Due Diligence de Propriedade Intelectual em Fusões e Aquisições
A empresa vale pela marca, pelo software, pela tecnologia ou pelo conteúdo que desenvolveu. Mas esses ativos realmente pertencem à empresa que está sendo comprada?
- 10pastas de análise
- 3níveis de Red Flag
- pré e pósClosing
- o que verificar
- Cada ativo intelectual tem sua própria pergunta de titularidade, registro e contrato.
- red flag típica
- Toque em uma pasta à esquerda para ver o risco mais comum.
Pastas abertas: 0/8
Em operações de fusões e aquisições, parte relevante do valor econômico do negócio pode estar concentrada em ativos intangíveis.
Isso pode incluir:
O comprador pode estar adquirindo uma empresa cuja principal vantagem competitiva depende justamente desses ativos.
Por isso, não basta confirmar que eles existem.
É necessário verificar:
- Quem é o titular
- Se a titularidade está formalizada
- Se os registros estão vigentes
- Se existem contratos que limitam a exploração
- Se há terceiros com direitos sobre os ativos
- Se existem disputas ou infrações
A Due Diligence de Propriedade Intelectual serve para responder essas perguntas antes que a operação seja concluída.
O que é Due Diligence de Propriedade Intelectual?
Due Diligence de PI é a análise jurídica, documental e estratégica dos ativos intelectuais da operação. Começa pelo mapeamento, não pelo certificado do vendedor.
Achados-chave
- Por isso, a Due Diligence precisa começar pelo mapeamento.
- o que gera valor intelectual dentro deste negócio?
- Cada negócio possui mapa diferente.
Mapa de valor do alvo
o que gera valor intelectual
Ativos que a operação envolve

Abrir o documento integral36 trechos · pasta 01
É a análise jurídica, documental e estratégica dos ativos de Propriedade Intelectual relevantes para uma operação de:
- compra e venda de empresa;
- fusão;
- incorporação;
- investimento;
- reorganização societária.
O objetivo é identificar:
- ativos existentes;
- titularidade;
- limitações;
- riscos;
- inconsistências.
O primeiro passo é descobrir quais ativos realmente existem
Nem toda empresa possui inventário organizado.
A operação pode envolver:
- marca principal;
- submarcas;
- software;
- banco de conteúdo;
- domínio;
- tecnologia.
Alguns ativos podem não estar registrados.
Outros podem estar em nome de terceiros.
Por isso, a Due Diligence precisa começar pelo mapeamento.
Não apenas pelo certificado apresentado pelo vendedor.
A pergunta central é:
o que gera valor intelectual dentro deste negócio?
Em uma empresa de tecnologia, pode ser o software
Em uma indústria, pode ser:
- patente;
- know-how.
Em uma empresa de educação, pode ser:
- cursos;
- conteúdos.
Em uma empresa de consumo, a marca pode representar parcela importante do valor.
Cada negócio possui mapa diferente.
Titularidade é um dos pontos mais críticos
Usar o ativo não prova que ele pertence à empresa. Marca no nome do fundador e software sem cessão formal mudam o risco da operação.
Achados-chave
- Um comprador não deve presumir que o ativo pertence à empresa apenas porque ela o utiliza.
- Sem isso, o comprador pode adquirir uma empresa que utiliza tecnologia sobre a qual não possui controle jurídico suficiente.
- A cadeia de titularidade precisa ser demonstrada.
Cadeia de titularidade
quem é o titular
A marca principal está registrada no nome
O software foi desenvolvido por
Contratos com desenvolvedores revisados
Abrir o documento integral24 trechos · pasta 02
A empresa utiliza a marca.
Mas o registro está em nome de quem?
Pode estar no nome:
- da própria sociedade;
- do fundador;
- de outra empresa do grupo.
Isso muda o risco da operação.
Um comprador não deve presumir que o ativo pertence à empresa apenas porque ela o utiliza.
O mesmo vale para software
O sistema pode ter sido desenvolvido por:
- fundador;
- funcionário;
- software house;
- freelancer.
É necessário verificar se os direitos foram corretamente transferidos ou licenciados.
Sem isso, o comprador pode adquirir uma empresa que utiliza tecnologia sobre a qual não possui controle jurídico suficiente.
Esse risco pode ser material.
Contratos com desenvolvedores precisam ser revisados
Especialmente:
- cessão;
- licença;
- confidencialidade.
Pagamento pelo desenvolvimento não deve ser confundido automaticamente com transferência integral de direitos.
A cadeia de titularidade precisa ser demonstrada.
Software de terceiros também precisa ser identificado
APIs, bibliotecas, sistemas licenciados e componentes Open Source fazem parte da arquitetura jurídica do software, não só da técnica.
Achados-chave
- Uma licença essencial que termina com Change of Control pode representar risco relevante.
- Algumas podem impor obrigações específicas.
- O comprador precisa entender a arquitetura jurídica do software.
Dependências tecnológicas
terceiros e Open Source
A licença essencial tem cláusula de Change of Control?
Licenças Open Source conhecidas quanto a

Abrir o documento integral22 trechos · pasta 03
Uma empresa pode depender de:
- APIs;
- bibliotecas;
- sistemas licenciados.
Esses componentes podem ser críticos para a operação.
O comprador precisa saber:
- quais licenças existem;
- quando vencem;
- se podem ser transferidas.
Uma licença essencial que termina com Change of Control pode representar risco relevante.
Esse ponto deve ser analisado antes do Closing.
Open Source também merece atenção
Software próprio pode incorporar componentes Open Source.
Isso não significa automaticamente problema.
Mas as licenças precisam ser conhecidas.
Algumas podem impor obrigações específicas.
Em Due Diligence tecnológica, isso pode ser relevante para:
- código;
- distribuição;
- licenciamento futuro.
O comprador precisa entender a arquitetura jurídica do software.
Não apenas sua arquitetura técnica.
Marcas precisam ser revisadas individualmente
Registro, classe, território e vigência são revisados ativo por ativo. Uma lacuna irrelevante para o vendedor pode se tornar crítica para o comprador.
Achados-chave
- Se a empresa pretende expandir internacionalmente, isso pode ser insuficiente.
- Mas estar próxima do fim da proteção.
- Por isso, o certificado não basta.
Portfólio registrado
marcas, patentes e desenhos
Território de proteção da marca
Abrir o documento integral44 trechos · pasta 04
Isso pode envolver:
- registros;
- pedidos;
- classes;
- territórios.
É necessário verificar:
- titular;
- situação;
- vigência.
Também pode haver:
- oposição;
- nulidade;
- disputa.
Esses processos podem alterar o risco do ativo.
Uma marca pode ser estratégica.
Mas possuir proteção muito limitada.
Por exemplo:
registro em apenas determinado país.
Se a empresa pretende expandir internacionalmente, isso pode ser insuficiente.
A Due Diligence precisa comparar:
- proteção existente;
- estratégia futura do comprador.
Uma lacuna que não era relevante para o vendedor pode se tornar relevante para o adquirente.
Patentes também precisam ser analisadas
Pode haver:
- pedidos;
- registros concedidos.
O comprador precisa entender:
- território;
- vigência;
- titularidade.
Também precisa saber se existem:
- licenças;
- disputas.
Uma patente pode parecer extremamente valiosa.
Mas estar próxima do fim da proteção.
Ou possuir escopo mais estreito do que o comprador imaginava.
Por isso, o certificado não basta.
O conteúdo do direito também importa.
Desenhos industriais seguem lógica semelhante
Ativos visuais podem ser relevantes.
Especialmente em produtos.
A empresa pode apresentar design como diferencial.
Mas a proteção precisa ser verificada.
Direitos Autorais também podem representar ativo central
Em educação, mídia e conteúdo, centenas de cursos sem contrato adequado com professores podem mudar o valor do negócio.
Achados-chave
- Um acervo grande sem cessões ou licenças adequadas pode representar risco.
- Mas quantos possuem contrato adequado com os professores?
- Pode virar condição precedente.
Acervo de conteúdo
autoria e licenças
Abrir o documento integral25 trechos · pasta 05
Empresas podem possuir:
- fotografias;
- vídeos;
- e-books;
- materiais educacionais.
Mas autoria e titularidade precisam estar organizadas.
Contratos com:
- professores;
- autores;
- designers;
- agências
podem ser decisivos.
Um acervo grande sem cessões ou licenças adequadas pode representar risco.
Isso é especialmente importante em empresas de educação, mídia e conteúdo.
A empresa pode comercializar centenas de cursos.
Mas quantos possuem contrato adequado com os professores?
Essa pergunta pode mudar o valor do negócio.
Conteúdo essencial licenciado temporariamente merece atenção
Imagine que o principal produto depende de licença que vence em seis meses.
O comprador precisa saber antes da aquisição.
Isso pode afetar:
- preço;
- condições.
Pode virar condição precedente.
Ou exigir renovação antes do Closing.
Know-how também precisa ser analisado
Segredo sem governança protege pouco, conhecimento na cabeça do fundador é key-person risk e domínio no nome da agência precisa ser regularizado.
Achados-chave
- Um segredo que circula livremente pode ter menor capacidade de proteção.
- Isso gera key-person risk.
- O comprador precisa saber quem controla esses ativos digitais.
Governança e ativos digitais
know-how, pessoas e domínios
O domínio principal está registrado em nome
Abrir o documento integral47 trechos · pasta 06
Nem todo valor intelectual depende de registro formal.
Empresas podem possuir:
- métodos;
- processos;
- segredos.
Mas para que esse ativo tenha proteção prática, é importante que exista governança.
Quem possui acesso?
Existem NDAs?
Há controle interno?
Um segredo que circula livremente pode ter menor capacidade de proteção.
Por isso, Due Diligence de know-how olha também para processos internos.
Confidencialidade precisa ser analisada
Pode existir:
- NDA com funcionários;
- NDA com fornecedores.
Esses documentos ajudam a preservar informação estratégica.
Mas precisam estar em vigor e ser adequados.
Contrato genérico não resolve todos os riscos.
Funcionários-chave também podem ser importantes
Especialmente em empresas cujo valor depende de:
- tecnologia;
- conteúdo.
O conhecimento pode estar concentrado em poucas pessoas.
Isso gera key-person risk.
A pergunta é:
o ativo está realmente institucionalizado?
Ou existe apenas na cabeça de um fundador?
Esse é um risco de Propriedade Intelectual e continuidade.
Pode ser necessário analisar:
- documentação;
- repositórios;
- manuais.
Saída do fundador pode afetar o negócio.
Isso precisa ser conhecido.
Domínios também fazem parte da análise
O site principal pode estar registrado em nome de:
- funcionário;
- agência;
- fundador.
Isso é um problema frequente.
A mesma análise vale para:
- redes sociais;
- contas de aplicativos.
O comprador precisa saber quem controla esses ativos digitais.
Senhas não são Propriedade Intelectual.
Mas controle operacional dos ativos pode ser crítico para a transação.
Regularização pode ser necessária antes do Closing.
Licenças concedidas a terceiros também precisam ser revisadas
Licenças concedidas e recebidas, cláusulas de Change of Control, contratos internacionais e royalties conectam a PI ao fluxo de caixa e ao valuation.
Achados-chave
- O contrato também pode ter cláusula de Change of Control.
- Licença intransferível pode exigir consentimento prévio.
- A Due Diligence precisa conectar Propriedade Intelectual com finanças.
Licenças e royalties
contratos que movem o valuation
A licença recebida mais importante é
Abrir o documento integral58 trechos · pasta 07
A empresa pode ser titular de uma marca.
Mas ter concedido licença exclusiva.
Isso pode limitar o comprador.
É necessário verificar:
- território;
- prazo;
- exclusividade.
O contrato também pode ter cláusula de Change of Control.
Isso pode exigir:
- consentimento;
- comunicação.
A operação pode depender disso.
O comprador não deveria descobrir depois.
Licenças recebidas também são relevantes
A empresa pode não ser titular.
Pode apenas licenciar.
Isso não é necessariamente um problema.
Mas precisa ser conhecido.
O comprador precisa saber:
- se a licença continuará após a transação;
- se pode ser cedida.
Licença intransferível pode exigir consentimento prévio.
Isso pode ser material.
Contratos internacionais merecem atenção especial
Pode haver:
- licenciante estrangeiro;
- licenciada brasileira.
Isso pode envolver:
- remessas;
- royalties;
- territorialidade.
A operação societária pode ativar cláusulas específicas.
Governing Law também importa.
Arbitragem também.
O comprador precisa saber onde eventual disputa será resolvida.
Royalties precisam ser mapeados
A empresa pode:
- pagar;
- receber royalties.
Isso impacta fluxo de caixa.
Contratos precisam ser analisados.
Pode haver:
- mínimo garantido;
- auditoria.
Isso influencia valuation.
Se uma parcela significativa da receita depende de licença, esse contrato é material.
Se uma parcela significativa do custo depende de royalties, também.
A Due Diligence precisa conectar Propriedade Intelectual com finanças.
Contabilidade também pode ajudar
Especialmente para identificar:
- ativos intangíveis registrados;
- amortizações;
- royalties.
Mas valor contábil não é necessariamente valor econômico.
Uma marca pode não estar reconhecida por determinado valor no balanço.
Isso não significa que não tenha valor estratégico.
Da mesma forma, ativo contabilizado não significa titularidade juridicamente perfeita.
Jurídico e contabilidade precisam conversar.
Litígios também precisam ser mapeados
A análise olha os dois lados: o que a empresa cobra e do que é acusada. Também olha o que ela usa de terceiros e como governa a IA.
Achados-chave
- A Due Diligence precisa olhar os dois lados.
- Por isso, Due Diligence não olha apenas para ativos que a empresa possui.
- Se a empresa afirma possuir determinado ativo e não consegue comprovar titularidade, isso é Red Flag.
Exposição e passivos
litígios, terceiros e IA
Uso de ativos de terceiros com licença documentada
Política de uso de IA em código e conteúdo

Abrir o documento integral77 trechos · pasta 08
Pode haver disputas envolvendo:
- marca;
- patente;
- software;
- conteúdo.
A empresa pode estar:
- cobrando terceiro;
- sendo acusada.
Ambos importam.
Processo ativo pode afetar:
- valor;
- risco.
Notificações extrajudiciais também.
Nem todo risco já está judicializado.
Por isso, data room precisa incluir comunicações relevantes.
Pedidos de remoção em plataformas também podem ser informativos.
Uma empresa que enfrenta falsificação recorrente pode ter custo permanente de enforcement.
Isso pode ser relevante.
Por outro lado, uma empresa acusada repetidamente de violação pode ter exposição.
A Due Diligence precisa olhar os dois lados.
Uso indevido por terceiros precisa ser analisado
A marca pode sofrer:
- contrafação;
- imitação.
Isso pode reduzir valor.
Mas também pode demonstrar forte reconhecimento de mercado.
O ponto não é julgar automaticamente.
É mensurar risco e capacidade de proteção.
A empresa possui estratégia de enforcement?
Existem processos ativos?
Isso ajuda a compreender maturidade.
A própria empresa pode estar utilizando ativos de terceiros sem autorização
Esse é um dos maiores riscos.
Pode utilizar:
- fonte;
- fotografia;
- software.
Isso pode gerar passivo após a aquisição.
O comprador precisa identificar.
Principalmente quando uso ocorre em produto vendido em grande escala.
O risco pode acompanhar a operação.
Por isso, Due Diligence não olha apenas para ativos que a empresa possui.
Também olha para aquilo que ela usa.
Isso é fundamental.
Empresas de marketing e conteúdo precisam de atenção especial
Podem usar grande volume de:
- imagens;
- músicas;
- fontes.
Licenças precisam ser documentadas.
O comprador precisa saber se o acervo foi produzido de forma legítima.
Não apenas se é comercialmente interessante.
IA também deve entrar na Due Diligence contemporânea
Empresas podem utilizar IA em:
- código;
- conteúdo.
É necessário entender:
- políticas internas;
- ferramentas utilizadas.
Informação confidencial pode ter sido inserida em serviços externos.
Conteúdo gerado pode incorporar riscos de terceiros.
Não existe resposta única.
Mas a governança precisa ser avaliada.
Uma empresa sem qualquer política de IA pode apresentar risco adicional.
Especialmente em setores intensivos em conteúdo ou tecnologia.
Data room precisa ser organizado
Documentos de Propriedade Intelectual podem incluir:
- certificados;
- pedidos;
- contratos.
Também:
- cessões;
- licenças;
- NDAs.
Quanto melhor organizado o data room, mais eficiente a Due Diligence.
Ausência de documento também é uma informação.
Se a empresa afirma possuir determinado ativo e não consegue comprovar titularidade, isso é Red Flag.
Nem toda Red Flag impede a operação
Nem toda Red Flag impede a operação. Classificada por materialidade, ela vira ajuste de preço, indenização, escrow ou condição precedente.
Achados-chave
- Ela ajuda a estruturar a transação.
- O software principal com titularidade incerta pode ser crítico.
- Essa é uma das funções práticas mais importantes do processo.
Triagem de Red Flags
materialidade
Toque para alternar: crítica · relevante · menor
Tratamento do achado mais grave
Mecanismos de proteção no contrato

Abrir o documento integral54 trechos · pasta 09
Esse é um ponto importante.
Um problema pode ser:
- corrigível antes do Closing;
- ajustável no preço;
- tratado por indenização contratual.
Por isso, Due Diligence não serve apenas para dizer:
“não compre.”
Ela ajuda a estruturar a transação.
Red Flags podem ser classificadas
Críticas
Podem comprometer titularidade ou continuidade.
Relevantes
Precisam de correção ou proteção contratual.
Menores
Podem ser ajustadas após a operação.
Essa classificação ajuda na tomada de decisão.
Não deve ser arbitrária.
Impacto econômico e estratégico precisa ser considerado.
Uma marca secundária com problema pode ter impacto pequeno.
O software principal com titularidade incerta pode ser crítico.
Materialidade importa.
A Due Diligence deve ser orientada pelo negócio
Não por checklist genérico.
Contrato de compra e venda precisa refletir os achados
Os resultados podem gerar:
- declarações e garantias.
O vendedor pode declarar, por exemplo, que possui os direitos listados.
Pode também declarar ausência de determinados litígios conhecidos.
Essas declarações precisam ser baseadas na Due Diligence.
Não devem ser copiadas mecanicamente.
Disclosure Letter também pode ser utilizada em operações maiores.
O vendedor pode revelar exceções.
Isso ajuda a alocar risco.
Indenização contratual também pode ser estruturada
Se determinado risco de PI existe, as partes podem definir consequência.
Pode haver:
- retenção;
- escrow;
- holdback.
Dependendo da operação.
Mas não existe modelo único.
O tratamento depende da materialidade.
Condições precedentes também podem surgir
Por exemplo:
- transferência de marca do fundador para empresa;
- assinatura de cessão por desenvolvedor.
Esses atos podem ser exigidos antes do Closing.
Isso é muito comum em regularizações de Propriedade Intelectual.
O problema é descoberto na Due Diligence.
Depois corrigido antes da aquisição.
Essa é uma das funções práticas mais importantes do processo.
O comprador pode exigir confirmação de titularidade
Antes de transferir o preço.
Isso reduz risco.
Reorganização societária também pode ser necessária
Share Deal, Asset Deal, carve-out e operações internacionais mudam o perímetro da PI. A integração e a Vendor Due Diligence também precisam de plano.
Achados-chave
- O carve-out de PI precisa ser planejado.
- O contrato precisa listar.
- Descobrir que a marca principal está no nome pessoal na semana do Closing é muito pior do que corrigir meses antes.
Estrutura da operação
perímetro e integração
Listado expressamente no contrato
Abrir o documento integral89 trechos · pasta 10
A empresa pode possuir ativos distribuídos pelo grupo.
O comprador pode querer todos em uma única sociedade.
Pode ser necessário realizar:
- cessões;
- licenças.
Isso precisa ser coordenado.
Aspectos tributários também entram.
Transferir ativo pode produzir efeitos fiscais.
Não deve ser feito apenas pela área jurídica.
Contabilidade e tributário precisam participar.
Carve-out exige atenção adicional
Quando apenas parte do negócio será vendida.
A pergunta é:
quais ativos intelectuais acompanham aquela unidade?
Pode existir marca compartilhada.
Software comum ao grupo.
Know-how utilizado por várias empresas.
Isso torna a separação mais complexa.
Pode ser necessária:
- licença transitória;
- Transitional Services Agreement.
O comprador pode precisar utilizar marca antiga por determinado período.
Isso precisa ser contratado.
Domínios também podem precisar ser separados.
O carve-out de PI precisa ser planejado.
Não pode ser decidido apenas no Closing.
Share Deal e Asset Deal possuem impactos diferentes
Share Deal
O comprador adquire a sociedade.
Os ativos permanecem, em princípio, dentro da mesma pessoa jurídica.
Asset Deal
Ativos específicos são transferidos.
Nesse caso, Propriedade Intelectual precisa ser expressamente incluída.
Marca não deve ser presumida.
Software também não.
Domínio também.
O contrato precisa listar.
Isso evita dúvida sobre o perímetro.
Operações internacionais podem exigir múltiplos registros
Uma empresa pode possuir marcas em vários países.
A transferência societária pode não alterar titularidade direta em Share Deal.
Mas reorganizações posteriores podem exigir formalidades locais.
Asset Deals podem exigir registros país por país.
A Due Diligence precisa mapear.
Isso impacta custo e prazo da integração.
O comprador precisa saber antes.
Pós-Closing também precisa ser planejado
A Due Diligence não termina quando o contrato é assinado.
Podem existir tarefas de integração:
- transferência;
- atualização de registros.
Também:
- consolidação de contratos;
- renovação.
Um plano pós-Closing pode ser necessário.
Especialmente em operações com muitos ativos.
Integração também pode gerar riscos
Duas empresas podem possuir marcas semelhantes.
Portfólios podem se sobrepor.
Licenças podem conflitar.
Isso precisa ser revisado.
A operação pode exigir racionalização.
Uma marca pode ser descontinuada.
Isso também precisa ser planejado.
Clientes e parceiros podem precisar ser informados.
Contratos também.
Due Diligence do vendedor também pode ser estratégica
A empresa que pretende ser vendida não precisa esperar o comprador apontar os problemas.
Pode realizar Vendor Due Diligence.
Isso ajuda a identificar e corrigir questões antes de abrir o data room.
Essa preparação pode:
- reduzir retrabalho;
- melhorar transparência.
Não garante valuation maior.
Mas reduz surpresa.
Isso pode acelerar negociação.
Founders também se beneficiam.
Descobrir que a marca principal está no nome pessoal na semana do Closing é muito pior do que corrigir meses antes.
Preparação importa.
Empresas que buscam investimento também podem utilizar essa análise
Mesmo sem M&A completo.
Investidor pode fazer Due Diligence.
Os mesmos problemas aparecem.
Marca do fundador.
Software sem cessão.
Conteúdo sem contrato.
Regularizar antes da rodada melhora organização.
Mas não garante investimento.
O objetivo é reduzir inconsistências documentais.
Como funciona a Due Diligence de Propriedade Intelectual em M&A?
O trabalho pode envolver:
Identificação de: Marcas · Software · Patentes · Direitos autorais · Know-how · Ativos digitais
Verificação da cadeia jurídica de cada ativo.
Análise de: Vigência · Pedidos · Territórios · Classes
Avaliação de: Cessões · Licenças · NDAs · Contratos com desenvolvedores
Mapeamento de ativos utilizados mediante licença ou dependência contratual.
Verificação de: Disputas · Notificações · Uso indevido
Identificação de: Change of Control · Consentimentos · Limitações de transferência
Separação dos riscos por materialidade e impacto.
Definição de: Condições precedentes · Regularizações · Transferências
Integração dos achados com: Declarações e garantias · Indenizações · Closing
Como a FIX Compliance atua
A FIX Compliance pode auxiliar compradores, vendedores, investidores e grupos empresariais na Due Diligence de Propriedade Intelectual em operações de fusões e aquisições.
O trabalho pode envolver, conforme a necessidade:
O escopo depende do setor, da materialidade dos ativos intangíveis, do tipo de transação e do nível de profundidade necessário para a tomada de decisão.
Para quem esse serviço é indicado?
A Due Diligence de Propriedade Intelectual em Fusões e Aquisições pode ser especialmente relevante para:
O comprador está adquirindo uma empresa. Mas os ativos intelectuais que justificam o preço realmente pertencem a ela, continuarão disponíveis depois do Closing e podem ser explorados sem restrições ocultas?
Essa é a pergunta central. Uma Due Diligence de Propriedade Intelectual bem estruturada precisa ajudar as partes a responder:
e
Em M&A, Propriedade Intelectual não deve ser analisada apenas como lista de registros.
A Due Diligence precisa confirmar se os ativos que sustentam o valor do negócio possuem titularidade, documentação e contratos suficientes para acompanhar a empresa depois da transação.
Perguntas sobre Due Diligence de PI em M&A
Respostas diretas para compradores, vendedores, fundos e founders.
Q-001O que é Due Diligence de Propriedade Intelectual em M&A?
Q-002Quais ativos entram na Due Diligence de PI?
Q-003Se a empresa usa a marca, ela é dona da marca?
Q-004Pagar pelo desenvolvimento do software transfere os direitos?
Q-005O que é uma cláusula de Change of Control?
Q-006Toda Red Flag impede a operação?
Q-007Qual a diferença entre Share Deal e Asset Deal para a PI?
Q-008Como a Due Diligence de PI aparece no contrato de compra e venda?
Q-009O que é Vendor Due Diligence?
Q-010A Due Diligence de PI também serve para rodadas de investimento?
Base normativa e fontes oficiais
Conteúdo informativo. O data room, os painéis e o relatório são ilustrativos, não constituem parecer e não substituem a análise da operação concreta.
Páginas relacionadas
Fale com a FIX Compliance
Se sua empresa está preparando uma aquisição, venda, investimento, reorganização ou outra operação societária em que marcas, software, tecnologia, conteúdo ou know-how sejam relevantes para o valor do negócio, fale com a FIX Compliance.
Nossa equipe pode mapear os ativos, verificar titularidade, registros, contratos e restrições, identificar Red Flags e estruturar as regularizações necessárias para que a Propriedade Intelectual seja adequadamente tratada na negociação e nos documentos da transação.
WhatsApp e telefone: (11) 95276-4331
E-mail: contato@fixcompliance.com.br
Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.
Conte sobre a operação
Tipo de transação, setor, ativos intelectuais relevantes e prazo previsto para o Closing. Tratamos tudo com sigilo.
Contabilidade e assessoria empresarial