- descrição;
- identificação do vendedor.
Em produtos físicos, também podem ser relevantes:
- embalagem;
- nota fiscal;
- etiqueta;
- local de venda.
Quanto melhor a prova, melhor a capacidade de avaliar a medida
Print isolado pode ser insuficiente em situações relevantes
É importante identificar origem e contexto
Compra-teste pode ser considerada em determinados casos
Pode ajudar a verificar:
- produto recebido;
- embalagem;
- vendedor;
- documentação fiscal.
Mas deve ser realizada de forma organizada
Cadeia de prova pode ser importante
Especialmente quando se cogitam medidas mais severas
Kit de preservação de provareúna
A empresa precisa saber quem está praticando a infração
Fabricante, importador, distribuidor, lojista, marketplace e anunciante ocupam posições diferentes. Revenda de produto legítimo não é contrafação.
- O vendedor final pode não ser a origem da falsificação
- Revenda de produto legítimo é questão diferente de contrafação
- Nem todo vendedor não autorizado comercializa produto falsificado

Ler o texto completo37 trechos
Pode existir diferença entre:
- fabricante;
- importador;
- distribuidor;
- lojista;
- marketplace;
- anunciante.
Cada participante ocupa posição diferente
O vendedor final pode não ser a origem da falsificação
Se o objetivo é interromper uma rede, pode ser necessário identificar fornecedores
Isso exige investigação documental
Não apenas remoção de um anúncio
Marketplace é um dos principais ambientes de uso indevido
Terceiros podem oferecer produtos utilizando:
- marca;
- fotografias;
- descrições oficiais.
A estratégia pode envolver os próprios mecanismos da plataforma
Marketplaces normalmente possuem fluxos para denúncia de violação de propriedade intelectual
Mas cada plataforma possui regras próprias
É necessário apresentar documentação adequada
Registro da marca costuma ser elemento importante
A denúncia precisa ser precisa
Não é recomendável tentar remover concorrente legítimo simplesmente porque vende produto original
Revenda de produto legítimo é questão diferente de contrafação
A origem do produto precisa ser verificada
Esse é um ponto particularmente importante
Nem todo vendedor não autorizado comercializa produto falsificado
Pode existir produto original adquirido licitamente
Nesse caso, a análise jurídica muda
O problema pode estar na forma de apresentação comercial
Por exemplo, o vendedor pode dizer que é:
- representante oficial;
- distribuidor exclusivo.
Quando não é
Isso pode exigir outro enquadramento
A distinção evita denúncias inadequadas
Quem está na cadeia?identifique
Origem do produto
Redes sociais também podem ser utilizadas para fraude
Perfis falsos, domínios parecidos, links patrocinados e embalagens semelhantes pedem análises diferentes, sem resposta automática.
- Nesse cenário, resposta precisa ser rápida
- Mas possuir marca não significa automaticamente direito sobre qualquer domínio parecido
- Nem toda utilização de palavra-chave constitui automaticamente infração marcária
Ler o texto completo43 trechos
Perfis podem:
- copiar a identidade visual;
- utilizar logotipo;
- fingir atendimento oficial.
Isso pode gerar:
- golpes;
- desvio de pagamentos;
- danos à reputação.
Nesse cenário, resposta precisa ser rápida
Pode envolver denúncia à plataforma
Comunicação aos consumidores também pode ser necessária
Mas deve ser feita com cautela
A empresa não deve divulgar acusação sem base
O objetivo é proteger clientes sem criar novo risco
Domínios de internet também podem ser problemáticos
Um terceiro pode registrar endereço semelhante à marca.
Isso pode ser utilizado para:
- venda;
- phishing;
- captura de clientes.
É necessário avaliar:
- domínio;
- conteúdo;
- titular identificado.
Dependendo da situação, podem existir medidas específicas de disputa ou retirada
Mas possuir marca não significa automaticamente direito sobre qualquer domínio parecido
Uso concreto precisa ser analisado
Links patrocinados também podem gerar discussão
Um concorrente pode utilizar determinado termo em campanhas digitais.
Nem toda utilização de palavra-chave constitui automaticamente infração marcária
É necessário analisar:
- apresentação do anúncio;
- origem;
- possibilidade de confusão.
Por isso, resposta não deve ser automática
Uso da marca no próprio texto do anúncio pode ter peso diferente
A forma como o consumidor percebe a oferta é relevante
Embalagens podem gerar confusão mesmo sem cópia perfeita da marca
Produtos podem reproduzir:
- cores;
- disposição gráfica;
- formato.
O conjunto visual pode ser relevante
Canal da infraçãoavalie
Marca não é a única proteção possível
Concorrência desleal pode ampliar a análise. Falsificação afeta reputação e consumidores e também passa pelo comércio exterior.
- Não é necessário forçar todo caso para dentro de uma única categoria
- Por isso, combate à falsificação não protege apenas receita
- Mas tecnologia sozinha não elimina falsificação

Ler o texto completo52 trechos
Desenho industrial também pode existir
Concorrência desleal também pode ser discutida
A Lei da Propriedade Industrial também tipifica condutas de concorrência desleal, como empregar meio fraudulento para desviar clientela ou utilizar indevidamente sinais capazes de criar confusão entre produtos ou estabelecimentos.
Isso pode ampliar a análise
Uma situação pode envolver simultaneamente:
- marca;
- apresentação comercial;
- concorrência desleal.
Não é necessário forçar todo caso para dentro de uma única categoria
A estratégia jurídica deve acompanhar os fatos
Contrafação também pode afetar consumidores
Especialmente quando envolve:
- cosméticos;
- alimentos;
- peças;
- produtos técnicos.
Produto falsificado pode não seguir padrões de qualidade
Isso aumenta o risco reputacional para o titular legítimo
O consumidor pode atribuir defeito ao fabricante verdadeiro
Por isso, combate à falsificação não protege apenas receita
Também protege reputação e confiança
A Receita Federal apreende produtos assinalados com marcas falsificadas, alteradas ou imitadas em situações de controle aduaneiro. As regras atuais de destinação preveem, em geral, destruição ou inutilização dessas mercadorias, com hipóteses específicas de descaracterização ou destinação previstas administrativamente.
Isso demonstra que a proteção da marca também possui dimensão aduaneira
Falsificação pode entrar pelo comércio exterior
Por isso, titulares com problemas recorrentes podem precisar acompanhar importações e cadeias de distribuição
A estratégia pode ir além da internet
Operações de fiscalização também alcançam redes físicas de distribuição
Em agosto de 2026, por exemplo, Receita Federal e Polícia Federal realizaram operação em São Paulo voltada à fiscalização da distribuição de perfumes e cosméticos contrafeitos, demonstrando que o problema pode envolver cadeias organizadas de fornecimento e não apenas vendedores isolados.
O titular pode precisar colaborar com autoridades
Especialmente para identificação do produto legítimo
Isso pode envolver informações técnicas sobre:
- embalagem;
- lote;
- elementos de autenticidade.
Quanto melhor o conhecimento interno sobre o produto, mais fácil diferenciar falsificação
Programas de autenticação podem ajudar
Número de série pode ser útil
QR Code também
Mas tecnologia sozinha não elimina falsificação
Precisa haver estratégia de fiscalização e resposta
Canal de denúncias também pode ajudar
Clientes e distribuidores podem comunicar:
- produto suspeito;
- perfil falso;
- vendedor irregular.
A empresa precisa saber como receber essas informações
E como classificá-las
Nem toda denúncia será verdadeira
Triagem é necessária
Um canal centralizado ajuda a identificar padrões
Vários anúncios aparentemente independentes podem estar relacionados
Isso permite direcionar esforços
Consumidor e autenticaçãoproteja
Mecanismos de autenticação e resposta
Monitoramento também pode ser estruturado
Monitorar marketplaces, redes, domínios e pedidos de marca não é eliminar toda menção: é priorizar o que causa prejuízo.
- Isso não significa tentar eliminar toda menção à marca
- Uma pequena utilização isolada pode exigir resposta diferente de uma rede nacional de falsificação
- Isso ajuda a direcionar recursos
Ler o texto completo20 trechos
A empresa pode acompanhar:
- marketplaces;
- redes sociais;
- novos domínios;
- pedidos de marcas semelhantes.
Isso não significa tentar eliminar toda menção à marca
O objetivo é identificar uso potencialmente prejudicial
Prioridade precisa ser definida
Uma pequena utilização isolada pode exigir resposta diferente de uma rede nacional de falsificação
Matriz de risco pode ajudar
Por exemplo:
Alto risco
- falsificação de produtos;
- fraude contra consumidores;
- grande volume de vendas.
Médio risco
- uso comercial não autorizado com potencial de confusão.
Baixo risco
- menção pontual ou uso que precisa apenas ser acompanhado.
Isso ajuda a direcionar recursos
Matriz de riscopriorize
- Falsificação de produtos
- Fraude contra consumidores
- Grande volume de vendas
- Uso comercial não autorizado com potencial de confusão
- Menção pontual ou uso que precisa apenas ser acompanhado
Nem todo caso precisa começar com ação judicial
Notificação estratégica indica direito, conduta e providência. Ex-parceiros e ex-franqueados pedem leitura do contrato antes do litígio.
- Mas a notificação precisa ser estratégica
- E não necessariamente litigar
- Mais uma vez, enquadramento correto é importante
Ler o texto completo39 trechos
Notificação extrajudicial pode ser suficiente em determinadas situações
Pode exigir:
- retirada da marca;
- interrupção da comercialização;
- correção da comunicação.
Mas a notificação precisa ser estratégica
Enviar uma ameaça genérica pode não resolver
É necessário indicar:
- direito violado;
- conduta identificada;
- providência esperada.
Prazo pode ser concedido
Mas depende da gravidade
Fraude ativa pode demandar resposta mais rápida
Negociação também pode ser possível
Às vezes, o uso ocorreu por:
- contrato mal compreendido;
- ex-parceiro;
- antigo distribuidor.
Nesse caso, pode existir relação comercial anterior
O objetivo pode ser regularizar
E não necessariamente litigar
Contrato precisa ser revisado
Talvez a licença já tenha terminado
Talvez exista discussão sobre estoque remanescente
Isso muda a estratégia
Ex-franqueados também podem continuar utilizando marca depois do fim do contrato
Isso é diferente de falsificador desconhecido
O histórico contratual importa
Pode haver obrigações pós-contratuais específicas
A retirada de placas e materiais pode já estar prevista
O contrato precisa ser utilizado
Distribuidores também podem extrapolar limites
Por exemplo:
- utilizar marca fora do território;
- criar publicidade não autorizada.
Isso pode ser descumprimento contratual
Não necessariamente contrafação clássica
Mais uma vez, enquadramento correto é importante
Esboço de notificaçãoestruture
Providência pedida
A notificação indica
Ação judicial pode ser necessária
Ação judicial, busca e apreensão e medidas criminais dependem do caso. Interromper a infração costuma ser o objetivo central.
- Indenização não deve ser tratada como automática
- Interromper a infração normalmente é objetivo central
- Proporcionalidade importa

Ler o texto completo43 trechos
Especialmente quando:
- uso continua após notificação;
- existe grande escala;
- há risco relevante de confusão;
- produto falsificado está sendo comercializado.
Dependendo do caso, podem ser discutidas medidas para:
- cessar o uso;
- retirar produtos;
- preservar provas;
- buscar reparação.
A estratégia processual depende do caso concreto
Não deve ser padronizada
Urgência também precisa ser demonstrada quando medida imediata é necessária
Prova de uso atual é importante
Registro da marca também
Histórico da infração pode reforçar o caso
Indenização não deve ser tratada como automática
A existência de uso indevido não significa que qualquer valor pretendido será reconhecido
Danos precisam ser juridicamente analisados
Pode existir:
- dano material;
- dano reputacional.
Mas quantificação depende de prova e contexto
Por isso, estratégia não deve se concentrar apenas em indenização
Interromper a infração normalmente é objetivo central
Medidas criminais também podem existir
A Lei da Propriedade Industrial prevê crimes relacionados à reprodução ou imitação de marca registrada e à comercialização de produtos assinalados ilicitamente.
Isso não significa que todo conflito de marca deva ser tratado criminalmente
A existência de crime depende da conduta concreta
Disputa empresarial sobre semelhança de sinais pode possuir natureza diferente de operação organizada de falsificação
Proporcionalidade importa
Em casos de falsificação física, busca e apreensão pode ser relevante em determinadas estratégias
Mas depende de requisitos processuais
A medida precisa ser planejada
Localização do estoque é importante
Identificação dos responsáveis também
Isso reforça a importância de investigação preliminar
Autoridades policiais também podem atuar em determinadas hipóteses
Receita Federal também pode apreender mercadorias irregulares no comércio exterior
Cooperação pode ser necessária
Mas cada órgão possui competência própria
Não basta enviar denúncia genérica para qualquer autoridade
O canal adequado precisa ser identificado
Escada de medidasproporcione
Medida considerada
Propriedade Intelectual precisa estar documentalmente organizada antes da crise
Certificados, contratos, distribuidores autorizados, guidelines e contas corporativas permitem reagir com rapidez. Antes, durante e depois.
- Por isso, combate à contrafação começa antes da contrafação
- Isso ajuda a diferenciar uso autorizado de não autorizado
- São três etapas complementares
Ler o texto completo49 trechos
Uma empresa que possui:
- certificado;
- contratos;
- arquivos;
- histórico de uso
consegue reagir com mais rapidez.
Uma empresa que não sabe sequer quem é titular precisa primeiro corrigir sua própria estrutura
Por isso, combate à contrafação começa antes da contrafação
Começa na governança da marca
Contratos de licença precisam estar organizados
Distribuidores autorizados também
Lista de parceiros pode ser mantida
Isso ajuda a diferenciar uso autorizado de não autorizado
Material de marca também pode possuir regras
Brand Guidelines podem indicar:
- cores;
- aplicações;
- usos permitidos.
Isso facilita controle
Não substitui proteção jurídica
Mas melhora governança
Uso indevido por empregado ou ex-empregado também pode ocorrer
Perfil criado para a empresa pode permanecer em conta pessoal
Isso deve ser prevenido com governança digital
Redes sociais corporativas devem estar sob controle da empresa
Domínios também
Contas de marketplace também
Senhas e acessos precisam ser organizados
Saída de funcionário ou parceiro deve incluir offboarding
Isso evita retenção indevida de ativos digitais
Monitoramento de novos pedidos de marca também pode ser importante
Terceiro pode tentar registrar sinal:
- idêntico;
- semelhante.
Nesse caso, a empresa pode avaliar instrumentos administrativos disponíveis no âmbito do INPI
Isso é diferente de combater produto falsificado
Mas integra a estratégia de proteção da marca
Por isso, vigilância marcária pode complementar o serviço
Busca de anterioridade é anterior ao registro
Monitoramento é posterior
Combate ao uso indevido atua quando o problema já existe
São três etapas complementares
Antes:
pesquisar.
Durante:
registrar.
Depois:
monitorar e proteger.
Essa é uma visão mais completa da propriedade intelectual
Governança da marcaorganize
Marcas internacionais também podem exigir coordenação
Proteção internacional exige coordenação. E o titular deve evitar uso agressivo da marca: o objetivo é combater o uso indevido e prejudicial.
- Não existe uma única medida global automática
- A empresa também precisa evitar uso excessivamente agressivo de sua marca como instrumento contra concorrentes
- É combater utilização juridicamente indevida e economicamente prejudicial
Ler o texto completo45 trechos
Se produto falsificado circula em vários países, medidas isoladas podem ter efeito limitado.
A empresa pode precisar definir mercados prioritários
Proteção precisa existir nesses territórios
Advogados ou agentes locais podem ser necessários
Não existe uma única medida global automática
Comércio eletrônico ampliou esse desafio
Produto pode ser anunciado em um país e enviado de outro
Estratégia precisa considerar:
- origem;
- destino;
- plataforma.
Investidores também analisam esse risco
Uma empresa cuja marca sofre falsificação significativa pode enfrentar:
- perda de receita;
- dano reputacional;
- custo de enforcement.
Due Diligence pode perguntar:
- existem infrações relevantes?
- a empresa reage?
- possui registro?
Um histórico organizado demonstra governança
Isso pode ser importante em:
- investimento;
- M&A.
O comprador precisa saber se a marca está efetivamente protegida
Não apenas registrada
Litígios de propriedade intelectual também precisam ser revelados em operações
Contingências podem afetar negociação
Por isso, enforcement e Due Diligence estão conectados
A empresa também precisa evitar uso excessivamente agressivo de sua marca como instrumento contra concorrentes
Direitos de propriedade intelectual possuem limites
Notificação indevida pode gerar conflito
Por isso, antes de acusar:
- falsificação;
- crime;
- concorrência desleal,
é importante verificar os fatos.
Linguagem deve ser proporcional
Isso protege a credibilidade do titular
Revendedor legítimo não deve ser tratado automaticamente como falsificador
Crítica à marca também não é necessariamente infração
Referência informativa também pode ser legítima
O contexto sempre importa
O objetivo não é impedir qualquer uso do nome
É combater utilização juridicamente indevida e economicamente prejudicial
Mito ou fato?teste
Como funciona o Combate à Contrafação e ao Uso Indevido de Marcas?
O trabalho pode envolver:
1. Verificação dos Direitos
Análise de:
- Titularidade
- Registro
- Contratos de licença
2. Identificação da Infração
Mapeamento de:
- Produto
- Anúncio
- Perfil
- Domínio
- Estabelecimento
3. Preservação de Provas
Organização de:
- Registros digitais
- Documentos
- Produtos
- Informações sobre vendedores
4. Classificação do Caso
Diferenciação entre:
- Contrafação
- Uso não autorizado
- Imitação
- Conflito contratual
5. Identificação dos Responsáveis
Análise da cadeia:
- Fabricante
- Importador
- Distribuidor
- Vendedor
6. Definição da Estratégia
Escolha proporcional entre:
- Denúncia em plataforma
- Notificação
- Negociação
- Medida administrativa
- Encaminhamento jurídico
7. Retirada do Uso Indevido
Acompanhamento das providências destinadas a cessar a utilização da marca.
8. Proteção da Cadeia Comercial
Análise de:
- Distribuidores
- Revendedores
- Canais digitais
9. Monitoramento
Acompanhamento de reincidências e novas utilizações.
10. Governança da Marca
Organização dos documentos e controles necessários para facilitar futuras medidas de proteção.
Como a FIX Compliance atua
A FIX Compliance pode auxiliar empresas e titulares de marcas na identificação, documentação e tratamento estratégico de situações envolvendo contrafação ou uso indevido de sinais distintivos.
O trabalho pode envolver, conforme a necessidade:
Quando a situação exigir medidas contenciosas ou criminais específicas, a estratégia deve ser definida de acordo com a natureza, a gravidade e as provas existentes no caso concreto.
Para quem esse serviço é indicado?
O Combate à Contrafação e ao Uso Indevido de Marcas pode ser especialmente relevante para:
Sua empresa possui o registro da marca. Mas consegue identificar rapidamente quem está utilizando esse ativo sem autorização, preservar as provas e escolher a medida adequada para interromper a infração?
Essa é a pergunta central. Uma estratégia de combate ao uso indevido precisa ajudar a empresa a responder:
e
Registrar uma marca cria um ativo.Proteger esse ativo exige acompanhar o mercado e reagir de forma proporcional quando terceiros passam a explorar indevidamente o valor construído pela empresa.
Perguntas sobre contrafação e uso indevido de marca
Respostas diretas para titulares de marca diante de falsificação, imitação ou perfis falsos.
O que é contrafação de marca?
Uso indevido de marca é sempre falsificação?
O que fazer primeiro ao encontrar um produto ou anúncio falso?
Print de tela é prova suficiente?
Posso denunciar todo vendedor não autorizado no marketplace?
O que fazer com perfis falsos que usam a minha marca?
Concorrente usando minha marca em links patrocinados é infração?
Uma notificação extrajudicial resolve?
Quando é preciso entrar com ação judicial?
A Receita Federal pode apreender produtos falsificados?
Referências oficiais
Conteúdo informativo. O comparador, a matriz e o esboço de notificação são ilustrativos, não constituem parecer e não substituem a análise jurídica do caso concreto. A marca do comparador é fictícia.
Páginas relacionadas
Fale com a FIX Compliance
Se sua empresa identificou produtos falsificados, anúncios, perfis, sites, embalagens ou outros usos potencialmente indevidos de sua marca, fale com a FIX Compliance.
Nossa equipe pode analisar os direitos existentes, organizar as provas, identificar a natureza da infração e estruturar as medidas extrajudiciais, administrativas e de proteção da propriedade intelectual adequadas à situação.
WhatsApp e telefone: (11) 95276-4331
E-mail: contato@fixcompliance.com.br
Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.
Relate o uso indevido
Onde a marca aparece, desde quando, links e evidências disponíveis. Sigilo garantido.
Contabilidade e assessoria empresarial