Rua Hamilton Prado 401-A, sala 2 contato@fixcompliance.com.br 11 95276-4331 CNPJ 51.933.417/0001-48
5,026 avaliações no GoogleVer avaliaçõesAvaliar no Google
Fix Compliance Contabilidade e assessoria empresarial
Agendar conversa
A Reforma Tributária já está em implementação: 2026 é o ano de teste de CBS e IBS.Falar com a FIX →
Tributário · Assessoria Tributária · Reforma Tributária

A Reforma Tributária não muda só o cálculo: muda preços, contratos, créditos e sistemas

A nova lógica de CBS e IBS pode alterar a formação de preços, os contratos, os créditos, os documentos fiscais, o fluxo de caixa e a própria estrutura das operações. A FIX Compliance parte da operação real da sua empresa para simular impactos, identificar pontos de adaptação e construir um plano de transição.

Dos tributos atuais a CBS e IBSTRIBUTAÇÃO DO CONSUMOsubstituição progressiva e em etapasPISCofinsICMSISShojeCBSfederalIBSEstados, DF e MunicípiosImposto Seletivo · casos específicosamanhã
Os tributos atuais sobre o consumo são substituídos progressivamente por CBS e IBS.
2026ano de teste e adaptação de CBS e IBS
2033novo modelo plenamente em vigor, com fim de ICMS e ISS
10etapas da análise de impactos na operação
15perguntas respondidas nesta página
01Visão geral
O novo modelo

CBS, IBS e Imposto Seletivo: a nova lógica do consumo

A Reforma Tributária do Consumo criou uma nova lógica de tributação baseada principalmente em CBS, IBS e Imposto Seletivo, para operações específicas. A Lei Complementar nº 214/2025 instituiu IBS, CBS e Imposto Seletivo, e a Lei Complementar nº 227/2026 instituiu o Comitê Gestor do IBS e disciplinou outros aspectos relevantes do novo sistema.

Para as empresas, a mudança não se resume à substituição das siglas: a análise precisa começar pela operação real.

CBSContribuição sobre Bens e Serviços: tributo federal sobre bens e serviços, que substitui o PIS e a Cofins.
IBSImposto sobre Bens e Serviços: competência compartilhada entre Estados, Distrito Federal e Municípios, administrado dentro da estrutura instituída para o novo imposto. Substitui progressivamente ICMS e ISS.
Imposto SeletivoIncide sobre bens e serviços definidos pela legislação por seus impactos à saúde ou ao meio ambiente. Determinadas empresas precisarão analisar IBS, CBS e Imposto Seletivo.
Quem substitui quemQUEM SUBSTITUI QUEMPISCofinsICMSISSCBSContribuição sobre Bens e ServiçosIBSImposto sobre Bens e ServiçosPIS e Cofins deixamde existir em 2027ICMS e ISS reduzemgradualmente até 2033
O sistema tem características de um imposto sobre valor agregado e a substituição não ocorre de uma única vez.

Fonte oficial · Receita FederalA Receita Federal reúne orientações sobre a Reforma Tributária do Consumo, CBS e IBS. Abrir ↗

02Transição
Cronograma

Da fase de teste ao novo modelo pleno

A transição envolve substituição progressiva e não deve ser projetada com a realidade de um único ano.

O ano de 2026 foi estruturado como período de teste e adaptação. A Receita Federal apresenta 2026 como ano de teste de CBS e IBS, com alíquotas de referência de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS, dentro das regras de compensação e dispensa previstas para o período quando cumpridas as obrigações correspondentes.

Por isso, 2026 não deve ser tratado como um ano em que “nada mudou”: é o período de preparação operacional.

Transição 2026 a 2033TRANSIÇÃO 2026 → 203320262027202820292030203120322033testeCBS · fim de PIS/CofinsICMS e ISS reduzem · IBS aumentaplenoIBS ocupa o espaço dos tributos atuaisICMS / ISSalíquotas de referência:CBS 0,9% · IBS 0,1%sistemas antigos e novosconvivem na operaçãoImposto Seletivo, IPI eregras setoriais: análise própria
Entre 2029 e 2032 há redução progressiva de ICMS e ISS e aumento correspondente da participação do IBS; em 2033, extinção de ICMS e ISS.

Cenário 2026 · adaptação e testes

Receita Federal e Comitê Gestor do IBS publicaram cronograma específico para os documentos fiscais eletrônicos da reforma, com marcos ao longo de 2026 e início de 2027. É preciso verificar qual documento a empresa usa, quando começa a obrigatoriedade, se o sistema está atualizado e se o leiaute foi implementado.

Cenário 2027–2028 · CBS em nova etapa

Segundo a Receita, a partir de 2027 PIS e Cofins são extintos, a CBS passa a integrar efetivamente a nova estrutura, o Imposto Seletivo entra em vigor nas operações correspondentes e há mudança relevante na tributação do IPI, ressalvadas as regras ligadas à Zona Franca de Manaus. Componentes do sistema anterior são mantidos.

Cenário 2029–2032 · substituição gradual

Redução progressiva de ICMS e ISS, com aumento correspondente da participação do IBS. Durante anos, empresas precisarão administrar sistemas antigos e novos simultaneamente.

Cenário 2033 · novo sistema pleno

O novo modelo entra integralmente em vigor, com extinção de ICMS e ISS. Contratos e investimentos de longo prazo precisam considerar a curva de transição, e não apenas o ponto final.

A transição aumenta a complexidade antes de reduzi-laNo longo prazo, o sistema busca simplificação. Durante a transição, a empresa pode operar ao mesmo tempo com tributos antigos, tributos novos, regras de transição e novos documentos: 2026 a 2032 exigem planejamento específico.
Cada etapa gera impacto diferenteUma operação que parece adequada em 2027 pode apresentar resultado diferente em 2029 e em 2031. Por isso, não é recomendável projetar 2033 usando apenas a realidade de 2026.
03Operação e sistemas
Operação

A Reforma Tributária também é um projeto de tecnologia

A empresa pode estar juridicamente preparada e, ainda assim, ter dificuldade operacional se o ERP não estiver atualizado, o cadastro estiver incompleto, os documentos fiscais não comportarem os novos campos ou as integrações não estiverem preparadas.

Fiscal, contabilidade e tecnologia precisam trabalhar em conjunto.

Operação real e dez frentespreçoscontratoscréditosdocumentos fiscaisERPcadastrosfluxo de caixafornecedoresclientesregime tributáriooperaçãoreal
A reforma alcança dez frentes da operação, de preços e contratos a cadastros, caixa e regime tributário.
Cadastro de produtos e serviçosA qualidade do cadastro pode influenciar tributação, crédito, emissão documental e classificação da operação. Pode ser necessário revisar NCM, descrição, natureza do produto, códigos de serviço e cadastros de clientes e fornecedores. Um erro cadastral pode se repetir em grande volume de operações.
ERP testado antes da obrigatoriedadeVerifique com o fornecedor do sistema a atualização disponível, novos campos, novas regras, ambiente de teste e cronograma. Esperar o primeiro dia de obrigatoriedade para testar pode gerar interrupções no faturamento.
Emissão de nota fiscal é operação críticaSe o sistema não emite corretamente o documento, a empresa pode ter dificuldade de faturar, entregar e cobrar. A reforma também é um projeto de continuidade operacional.

Receita e Comitê Gestor do IBS já publicaram em 2026 o cronograma de documentos fiscais eletrônicos e declarações vinculados à reforma: a adaptação não pode esperar a data de recolhimento dos novos tributos. Veja Monitoramento de Mudanças na Legislação Tributária.

04Créditos e cadeia
Créditos

CBS e IBS alteram a lógica de créditos

A análise não deve olhar apenas a alíquota da venda: é preciso verificar os créditos relacionados às entradas.

Um dos pontos mais relevantes do novo sistema está na sistemática de créditos, que pode alterar a forma como a empresa analisa compras, fornecedores, despesas, investimentos e cadeia produtiva.

Imagine duas empresas sujeitas à mesma alíquota: uma com grande volume de aquisições geradoras de crédito e outra com estrutura predominantemente baseada em folha, margem e mão de obra. O efeito econômico pode ser diferente — por isso a reforma precisa ser simulada com a estrutura real de custos.

Mesma alíquota, efeitos diferentesMESMA ALÍQUOTA, ESTRUTURAS DIFERENTESEmpresa A · muitas comprasdébitocréditosaldoEmpresa B · folha e mão de obradébitocréditosaldoilustração sem valores: simule com a estrutura real de custos
A carga nominal não conta toda a história.

Prestadores de serviços

Frequentemente têm despesa concentrada em mão de obra, pró-labore, salários e despesas administrativas. A relação entre débitos e créditos precisa ser simulada com cuidado.

Comércio

Pode ter volume significativo de mercadorias adquiridas, com dinâmica de créditos diferente da de prestadores de serviços. A análise considera também margem, estoque, preço, fornecedores e perfil dos clientes.

Indústria

Matéria-prima, insumos, energia, equipamentos, serviços contratados e cadeia de fornecedores podem ser relevantes. A reforma pode alterar a forma como créditos são acumulados e utilizados.

Crédito ao longo da cadeiaO CRÉDITO CIRCULA PELA CADEIAFornecedorregime, documentaçãoR$Sua empresadébito e créditoR$Clientecrédito da compraescolher fornecedor deixa de ser só preço comercial; o cliente também olha o crédito da compra
A capacidade de gerar crédito na cadeia torna o perfil do fornecedor mais relevante; a escolha deixa de ser só preço comercial.
O fornecedor influencia a carga econômicaAvalie regime do fornecedor, documentação, tratamento da operação e possibilidade de crédito.
O cliente também olha o créditoEm operações entre empresas, o tratamento tributário do fornecedor pode influenciar o crédito do adquirente, afetando competitividade, negociação e preço.
05Comércio exterior e destino
Importação, exportação e destino

Importadores, exportadores, e-commerce e marketplaces têm pontos de atenção próprios

Importação também é afetada

Operações de importação passam a interagir com o novo sistema. Importadores precisam revisar custo, créditos, documentos aduaneiros e integração com a escrituração doméstica, junto com Imposto de Importação, eventuais direitos antidumping e demais custos aduaneiros. Veja a página de Aduaneiro.

Exportação exige análise própria

A reforma mantém tratamento específico para operações destinadas ao exterior. Podem ser relevantes créditos acumulados, aproveitamento, recuperação e fluxo de caixa: a empresa avalia não só a venda, mas o comportamento dos créditos gerados na cadeia.

O destino ganha importância

A nova estrutura foi concebida com tributação orientada ao destino, com reflexos para empresas que vendem para outros Estados, outros Municípios e consumidores em diferentes regiões. A localização do cliente passa a ter relevância operacional ainda maior.

E-commerce

Empresas digitais vendem para todo o País. Será importante revisar cadastro do destinatário, endereço, natureza da operação, documentação fiscal e sistemas de faturamento. Automação incorreta pode multiplicar erros rapidamente.

Marketplaces e plataformas

Empresas que operam com plataformas, intermediação ou marketplaces podem precisar compreender novas responsabilidades e fluxos de informação. Contratos e sistemas precisam ser avaliados em conjunto.

Tributação no destinoA LOCALIZAÇÃO DO CLIENTE IMPORTAsuaempresaoutros Estadosoutros Municípiosconsumidores em regiões diferentes
Localização do cliente, endereço e natureza da operação passam a pesar mais no documento fiscal.
06Preço e contratos
Preço e contratos

Preço e contratos podem precisar ser recalculados e revistos

O preço praticado hoje pode embutir tributos que serão progressivamente substituídos. A empresa precisa entender qual será o débito tributário, quais créditos poderá utilizar e qual margem restará.

Sem essa análise, a empresa pode manter um preço aparentemente adequado e descobrir depois uma redução de margem.

Formação de preçoFORMAÇÃO DE PREÇOAtalho: preço atual + IBS + CBSpreço atual+ IBS+ CBSo preço já contém PIS, Cofins, ICMS, ISS e créditosCaminho: recomposição completaqual será o débitoquais créditos poderão ser usadosqual margem restará
Não é recomendável simplesmente somar IBS e CBS ao preço atual: ele já contém PIS, Cofins, ICMS, ISS, créditos e regimes específicos.
Contratos podem precisar de revisãoMuitos contratos foram assinados sob outra estrutura tributária e podem ter cláusulas de preço líquido, tributos incluídos, reajuste, retenções e repasse de aumento tributário. Contratos de médio e longo prazo devem ser analisados antes que as mudanças produzam efeito econômico relevante. Veja Contratos.
Contratos de longo prazoA tributação existente na assinatura pode não ser a mesma durante toda a execução. Pode ser necessário prever mudança legislativa, recomposição, revisão de preço e tratamento de novos tributos.
07Simples Nacional
Simples Nacional

O Simples também foi adaptado à Reforma Tributária

Em agosto de 2026, o Comitê Gestor do Simples Nacional atualizou sua regulamentação para incorporar IBS e CBS ao regime. As novas regras produzirão efeitos, em sua maior parte, a partir de 1º de janeiro de 2027. Empresas do Simples também precisam analisar a reforma.

Para 2027, a regulamentação passou a permitir, em determinadas condições, escolha quanto à forma de recolhimento de IBS e CBS. Em setembro de 2026, a Receita abriu prazo específico para definir o modelo de recolhimento para 2027.

Decisão do Simples sobre IBS e CBSSIMPLES: UMA DECISÃO A MAIS PARA 2027carga própriaperfil dos clientescompetitividadecompararcenáriosB2Cvende ao consumidor finalB2Bcliente empresa pode usar o créditoa escolha não deve ser feita pela alternativa que parece mais simples
Não existe solução igual para todas as empresas do Simples: B2C e B2B têm realidades diferentes.
Considere também seus clientesUma empresa do Simples que vende majoritariamente para outras empresas pode ter na geração de créditos para o adquirente um elemento comercial importante. A escolha deve considerar carga própria, perfil dos clientes e competitividade.

Veja também Enquadramento e Revisão de Regime Tributário: o Simples deixou de ser uma análise separada da estratégia de IBS e CBS.

08Caixa
Fluxo de caixa

Margem e fluxo de caixa são questões diferentes

A nova sistemática pode alterar o momento dos créditos, o momento dos débitos, as formas de recolhimento e a necessidade de capital de giro. Por isso, projeção financeira faz parte da análise.

Uma operação pode continuar rentável e, ao mesmo tempo, exigir mais caixa em determinados momentos: é importante analisar resultado econômico e movimentação financeira.

Margem e fluxo de caixaRESULTADO ≠ CAIXAresultado econômicomovimentação financeirasplit payment alteracomo o valor é recebido
Resultado econômico e movimentação financeira precisam ser projetados separadamente.
Split paymentA reforma prevê mecanismos de recolhimento vinculados ao próprio fluxo financeiro das operações, o que pode alterar como a empresa recebe e administra determinados valores. Financeiro e fiscal precisam acompanhar a regulamentação e a implantação técnica.
Pagamento, documento e recolhimentoÀ medida que os mecanismos forem implantados, pode haver maior integração entre documento fiscal, pagamento e recolhimento. Isso aumenta a importância da qualidade da informação desde a origem.
09Equipes e gestão
Áreas e rotinas

Tributação não deve ficar restrita ao departamento fiscal

Mudanças podem atingir fiscal, faturamento, compras, comercial, financeiro, contratos e contabilidade. Não é necessário transformar toda a equipe em especialista tributário, mas cada área precisa saber quais informações não podem ser tratadas como antes. Veja Treinamento para Equipes.

Seis áreas, um projetoUM PROJETO DE GESTÃOtributáriocontabilidadefinanceirotecnologiacomercialjurídicotratar a reforma só como assunto do contador deixa áreas sem preparação
Tratar a reforma exclusivamente como assunto do contador pode deixar áreas importantes sem preparação.
ComprasAlém de preço, prazo e qualidade, passam a pesar crédito, regime do fornecedor e documentação: a decisão de compra tem impacto fiscal mais visível.
ComercialPrecisa saber qual preço praticar, se o cliente terá crédito, se o contrato permite recomposição e qual informação deve constar na proposta.
FinanceiroAcompanha recebimentos, pagamentos, créditos, tributos e conciliações. Mudanças na forma de recolhimento podem afetar a previsibilidade do caixa.
ContabilidadePrecisará refletir novos tributos, créditos, débitos, saldos e ajustes da transição: plano de contas e rotinas de fechamento podem precisar de revisão. Veja Assessoria Contábil.
Relatórios e indicadoresComparar períodos poderá ficar mais difícil durante a transição. Uma margem de 2025 pode não ser diretamente comparável à de 2028: relatórios devem separar efeito operacional de efeito tributário.
10Planejamento
Planejamento

Benefícios, regimes específicos e investimentos entram na conta

Benefícios fiscaisEmpresas que usam incentivos estaduais, benefícios municipais ou regimes especiais precisam analisar as regras de transição e eventuais mecanismos de compensação. A reforma não deve ser analisada apenas pela alíquota geral.
Setores com regimes específicosA LC nº 214/2025 estabelece tratamentos diferenciados e regimes específicos para determinadas atividades: não se deve aplicar uma alíquota geral de IBS e CBS numa planilha sem verificar o tratamento legal correspondente.
Planejamento tributário refeitoEstruturas construídas sob ICMS, ISS, PIS e Cofins podem perder parte de sua lógica econômica. O planejamento precisa considerar o sistema de transição.
Investimentos e créditos futurosA compra de equipamentos, tecnologia e infraestrutura pode ter tratamento de crédito relevante: o momento de certos investimentos pode precisar ser analisado dentro do cronograma da reforma.
Due diligence tributáriaEm compra de empresas, investimentos e reorganizações societárias, será preciso avaliar também o grau de preparação para IBS e CBS: sistemas, cadastros, contratos, processos e exposição durante a transição.
11Sinais de alerta
Sem preparação

Os primeiros problemas podem não vir como auto de infração

Sinais operacionaisOS PRIMEIROS SINAIS SÃO OPERACIONAISnota rejeitadasistema sem campo corretopreço inadequadocontrato desatualizadocrédito perdidodivergência de cadastropodem surgir antes de qualquer fiscalização
Preparação precisa ser operacional: nota rejeitada, sistema sem campo correto, preço inadequado, contrato desatualizado, crédito perdido e divergência de cadastro.

A Reforma Tributária não é um evento que ocorrerá apenas em 2033. A implementação já está acontecendo.

Uma boa adaptação envolve tributário, contabilidade, financeiro, tecnologia, comercial e jurídico. Veja também Apuração Mensal de Tributos e Análise de CNAE.

12Como funciona
Como funciona

Como funciona uma análise dos Impactos da Reforma Tributária

O trabalho pode envolver dez etapas.

  1. Diagnóstico da operaçãoAtividades, produtos, serviços, clientes e fornecedores.
  2. Mapeamento tributário atualPIS, Cofins, ICMS, ISS, benefícios e créditos.
  3. Análise do novo tratamentoCBS, IBS, Imposto Seletivo e regimes diferenciados ou específicos.
  4. Mapeamento de créditosCompras, insumos, serviços e investimentos.
  5. Simulação da cargaEstrutura atual, etapas da transição e novo modelo.
  6. Análise da precificaçãoImpacto sobre preço, margem e competitividade.
  7. Revisão contratualContratos que podem exigir ajustes.
  8. Revisão de sistemas e cadastrosERP, documentos fiscais, cadastros e integrações.
  9. Plano de adaptaçãoResponsáveis, prioridades e cronograma.
  10. Acompanhamento da transiçãoAtualização conforme novas normas e etapas entram em vigor.
13Atuação FIX
Como a FIX atua

Como a FIX Compliance atua na análise dos impactos de IBS e CBS

Jornal financeiro com gráfico de ações sobre a mesa
Operação, créditos e preços analisados com números reais.

A FIX pode auxiliar empresas na análise dos impactos da Reforma Tributária do Consumo e na preparação para IBS e CBS. Conforme a necessidade, o trabalho envolve:

  • diagnóstico tributário
  • análise da operação atual
  • mapeamento de PIS, Cofins, ICMS e ISS
  • avaliação do tratamento de IBS e CBS
  • análise de créditos
  • revisão de fornecedores
  • revisão do perfil de clientes
  • simulação de carga tributária
  • análise de margens
  • revisão de precificação
  • análise de fluxo de caixa
  • revisão de contratos
  • revisão de cadastros
  • análise de adequação de sistemas
  • treinamento de equipes
  • construção de plano de transição
  • acompanhamento das alterações regulatórias

O impacto depende do setor, regime tributário, cadeia de fornecedores, perfil de clientes e características da empresa. Por isso, não existe resposta única sobre se a reforma aumentará ou reduzirá a carga de determinado negócio sem análise dos dados.

14Relacionadas
15Para quem
Para quem

Para quem este serviço é indicado?

A análise dos impactos de IBS e CBS pode ser especialmente relevante para empresas que:

Marque o que descreve a sua empresa:

Vale uma análise de impactos de IBS e CBS.Reúna uma visão de compras, vendas, contratos e sistemas e fale com a FIX.

Sua empresa está apenas acompanhando as notícias da Reforma Tributária ou já sabe como ela afeta sua operação?

Uma análise prática precisa responder: como a empresa é tributada hoje; quais tributos serão substituídos; quais créditos poderão existir; como os preços serão afetados; quais contratos precisam ser revistos; quais sistemas precisam ser atualizados; qual será o impacto no caixa; e o que precisa estar pronto em cada etapa da transição.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre os Impactos da Reforma Tributária (IBS/CBS)

O que são IBS e CBS?

A CBS é um tributo federal sobre bens e serviços. O IBS tem competência compartilhada entre Estados, Distrito Federal e Municípios. Juntos, formam a base do novo modelo de tributação do consumo, estruturado com características de imposto sobre valor agregado.

Quais tributos serão substituídos?

A CBS substitui PIS e Cofins. O IBS substituirá progressivamente ICMS e ISS. A substituição não ocorre de uma única vez: há um período de transição.

O que acontece em 2026?

A Receita Federal apresenta 2026 como ano de teste de CBS e IBS, com alíquotas de referência de 0,9% e 0,1%, dentro das regras de compensação e dispensa previstas para o período quando cumpridas as obrigações correspondentes. Também já há cronograma de documentos fiscais eletrônicos.

O que muda a partir de 2027?

Segundo a Receita, PIS e Cofins são extintos, a CBS passa a integrar efetivamente a nova estrutura, o Imposto Seletivo entra em vigor nas operações correspondentes e há mudança relevante na tributação do IPI, ressalvadas as regras da Zona Franca de Manaus.

Quando ICMS e ISS deixam de existir?

Entre 2029 e 2032 ocorre redução progressiva de ICMS e ISS, com aumento correspondente do IBS. Em 2033 o novo modelo entra integralmente em vigor, com extinção de ICMS e ISS. Durante anos, sistemas antigos e novos convivem.

A Reforma Tributária é só um tema fiscal?

Não. Ela pode afetar preços, contratos, créditos, documentos fiscais, ERP, cadastros, fluxo de caixa, relação com fornecedores e clientes e regime tributário. Por isso, tributário, contabilidade, financeiro, tecnologia, comercial e jurídico precisam atuar juntos.

Posso simplesmente somar IBS e CBS ao meu preço atual?

Não é recomendável. O preço atual já contém efeitos de PIS, Cofins, ICMS, ISS, créditos e regimes específicos. A nova formação de preço precisa partir da recomposição completa da operação: débito, créditos utilizáveis e margem restante.

Como os créditos influenciam a carga?

Duas empresas sujeitas à mesma alíquota podem ter efeitos diferentes se uma tiver muitas aquisições geradoras de crédito e outra tiver estrutura baseada em folha e mão de obra. Por isso é necessário simular com a estrutura real de custos.

Meus contratos precisam ser revistos?

Podem precisar. Contratos assinados sob outra estrutura tributária podem ter cláusulas de preço líquido, tributos incluídos, reajuste, retenções e repasse de aumento tributário. Contratos de médio e longo prazo merecem análise antecipada.

Empresas do Simples Nacional precisam se preocupar?

Sim. A regulamentação do Simples foi atualizada em 2026 para incorporar IBS e CBS, com efeitos, em sua maior parte, a partir de 1º de janeiro de 2027, e permite, em determinadas condições, escolha quanto à forma de recolhimento. A decisão deve comparar cenários.

O que é split payment e por que importa?

É um mecanismo de recolhimento vinculado ao fluxo financeiro das operações, previsto na reforma. Pode alterar como a empresa recebe e administra determinados valores, e por isso financeiro e fiscal precisam acompanhar a regulamentação e a implantação técnica.

Meu ERP precisa ser atualizado?

Pode precisar. Verifique com o fornecedor atualização disponível, novos campos, novas regras, ambiente de teste e cronograma, e teste antes da obrigatoriedade para evitar interrupções no faturamento.

Importadores e exportadores são afetados?

Sim. Importadores precisam revisar custo, créditos, documentos aduaneiros e integração com a escrituração, além de Imposto de Importação e demais custos. Exportadores precisam avaliar créditos acumulados, aproveitamento, recuperação e fluxo de caixa.

A reforma vai aumentar ou reduzir a carga da minha empresa?

Não há resposta única sem analisar os dados. O impacto depende do setor, regime tributário, cadeia de fornecedores, perfil de clientes e características específicas da empresa.

Como a FIX Compliance pode ajudar?

A FIX diagnostica a operação, mapeia PIS, Cofins, ICMS e ISS, avalia o tratamento de IBS e CBS, analisa créditos, simula a carga, revisa preços, contratos, cadastros e sistemas, treina equipes e constrói e acompanha o plano de transição. Não há promessa de resultado.

Fontes

Referências bibliográficas e fontes oficiais

As referências abaixo sustentam os conceitos citados. Normas e regras são atualizadas: confirme a versão vigente nos canais oficiais antes de aplicar.

  1. BRASIL. Receita Federal. Reforma Tributária do Consumo: CBS e IBS. Receita Federal ↗
  2. BRASIL. Lei Complementar nº 214/2025: institui IBS, CBS e Imposto Seletivo (consulte a versão vigente nos canais oficiais).
  3. BRASIL. Lei Complementar nº 227/2026: Comitê Gestor do IBS e outras disposições (consulte a versão vigente nos canais oficiais).
  4. BRASIL. Receita Federal. Portal do Simples Nacional. Receita Federal ↗
  5. BRASIL. Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 (Código Tributário Nacional). Planalto ↗
  6. UNSPLASH. Licença Unsplash: fotografias de uso livre utilizadas nesta página. Unsplash ↗

Conteúdo informativo, sem garantia de resultado. Cada empresa exige análise própria; gráficos, valores e exemplos são meramente ilustrativos.

Fale com a FIX Compliance

Fale com a FIX Compliance sobre os impactos de IBS e CBS na sua operação

Se sua empresa precisa compreender como a Reforma Tributária do Consumo, o IBS e a CBS afetam suas operações, fale com a FIX Compliance. Nossa equipe pode mapear a estrutura atual, simular impactos, identificar pontos de adaptação e desenvolver um plano de transição integrado entre tributação, contabilidade, contratos, sistemas e gestão financeira.

Peça uma análise de impactos

Preencha o formulário e a equipe da FIX retorna com os próximos passos.

Nome

Fale com a FIX

Fale com a gente

Vamos conversar sobre o seu caso?

Preencha o formulário e um especialista da Fix Compliance entra em contato com você rapidinho — sem compromisso.

  • ✓Resposta em até 1 dia útil
  • ✓Atendimento direto com o especialista que resolverá seu problema

Envie sua mensagem

Todos os campos são obrigatórios.

Fale com a FIX