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Tributário · Assessoria Tributária · Parcelamentos

Parcelar uma dívida não encerra o problema: é preciso acompanhar o acordo até o fim

Empresas podem negociar débitos com a Receita Federal, a PGFN, Estados, Municípios e outros órgãos. Depois da adesão, ainda é preciso acompanhar pagamento das parcelas, manutenção das condições, novas pendências, risco de exclusão, regularidade fiscal e impacto no caixa, para que um problema já tratado não volte a ser passivo.

Carnê de acompanhamento do parcelamentoCARNÊ DO ACORDO · ACOMPANHAMENTO FIX010203040506conferir07vence08a vencer09a vencer10a vencer11a vencer12a vencerANDAMENTO DO ACORDO (ILUSTRATIVO)acordo ativopagamento a conferirsem novas pendências?
5tipos de órgão: Receita, PGFN, Estados, Municípios e outros
10etapas do acompanhamento da FIX
10pontos no checklist interativo
15perguntas respondidas nesta página
Ciclo do acordo

  1. 1Levantaracordos, órgãos e saldos
  2. 2Organizarparcelas e condições
  3. 3Monitorarpagamentos e sistemas
  4. 4Simularmanter, renegociar ou quitar
  5. 5Reportarrelatório consolidado
O que é

O que é o acompanhamento de parcelamentos?

É o monitoramento periódico dos acordos firmados para regularização de débitos. O objetivo é garantir que o acordo continue compatível com aquilo que foi originalmente negociado.

O trabalho pode envolver

  • conferência das parcelas
  • verificação de pagamentos
  • acompanhamento de vencimentos
  • análise de saldo
  • monitoramento da situação fiscal
  • verificação de novas pendências
  • análise de risco de exclusão
Jornal financeiro com gráfico de ações sobre a mesa
Controle periódico dos acordos, com números e prazos.
Parcelamento não significa quitaçãoPARCELAR NÃO É QUITARA quitação vem depois do cumprimento integral das condiçõesAdesãoacordo firmadoParcelaspagamento mensalControlesaldo e regularidadeÚltimo pagamentocumprimento integralQuitaçãodívida encerradaENQUANTO PARCELADAa dívida continua existindo,paga conforme prazo e regrasRISCO DE NÃO ACOMPANHARo acordo pode ser perdidosem que a empresa percebaacompanhar até o fim, não só aderir
Depois da adesão, o acordo ainda precisa ser cumprido por inteiro.
Parcelamento não é quitaçãoA dívida não deixa de existir quando é parcelada. Ela passa a ser paga conforme prazo, valor, condições e regras do programa, e a quitação só ocorre depois do cumprimento integral.
Negociação não apaga a dívidaHá modalidades com descontos, prazos diferenciados, condições específicas e obrigações adicionais. A empresa precisa acompanhar o cumprimento ao longo do tempo.
Um acordo pode ser perdidoDependendo da modalidade, o descumprimento pode gerar rescisão, exclusão, retomada da cobrança e perda de benefícios.
Seletor interativo

Qual é a situação do seu acordo hoje?

Clique no cartão que mais se parece com a sua situação para ver quando o caso se aplica, o que o acompanhamento pode cobrir e para onde ir.

Acabei de aderir ao parcelamento

Quando faz sentido

  • o acordo foi formalizado e ninguém está acompanhando
  • a empresa não tem um controle de vencimentos e saldo
  • há dúvida sobre quais condições precisam ser mantidas
O que a análise pode cobrir

  • levantamento do acordo: órgão, modalidade, saldo e prazo
  • registro de parcelas, vencimentos e condições específicas
  • cálculo do impacto mensal no caixa

Atrasei uma parcela

Quando faz sentido

  • houve parcela não paga, paga em atraso ou débito automático não processado
  • a guia pode ter sido emitida incorretamente
  • o valor pago pode estar divergente
O que a análise pode cobrir

  • verificação do status do acordo no sistema do órgão
  • análise do risco de exclusão conforme a modalidade
  • plano para regularizar antes de perder as condições

Paguei, mas o sistema mostra pendência

Quando faz sentido

  • há comprovante de pagamento e, ainda assim, saldo em aberto
  • código, período ou vinculação podem estar incorretos
  • o pagamento pode estar em processamento ou compensação
O que a análise pode cobrir

  • conferência de código, período, vinculação, processamento e compensação
  • identificação da divergência antes que se acumule
  • regularização de inconsistências junto ao órgão

Preciso de certidão

Quando faz sentido

  • a empresa precisa de certidão para contrato, financiamento, licitação ou operação societária
  • o débito pode estar com exigibilidade suspensa nas hipóteses legais
  • existem outras pendências além do acordo
O que a análise pode cobrir

  • conferência da situação fiscal global
  • verificação de novas pendências e obrigações
  • acompanhamento periódico para evitar surpresa

Dívida ativa ou execução fiscal

Quando faz sentido

  • o débito está inscrito em dívida ativa
  • já existe processo judicial de cobrança
  • há garantias como depósito, seguro, fiança ou penhora
O que a análise pode cobrir

  • situação do processo e efeitos da negociação
  • acompanhamento das garantias
  • integração entre o financeiro e a atuação jurídica

Quero renegociar ou antecipar

Quando faz sentido

  • o acordo atual deixou de caber no caixa
  • a empresa melhorou financeiramente e pensa em quitar
  • surgiu um novo programa de regularização
O que a análise pode cobrir

  • simulação do cenário atual e da nova alternativa
  • comparação de valor mensal, custo total e impacto no caixa
  • análise do custo de migração e dos requisitos

Débitos em vários órgãos

Quando faz sentido

  • a empresa tem dívidas federais, estaduais e municipais
  • acompanhar só uma esfera deixa outras pendências sem tratamento
  • cada órgão tem sistema e regras próprios
O que a análise pode cobrir

  • levantamento consolidado por órgão
  • relatório periódico com saldo, parcela atual, vencimento, status e risco
  • apoio na regularização de novas pendências
Acordos com vários órgãosONDE ESTÃO OS SEUS ACORDOS?Cada órgão tem sistema, regra e prazo própriosReceita Federaldébito em cobrança administrativaPGFNdébito inscrito em dívida ativa da UniãoEstadosprocuradorias e programasMunicípiosparcelamentos e programas locaisOutros órgãosconforme o casosuaempresaum painelúnico com todosos acordos
Receita Federal, PGFN, Estados, Municípios e outros órgãos têm sistemas próprios.
Pagamentos

O pagamento das parcelas precisa ser monitorado, e reconhecido

Parece simples, mas falhas acontecem: parcela não paga, pagamento em atraso, débito automático não processado, guia emitida incorretamente ou valor divergente.

Pago versus reconhecidoPAGO NÃO É, NECESSARIAMENTE, RECONHECIDOCompare o comprovante com o que o sistema mostraCOMPROVANTEPAGOem poder da empresaSISTEMA DO ÓRGÃOPENDENTE?o saldo não baixou?códigoperíodovinculaçãoprocessamentocompensaçãoidentificar a divergência antes que se acumule
Pagamento realizado e pagamento reconhecido não são exatamente a mesma coisa.

Confira se a parcela foi efetivamente paga

Conferir vencimentos e pagamentos evita que uma falha pontual vire motivo de exclusão do acordo.

Comprovante não é garantia de baixa

A empresa pode ter comprovante e ainda assim ver pendência no sistema. Pode ser necessário verificar código, período, vinculação, processamento e compensação.

O saldo muda com o tempo

Pagamentos, atualização, juros e consolidação alteram o saldo. Acompanhar a evolução do acordo evita surpresas.

Nem toda parcela é igual

Dependendo da modalidade, o valor pode variar. A empresa não deve presumir que todas as parcelas serão iguais e precisa ajustar o fluxo de caixa à realidade do acordo.

Fonte oficial · Receita FederalNo parcelamento ordinário descrito no manual da Receita, a partir da 2ª parcela o débito é feito em conta no último dia útil do mês; sem débito automático, emite-se o DARF no e-CAC. O manual cita a rescisão por falta de pagamento de três prestações. Abrir ↗

Risco

Regularizar o passado sem criar novo passivo

Uma empresa pode manter um parcelamento antigo corretamente e, ao mesmo tempo, acumular novas pendências. Por isso o acompanhamento não deve olhar apenas para o acordo.

Regularizar o passado sem criar novo passivoREGULARIZAR O PASSADO, SEM CRIAR NOVO PASSIVOO acompanhamento olha para além do acordoCENÁRIO DE RISCOdébitos antigosparceladostributos atuaissem pagardívida total cresceO QUE O ACOMPANHAMENTO OBSERVAtributos correntesdeclaraçõesnovas inscriçõesnovas cobrançasparcelamento precisa vir com reorganização financeira e tributária
Parcelar débitos antigos e deixar de pagar os atuais faz a dívida total continuar crescendo.

Parcelar resolve a forma de pagamento. Acompanhar garante que a regularização continue funcionando.

O acompanhamento observa tributos correntes, declarações, novas inscrições e novas cobranças. Veja também Autos de Infração e Notificações de Lançamento.

Origem da dívida

A causa do débito precisa ser corrigida

Se o débito surgiu por falta de caixa, erro de apuração, falha de gestão, regime inadequado ou ausência de controle, parcelar sem corrigir a causa pode gerar recorrência.

Tratar a causa da dívidaPARCELAR SEM CORRIGIR A CAUSA GERA RECORRÊNCIAQual foi a origem do débito?falta de caixaerro de apuraçãofalha de gestãoregime inadequadoausência de controleEXCEPCIONALregularizaçãopontual,com a causacorrigidaPERMANENTEtributo não pagocomo financiamentode caixa:mais juros e riscodiferencie regularização excepcional de dependência
Regularização excepcional não é dependência permanente de parcelamentos.

Usar sistematicamente tributos não pagos para financiar o caixa pode aumentar dívida, juros e risco fiscal. A análise pode incluir revisão de Apuração Mensal e de Enquadramento e Revisão de Regime Tributário.

Fluxo de caixa

Parcelamentos longos entram no planejamento financeiro

Uma dívida parcelada pode acompanhar a empresa durante anos. O valor das parcelas deve ser tratado como compromisso recorrente dentro do orçamento.

Parcelas no fluxo de caixaA PARCELA É UM COMPROMISSO RECORRENTEIlustração, sem valores reaisPROJEÇÃO DE CAIXA · ILUSTRATIVAm1m2m3m4m5m6m7m8tributos correntesparcela do acordocaixa disponíveldespesas fixassazonalidadeorçamento anualparcelas variáveis
As parcelas precisam aparecer no orçamento, na projeção de caixa e nos relatórios gerenciais.
Antes de gastarSem considerar o acordo, a empresa pode contratar novas despesas, distribuir recursos ou investir além da capacidade.
Distribuição de lucrosResultado contábil e disponibilidade financeira não são a mesma coisa. Decisões de distribuição precisam considerar caixa, obrigações e planejamento.
Antes de aderirVerifique caixa disponível, despesas fixas, sazonalidade e tributos correntes. Uma negociação só funciona se a empresa consegue cumprir as parcelas.
Certidões

Certidões precisam ser acompanhadas

Determinadas negociações podem permitir regularização suficiente para emitir certidão. Mas isso precisa ser monitorado, porque a empresa pode precisar dela para contratos, financiamentos, licitações e operações societárias.

Certidão e situação fiscal globalCERTIDÃO É CONSEQUÊNCIA DA SITUAÇÃO FISCALVerifique periodicamente, não só quando precisarsituação do acordooutras pendênciasregularidade das obrigaçõesSITUAÇÃO FISCALCERTIDÃOregular, ou positivacom efeitos de negativa,nas hipóteses legaisQUANDO A EMPRESA PODE PRECISAR DE CERTIDÃOcontratosfinanciamentoslicitaçõesoperações societáriasdescobrir a falha na hora da certidão é tarde
A certidão é consequência da situação fiscal global.

Quando o débito está com exigibilidade suspensa nas hipóteses legais aplicáveis, pode ser possível obter certidão positiva com efeitos de negativa. É importante verificar a situação do acordo, outras pendências e a regularidade das obrigações. Muitas empresas só percebem que o acordo foi rompido quando precisam emitir a certidão: o monitoramento periódico ajuda a identificar o problema antes.

Dívida ativa

Receita Federal, dívida ativa e execução fiscal exigem acompanhamentos diferentes

Dependendo do estágio, o débito pode estar sob a Receita Federal ou sob a PGFN. Isso influencia onde consultar, negociar e acompanhar e quais opções estão disponíveis.

Receita, dívida ativa e execução fiscalEM QUE ESTÁGIO ESTÁ O DÉBITO?Isso muda onde consultar, negociar e acompanharReceita Federalcobrança administrativaDívida ativa (PGFN)débito inscritoExecução fiscalse judicializadaNA DÍVIDA ATIVA PODEM EXISTIRparcelamentostransaçõesexecuções fiscaisrestriçõesGARANTIAS A ACOMPANHARdepósitosegurofiançapenhorafinanceiro e jurídico trabalham integrados
Identificar o órgão responsável é o primeiro passo.

Débito inscrito

Quando o débito está inscrito, passa a integrar a cobrança da dívida ativa. Podem existir parcelamentos, transações, execuções fiscais e restrições, e o acompanhamento precisa considerar a situação jurídica da cobrança.

A execução não desaparece sozinha

Se o débito já está judicializado, é necessário verificar situação do processo, efeitos da negociação, garantias, suspensão e eventual extinção. Financeiro e jurídico precisam trabalhar integrados.

Depósito, seguro, fiança e penhora

Mesmo depois do acordo, pode ser necessário acompanhar a situação das garantias existentes.

Cada edital é um caso

Negociações por transação podem ter condições próprias de prazo, capacidade de pagamento, descontos, garantias e manutenção da regularidade. Cada edital ou modalidade precisa ser analisado individualmente.

Veja a página de Assessoria Jurídica e a de Resposta a Intimações e Defesa Administrativa.

Fonte oficial · PlanaltoA Lei nº 13.988/2020 estabelece os requisitos e as condições para a transação nas cobranças da Fazenda Pública federal. Abrir ↗

Modalidades

Não existe um único modelo de parcelamento

Podem existir modalidades ordinárias, simplificadas, especiais, estaduais, municipais e vinculadas a programas específicos. Cada uma pode ter regras diferentes, por isso o acompanhamento precisa considerar o acordo concreto.

Três esferas de débitosACOMPANHAR UMA ESFERA NÃO BASTAFederal, estadual e municipal têm regras diferentesFEDERALReceita Federal e PGFNparcelamentos e transaçõesESTADUALprocuradorias e programassistemas própriosMUNICIPALparcelamentos e programaslegislação localum painel consolidado mostra todos os acordos de uma vez
Acompanhar apenas uma esfera pode deixar outras pendências sem tratamento.
Programas especiaisTêm prazo de adesão, condições específicas, desconto e número máximo de parcelas. Depois da adesão, essas condições precisam ser preservadas.
Descontos exigem mais atençãoQuando a negociação reduz juros, multa ou oferece condições diferenciadas, o descumprimento pode ter consequências mais relevantes.
Além do boletoAlgumas modalidades exigem manutenção de regularidade, informações e outras condições. Acompanhar só o pagamento não basta.
Simulador

Manter, renegociar ou quitar? Compare antes de decidir

Renegociar pode ser possível em algumas situações, mas precisa ser analisado antes de abandonar o acordo atual. Escolha uma opção.

Manter e acompanhar

  • conferir pagamentos, vencimentos e saldo
  • monitorar novas pendências e a regularidade
  • incluir a parcela no orçamento e na projeção de caixa

Mudanças legislativas e novos programas não significam abandonar automaticamente o acordo atual: é preciso comparar condições, custo da migração e requisitos.

Renegociar

  • comparar saldo, parcelas, prazo e custo total com entrada, parcelas, prazo, descontos e riscos
  • cancelar sem planejamento pode devolver o saldo à cobrança, perder condições, gerar inscrição ou execução e impedir temporariamente nova modalidade
  • a menor parcela nem sempre é a melhor: prazo maior pode elevar o custo total

Qualquer mudança deve ser simulada antes.

Quitar ou antecipar

  • comparar saldo, descontos existentes, custo de oportunidade do caixa e outras dívidas
  • verificar as regras da modalidade
  • decidir com visão financeira e tributária

Antecipar não é automaticamente vantajoso.

Simular antes de renegociarDECIDA COM BASE EM NÚMEROSA menor parcela nem sempre é a melhor opçãoCENÁRIO ATUALsaldo—parcelas—prazo—custo total—vsNOVA ALTERNATIVAentrada—parcelas e prazo—descontos—riscos—parcela menor pode vir com prazo maior e custo total maior:compare valor mensal, custo total e impacto no caixa
A decisão precisa vir de números, não da menor parcela.
Contabilidade

A dívida precisa estar corretamente contabilizada

Parcelamentos tributários precisam estar refletidos na contabilidade, com separação entre curto e longo prazo e entre juros e principal. Isso melhora a qualidade das demonstrações.

Parcelamento na contabilidadeA DÍVIDA TRIBUTÁRIA ENTRA NO ENDIVIDAMENTO REALContabilidade e acompanhamento caminham juntosBALANÇO · PARCELAMENTOScurto prazolongo prazoprincipaljurosENDIVIDAMENTO TOTALfinanciamentosfornecedoresempréstimosparcelamentos tributários
Dívida tributária entra na análise de endividamento junto a financiamentos, fornecedores e empréstimos.

A empresa pode acreditar que a dívida está “resolvida” porque está parcelada, mas, economicamente, o saldo ainda é uma obrigação. Conheça a Assessoria Contábil e a Escrituração Contábil.

Relatórios

Relatórios mostram exatamente quanto a empresa ainda deve

Sem controle, a percepção da dívida pode ser distorcida. O acompanhamento pode gerar informações para facilitar a gestão.

Parcelamentos ativosquais acordos existem
Saldoquanto ainda falta pagar
Parcela e vencimentovalor atual e data
Órgão, status e riscoonde está e como está

A empresa só descobre o problema quando precisa de crédito, licitação ou certidão?

Ao identificar cedo dificuldade de caixa, aumento de carga tributária ou crescimento de pendências, a empresa pode agir antes de precisar parcelar novamente.

Checklist

Seu acordo está sob controle? Marque o que está em dia

Quanto mais pontos sem confirmação, maior o risco de descobrir o problema tarde. O contador mostra quantos pontos estão em dia.

O que não está marcado merece atenção.A FIX levanta, confere e acompanha cada um desses pontos.

Como funciona

Como funciona o Acompanhamento de Parcelamentos e Negociações

O trabalho pode envolver dez etapas.

Dez etapas do acompanhamentoDO LEVANTAMENTO AO RELATÓRIO PERIÓDICOUm ciclo que se repete a cada período1Levantamentodos acordos2Organizaçãodas condições3Monitoramentodospagamentos4Acompanhamentodos sistemas5Regularidadefiscal6Monitoramentode risco7Análisefinanceira8Simulação dealternativas9Regularizaçãodeinconsistências10Relatóriosperiódicosciclo contínuo de acompanhamento
Do levantamento ao relatório periódico.
  1. Levantamento dos acordosIdentificação de órgão, modalidade, saldo e prazo.
  2. Organização das condiçõesRegistro de número de parcelas, vencimentos, valores e condições específicas.
  3. Monitoramento dos pagamentosVerificação das parcelas quitadas e pendentes.
  4. Acompanhamento dos sistemasConsulta periódica da situação dos acordos.
  5. Verificação da regularidade fiscalAnálise de novas pendências ou impedimentos.
  6. Monitoramento de riscoIdentificação de atraso, inadimplência e possível rescisão.
  7. Análise financeiraAvaliação do impacto das parcelas no caixa.
  8. Simulação de alternativasComparação entre manutenção, renegociação e quitação, quando necessário.
  9. Regularização de inconsistênciasAnálise de pagamentos não reconhecidos ou divergências.
  10. Relatórios periódicosApresentação da situação consolidada dos parcelamentos.
Como a FIX atua

Como a FIX Compliance atua no acompanhamento de parcelamentos

A FIX pode auxiliar empresas no acompanhamento de parcelamentos e negociações tributárias. O trabalho pode envolver, conforme a necessidade:

  • levantamento dos parcelamentos ativos
  • organização de saldos
  • acompanhamento de vencimentos
  • conferência de pagamentos
  • análise de pagamentos não reconhecidos
  • monitoramento da regularidade fiscal
  • acompanhamento de certidões
  • análise de risco de rescisão
  • acompanhamento de transações tributárias
  • avaliação de renegociações
  • simulação de alternativas
  • análise de impacto no fluxo de caixa
  • integração com a contabilidade
  • suporte na regularização de novas pendências

Quando houver dívida judicializada, garantias ou execução fiscal, o acompanhamento pode ser integrado à atuação jurídica correspondente. Não há promessa de resultado: as condições dependem da modalidade e de cada órgão.

Perfil

Para quem este serviço é indicado?

O acompanhamento pode ser especialmente relevante para empresas nas situações abaixo.

Marque o que acontece na sua empresa:

Vale uma conversa com a FIX.Reúna os acordos ativos, os órgãos envolvidos e as últimas parcelas pagas.

Sua empresa parcelou a dívida. Mas sabe se o acordo continua regular hoje?

Depois da negociação, é necessário acompanhar se as parcelas estão sendo pagas, se os pagamentos estão sendo reconhecidos, se o acordo continua ativo, se existem novas pendências, se a empresa mantém a regularidade fiscal, se o parcelamento continua adequado ao fluxo de caixa e se há risco de perder as condições negociadas.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre Acompanhamento de Parcelamentos e Negociações

O que é o acompanhamento de parcelamentos e negociações?

É o monitoramento periódico dos acordos firmados para regularização de débitos. Pode envolver conferência de parcelas, verificação de pagamentos, vencimentos, saldo, situação fiscal, novas pendências e risco de exclusão.

Parcelar uma dívida significa quitá-la?

Não. A dívida passa a ser paga de forma parcelada, conforme prazo, valor, condições e regras do programa. A quitação somente ocorre depois do cumprimento integral das condições aplicáveis.

Um parcelamento ou negociação pode ser perdido?

Pode, dependendo da modalidade. O descumprimento de condições pode gerar rescisão, exclusão, retomada da cobrança e perda de benefícios. Por isso, aderir sem acompanhar a execução pode criar um novo problema.

Pagamento realizado e pagamento reconhecido são a mesma coisa?

Não necessariamente. A empresa pode ter comprovante e ainda ver pendência no sistema. Pode ser necessário verificar código, período, vinculação, processamento e compensação.

As parcelas são sempre iguais?

Não. Dependendo da modalidade, o valor pode variar ao longo do tempo. A empresa não deve presumir parcelas iguais e precisa ajustar o fluxo de caixa à realidade do acordo.

Posso ter novos débitos mesmo mantendo o parcelamento em dia?

Sim. Uma empresa pode manter um parcelamento antigo e acumular novas pendências. Por isso o acompanhamento observa também tributos correntes, declarações, novas inscrições e novas cobranças.

Parcelar corrige a origem da dívida?

Não. Se o débito surgiu por falta de caixa, erro de apuração, falha de gestão, regime inadequado ou ausência de controle, parcelar sem corrigir a causa pode gerar recorrência.

Posso emitir certidão com o débito parcelado?

Dependendo da situação, pode ser possível obter certidão positiva com efeitos de negativa quando o débito está com exigibilidade suspensa nas hipóteses legais. É preciso verificar a situação do acordo, outras pendências e a regularidade das obrigações.

Receita Federal e PGFN têm sistemas diferentes?

Sim. Dependendo do estágio do débito, ele pode estar sob a Receita Federal ou sob a PGFN, o que influencia onde consultar, negociar e acompanhar e quais opções estão disponíveis.

O que muda quando o débito está em dívida ativa ou execução fiscal?

O acompanhamento precisa considerar a situação jurídica da cobrança: parcelamentos, transações, execuções fiscais, restrições e eventuais garantias como depósito, seguro, fiança e penhora.

Existe um único modelo de parcelamento?

Não. Podem existir modalidades ordinárias, simplificadas, especiais, estaduais, municipais e vinculadas a programas específicos, cada uma com regras próprias. Por isso o acompanhamento considera o acordo concreto.

Vale a pena renegociar ou cancelar o parcelamento?

Depende da simulação. Cancelar sem planejamento pode devolver o saldo à cobrança, gerar perda de condições, inscrição ou execução. A menor parcela nem sempre é a melhor opção, pois prazo maior pode elevar o custo total.

Antecipar a quitação é sempre vantajoso?

Não automaticamente. É preciso comparar saldo, descontos existentes, custo de oportunidade do caixa e outras dívidas, além das regras da modalidade.

Parcelamentos precisam aparecer na contabilidade?

Sim. Os parcelamentos tributários devem ser refletidos na contabilidade, separando curto e longo prazo e juros e principal, e entrar na análise de endividamento da empresa.

Como a FIX Compliance pode ajudar?

A FIX levanta os acordos ativos, organiza saldos e vencimentos, confere pagamentos, analisa pagamentos não reconhecidos, monitora a regularidade fiscal e as certidões, avalia renegociações e o impacto no caixa, em integração com a contabilidade e, quando necessário, com a atuação jurídica. Não há promessa de resultado.

Fontes

Referências bibliográficas e fontes oficiais

As referências abaixo sustentam os conceitos citados. Normas e regras são atualizadas: confirme a versão vigente nos canais oficiais antes de aplicar.

  1. RECEITA FEDERAL DO BRASIL. Manual do Parcelamento RFB (contribuinte). Receita Federal ↗
  2. BRASIL. Lei nº 13.988, de 14 de abril de 2020: transação nas cobranças da Fazenda Pública. Planalto ↗
  3. BRASIL. Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 (Código Tributário Nacional). Planalto ↗
  4. UNSPLASH. Licença Unsplash: fotografias de uso livre utilizadas nesta página. Unsplash ↗

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