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Fix Compliance Contabilidade e assessoria empresarial
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Check-up de riscos

Diagnóstico e Mapeamento de Riscos Jurídicos, Financeiros e Operacionais

Sua empresa sabe quais riscos realmente podem comprometer contratos, caixa e operação ou apenas descobre isso quando o problema já apareceu?

Varredura da empresa0 de 8 riscos encontrados

ContratosRenovação automática sem ninguém saber a data.

ProcessosRotina crítica feita “de cabeça”.

Rotinas financeirasVencimentos concentrados na mesma semana.

SistemasERP sem plano alternativo se cair.

FornecedoresFornecedor com acesso administrativo sem contrato.

Decisões societáriasMarca principal em nome de ex-sócio.

Controles internosSenha compartilhada na aprovação de pagamentos.

Dependências operacionaisSó uma pessoa conhece a rotina de faturamento.

Toda empresa convive com riscos. Alguns são visíveis.

Fase 1 de 4

Anamnese: entender o negócio antes do risco

Diagnóstico identifica e compreende. Mapeamento organiza e prioriza.

Outros permanecem escondidos dentro de:

  • Contratos
  • Processos
  • Rotinas financeiras
  • Sistemas
  • Fornecedores
  • Decisões societárias
  • Controles internos
  • Dependências operacionais

Por isso, antes de criar políticas, indicadores ou planos de contingência, existe uma etapa essencial:

Diagnosticar e mapear os riscos do negócio.

O objetivo é transformar situações dispersas em uma visão organizada.

Lupa sobre mesa simbolizando diagnóstico e mapeamento de riscos da empresa
O objetivo é transformar situações dispersas em uma visão organizada.
exame 1

O que é o Diagnóstico de Riscos?

É uma análise estruturada da empresa para identificar situações que podem afetar:

  • Continuidade
  • Patrimônio
  • Caixa
  • Contratos
  • Obrigações legais
  • Operação
  • Objetivos estratégicos

O diagnóstico procura responder:

  1. O que pode dar errado?
  2. Por que isso pode acontecer?
  3. Qual seria a consequência?
  4. Já existe algum controle?
  5. Esse controle é suficiente?
exame 2

O que é o Mapeamento de Riscos?

Depois de identificar os riscos, é necessário organizá-los.

O mapeamento pode mostrar:

  • Natureza do risco
  • Origem
  • Área afetada
  • Probabilidade
  • Impacto
  • Controles existentes
  • Responsável
  • Prioridade

Isso permite comparar exposições diferentes.

Diagnóstico e Mapeamento não são a mesma coisa

DiagnósticoIdentifica e compreende.
MapeamentoOrganiza e prioriza.

As duas etapas se complementam.

item 01

O objetivo não é criar uma lista infinita de problemas

Isso geraria pouco valor.

O foco deve estar nos riscos materialmente relevantes para o negócio.

item 02

Nem todo risco merece o mesmo nível de atenção

Alguns podem exigir ação imediata.

Outros podem ser monitorados.

Outros podem ser aceitos.

Por isso, priorização é parte essencial do trabalho.

AnamneseO primeiro passo é entender o negócio

Antes de avaliar risco, é necessário compreender:

Sem isso, o diagnóstico vira uma lista genérica.

ContextoO risco precisa ser contextualizado

Uma mesma situação pode representar risco alto em uma empresa e baixo em outra.

Por exemplo:

dependência de um único fornecedor.

Se ele fornece item facilmente substituível:

o impacto pode ser pequeno.

Se fornece componente exclusivo:

o risco muda completamente.

O fornecedor único entrega…

impacto da dependência

—

item 03

Por isso, não existe matriz universal

O diagnóstico precisa refletir:

  • Setor
  • Porte
  • Modelo de negócio
  • Estrutura societária
  • Estágio de crescimento
  • Nível de dependência de terceiros
Fase 2 de 4

Exames: jurídico, financeiro e operacional

Cada eixo examina uma parte da empresa. O diagnóstico mostra onde elas se conectam.

J

Riscos jurídicos

Contratos, sociedade, propriedade intelectual e regulação.

item 04

Riscos Jurídicos

Podem surgir de diversas fontes.

Por exemplo:

  • Contratos mal estruturados
  • Ausência de documentos
  • Obrigações excessivas
  • Conflitos societários
  • Propriedade intelectual não regularizada
  • Descumprimento regulatório
item 05

Contratos são uma fonte importante

Pode existir risco quando o contrato contém:

  • Multa excessiva
  • Responsabilidade ampla
  • Exclusividade indesejada
  • Prazo incompatível

Também quando deixa de tratar temas essenciais.

Exame J-01Ausência de contrato também é risco

Muitas empresas mantêm relações relevantes com base apenas em:

  • Proposta
  • E-mail
  • WhatsApp

Isso pode gerar incerteza sobre:

  • Preço
  • Prazo
  • Responsabilidade
  • Propriedade intelectual
A relação mais importante da sua empresa está baseada em…

item 06

Risco Societário

Pode envolver:

  • Ausência de acordo de sócios
  • Poderes mal definidos
  • Patrimônio intelectual em nome de fundador
  • Decisões relevantes sem documentação

Enquanto existe consenso:

o problema pode ficar escondido.

Quando aparece conflito:

a falta de governança se torna evidente.

item 07

Risco de Propriedade Intelectual

Pode ocorrer quando:

  • Marca não está registrada
  • Software não possui cadeia de titularidade
  • Conteúdo utiliza material de terceiros
  • Segredo empresarial não possui controles

Isso pode afetar:

  • Operação
  • Investimento
  • M&A
item 08

Risco Regulatório

Pode existir quando a empresa exerce atividade sujeita a:

  • Registro
  • Licença
  • Autorização
  • Regra específica

O diagnóstico precisa identificar obrigações relevantes para o setor.

F

Riscos financeiros

Liquidez, endividamento, capacidade de pagamento e continuidade.

item 09

Riscos Financeiros

Podem afetar diretamente:

  • Liquidez
  • Endividamento
  • Capacidade de pagamento
  • Continuidade operacional
Exame F-01Risco de Caixa

Uma empresa pode apresentar lucro.

Mas não ter caixa suficiente.

Isso pode ocorrer por:

  • Prazos de recebimento
  • Parcelamentos
  • Estoque
  • Endividamento

Uma empresa pode apresentar lucro e não ter caixa. O ciclo abaixo mostra por quê.

ciclo financeiro0 diastempo entre pagar e recebercapital de giro necessárioR$ 0para sustentar o ciclo

item 10

Fluxo de Caixa precisa ser analisado

O diagnóstico pode verificar:

  • Entradas
  • Saídas
  • Compromissos futuros
  • Concentração de vencimentos

Isso ajuda a identificar exposição.

item 11

Risco de Concentração de Clientes

Imagine que 60% ou 70% do faturamento venha de um único cliente.

Isso não significa que a relação seja ruim.

Mas existe dependência.

Se esse cliente sair:

o impacto pode ser significativo.

item 12

O mesmo vale para concentração de fornecedores

Especialmente quando:

  • Não existem alternativas
  • Troca exige tempo
item 13

Risco de Inadimplência

Empresas que vendem a prazo assumem risco de crédito.

O diagnóstico pode verificar:

  • Política de concessão
  • Concentração
  • Histórico
item 14

Endividamento também precisa ser observado

Pode envolver:

  • Juros
  • Vencimentos
  • Garantias
  • Covenants

O objetivo é compreender exposição.

item 15

Obrigações tributárias podem afetar caixa

Débitos fiscais podem gerar:

  • Restrição
  • Bloqueio
  • Necessidade de parcelamento

Por isso, riscos financeiros e tributários podem se cruzar.

Calculadora de impressão para análise de fluxo de caixa e riscos financeiros
Riscos financeiros e tributários podem se cruzar.
O

Riscos operacionais

Processos, pessoas, sistemas e terceiros.

item 16

Riscos Operacionais

Estão ligados ao funcionamento cotidiano da empresa.

Podem envolver:

  • Processos
  • Pessoas
  • Sistemas
  • Terceiros
Exame O-01Teste da pessoa-chave

Dependência de Pessoa-Chave

Uma rotina crítica pode depender de uma única pessoa.

Se ela:

  • Sai
  • Adoece
  • Se afasta

o processo pode parar.

Isso é risco operacional.

O diagnóstico precisa identificar conhecimento concentrado

Pode envolver:

  • Senha
  • Fornecedor
  • Processo
  • Tecnologia

Se apenas uma pessoa sabe como funciona:

existe dependência.

Quais rotinas, hoje, só uma pessoa sabe fazer?

item 17

Falta de Procedimento também gera risco

Processos feitos “de cabeça” podem variar.

Isso aumenta:

  • Erro
  • Retrabalho
  • Dependência

Procedimentos simples podem reduzir exposição.

Exame O-02Risco de Sistema

A empresa pode depender totalmente de:

  • ERP
  • CRM
  • SaaS

Se o sistema ficar indisponível:

a operação continua?

Essa pergunta precisa ser feita Pode existir: Hoje existe…

Ou nada disso. O diagnóstico identifica.

item 18

Dados também são ativos operacionais

Perder dados pode afetar:

  • Clientes
  • Financeiro
  • Operação

Por isso, backup e recuperação podem entrar no mapeamento.

item 19

Risco de Terceiros

Fornecedores podem ser parte essencial da operação.

Por isso, é importante identificar:

  • Quais são críticos
  • Quais têm acesso a sistemas
  • Quais tratam dados
  • Quais concentram funções relevantes
item 20

Nem todo fornecedor precisa da mesma avaliação

Criticidade deve orientar.

Fornecedor de baixo impacto pode exigir controle simples.

Fornecedor essencial pode exigir análise mais profunda.

item 21

Subcontratação também pode aumentar exposição

A empresa contrata um fornecedor.

Mas quem executa é terceiro.

Isso pode afetar:

  • Qualidade
  • Confidencialidade
  • Responsabilidade
Engenheiros em fábrica avaliando processos críticos e riscos operacionais
Processos que funcionavam com cinco pessoas podem não funcionar com cinquenta.
J+F+O

Conexões entre as áreas

Riscos Jurídicos, Financeiros e Operacionais frequentemente estão conectados. Um problema raramente fica em uma única área.

JurídicoFinanceiroOperacional

Pode existir:

  • Risco operacional
  • Risco contratual
  • Risco financeiro
item 22

Por isso, análise integrada é importante

Separar áreas ajuda a organizar.

Mas o diagnóstico precisa mostrar conexões.

Fase 3 de 4

Laudo: classificar, avaliar controles e priorizar

Probabilidade, impacto, risco inerente e residual, com consistência e sem falsa precisão.

item 23

Probabilidade e Impacto podem ser utilizados

Cada risco pode ser avaliado em duas dimensões.

Probabilidade

Qual a chance de acontecer?

Impacto

O que acontece se ocorrer?

item 24

A combinação ajuda a priorizar

Um risco com:

  • Alta probabilidade
  • Alto impacto

tende a exigir atenção maior.

item 25

Mas essa análise não precisa ser excessivamente matemática

Não é necessário fingir precisão que não existe.

Pode ser utilizada classificação:

  • Baixa
  • Média
  • Alta
  • Crítica

O importante é consistência.

Impacto pode ser financeiro

Por exemplo:

  • Perda de receita
  • Multa
  • Custo de correção

Pode ser operacional

Por exemplo:

  • Paralisação
  • Atraso

Pode ser jurídico

Por exemplo:

  • Descumprimento contratual
  • Perda de direito

Pode ser reputacional

Por exemplo:

  • Reclamações públicas
  • Perda de confiança

Risco Inerente

É o risco antes dos controles.

Risco Residual

É o risco que permanece depois.

Risco Inerente e Risco Residual ajudam a compreender controles

item 26

Exemplo

Existe risco de acesso indevido a documentos.

Sem controle:

pode ser alto.

A empresa implementa:

  • Permissões
  • Autenticação
  • Revisão de acesso

O risco diminui.

Mas não desaparece.

item 27

Essa diferença é importante

Porque permite avaliar se os controles atuais são suficientes.

item 28

O diagnóstico precisa mapear os controles existentes

Isso pode incluir:

  • Contratos
  • Aprovações
  • Conciliações
  • Backups
  • Políticas
  • Segregação de funções
Exame L-01Controle existente não significa controle eficaz

Uma empresa pode dizer: Toque nos cartões para ver a prática.

Por isso, o diagnóstico precisa avaliar a prática.

item 29

Controles informais também existem

Por exemplo:

  • Sócio revisa todo pagamento

Isso é um controle.

Mas pode gerar dependência.

item 30

A empresa precisa entender seus efeitos

Um controle pode reduzir um risco e criar outro.

item 31

Excesso de centralização é exemplo

Pode reduzir fraude.

Mas criar gargalo.

Por isso, equilíbrio importa.

Exame L-02Segregação de Funções pode ser analisada

Uma pessoa pode:

  • Cadastrar fornecedor
  • Aprovar pagamento
  • Executar pagamento

Isso aumenta exposição.

Dependendo do porte, pode ser recomendável dividir funções.

Pequenas empresas precisam adaptar

Nem sempre existe equipe suficiente para separar tudo.

Nesse caso, pode haver controle compensatório.

Por exemplo:

  • Revisão posterior
  • Dupla aprovação acima de determinado valor

O diagnóstico deve respeitar a realidade

Não recomendar estrutura impossível de executar.

Quem faz cada etapa do pagamento?

Cadastrar fornecedor

Aprovar pagamento

Executar pagamento

item 32

Diagnóstico de Riscos não é Auditoria Independente

Essa diferença precisa ser clara.

item 33

O diagnóstico pode utilizar:

  • Entrevistas
  • Documentos
  • Amostras

Não necessariamente possui os mesmos procedimentos ou objetivos de auditoria formal.

item 34

Também não é certificação

A empresa não recebe garantia de:

  • Ausência de risco
  • Conformidade total
item 35

O trabalho fornece uma avaliação estruturada

Dentro do escopo analisado.

Isso evita expectativa equivocada.

O mapeamento pode resultar em uma Matriz de Riscos

Ela pode incluir:

  • Risco
  • Causa
  • Consequência
  • Classificação
  • Controle
  • Ação

Veja como os achados viram linhas da matriz:

Exemplo

Risco:dependência de único fornecedor crítico.
Causa:ausência de alternativa homologada.
Impacto:paralisação operacional.
Controle:estoque de segurança.
Ação:desenvolver segundo fornecedor.

Essa estrutura torna o risco compreensível

Esses exemplos mostram que nem toda ação é complexa Muitas melhorias são organizacionais.

item 36

Score de Risco pode ser utilizado

Mas sem criar falsa precisão.

Pode existir escala:

1 a 5.

item 37

Ou:

  • Baixo
  • Médio
  • Alto
  • Crítico

O importante é manter critério.

item 38

Riscos Críticos precisam ser poucos

Se todos são críticos:

o mapa perde utilidade.

Priorização deve ser real.

item 39

Alta direção precisa conseguir olhar e saber:

quais cinco riscos merecem atenção agora?

Esse é um bom teste de utilidade.

Fase 4 de 4

Prescrição: responsáveis, prioridades e plano de tratamento

O momento em que o diagnóstico vira gestão.

item 40

Riscos precisam de responsáveis

Depois de identificar:

alguém precisa responder por cada risco relevante.

item 41

O responsável não é necessariamente culpado

É quem acompanha.

Pode ser:

  • Financeiro
  • Jurídico
  • TI
  • Diretoria
item 42

Isso melhora execução

Sem responsável:

o plano de ação pode não acontecer.

item 43

Plano de Tratamento nasce do diagnóstico

Depois do mapeamento, cada risco relevante pode receber:

  • Ação
  • Responsável
  • Prazo
  • Prioridade

Esse é o ponto em que diagnóstico vira gestão

Sem isso, o trabalho termina no relatório.

item 44

E o objetivo não é apenas produzir relatório

É melhorar decisão.

item 45

Algumas ações podem ser simples

Por exemplo:

  • Assinar contrato
  • Revogar acesso
  • Revisar limite
item 46

Outras podem ser estruturais

Por exemplo:

  • Implementar sistema
  • Reorganizar processo

Prioridade ajuda a distribuir recursos

A empresa não precisa corrigir tudo simultaneamente. Pode organizar:

  1. Curto PrazoRiscos críticos.
  2. Médio PrazoMelhorias relevantes.
  3. Longo PrazoMaturidade.

Isso torna implementação viável Especialmente em pequenas e médias empresas.

item 47

O diagnóstico pode revelar riscos já conhecidos

Isso não significa que o trabalho foi inútil.

Pode existir percepção informal.

O valor está em:

  • Documentar
  • Classificar
  • Priorizar

Também pode revelar riscos desconhecidos

Por exemplo:

Esses riscos podem permanecer invisíveis durante anos

Até surgir evento. Por isso, mapeamento preventivo é útil.

item 48

Risco conhecido mas sem ação também merece atenção

Às vezes a empresa sabe.

Mas não decide.

O diagnóstico pode mostrar:

  • Impacto
  • Prioridade

Isso ajuda a tirar tema da informalidade.

item 49

Due Diligence pode funcionar como gatilho

Empresas frequentemente começam a revisar riscos quando:

  • Investidor chega
  • Comprador solicita documentos

Mas pode ser melhor fazer antes.

item 50

Diagnóstico prévio ajuda na preparação

Permite identificar:

  • Documentos ausentes
  • Contratos problemáticos
  • Dependências
item 51

Isso pode reduzir surpresas durante Due Diligence

Não garante operação.

Mas melhora organização.

O diagnóstico muda conforme o perfil

Empresas em crescimento também se beneficiam

Porque processos que funcionavam com cinco pessoas podem não funcionar com cinquenta.

Crescimento muda o perfil de risco

Pode surgir:

  • Delegação
  • Novos sistemas
  • Novos fornecedores

Por isso, o diagnóstico precisa acompanhar maturidade.

item 52

O diagnóstico deve ser multidisciplinar

Porque risco empresarial não pertence a uma única área.

Pode exigir olhar:

  • Jurídico
  • Financeiro
  • Operacional
item 53

Contabilidade pode fornecer base importante

Por exemplo:

  • Liquidez
  • Endividamento
item 54

Jurídico pode mapear:

  • Contratos
  • Sociedade
  • Obrigações
item 55

Operação pode mostrar:

  • Gargalos
  • Dependências

A integração gera visão mais completa

Esse é um diferencial relevante.

Entrevista com gestores e áreas-chave durante o diagnóstico de riscos
Gestores e equipes podem enxergar riscos diferentes.
item 56

Não basta perguntar apenas aos sócios

Gestores e equipes podem enxergar riscos diferentes.

Financeiro vê:

  • Inadimplência

Operação vê:

  • Fornecedor

TI vê:

  • Sistema crítico

Por isso, entrevistas podem fazer parte do diagnóstico.

item 57

Mas o processo precisa ser objetivo

Não virar consultoria interminável.

O escopo precisa ser definido.

item 58

Documentos também ajudam

Podem ser analisados:

  • Contratos relevantes
  • Relatórios financeiros
  • Organogramas
  • Políticas
  • Indicadores
item 59

Nem todo documento da empresa precisa ser revisado

Prioridade e materialidade importam.

item 60

Amostragem pode ser utilizada

Especialmente quando existem:

  • Centenas de contratos
item 61

O objetivo é identificar padrão de risco

Não necessariamente auditar cada documento.

item 62

O diagnóstico também pode identificar oportunidades de eficiência

Porque controles mal desenhados podem gerar:

  • Retrabalho
  • Burocracia
item 63

Reduzir risco não significa apenas adicionar controles

Às vezes significa:

  • Simplificar
  • Automatizar
item 64

Um processo complexo pode aumentar erro

Por isso, desenho operacional importa.

item 65

Automação pode reduzir determinados riscos

Por exemplo:

  • Alertas de vencimento
  • Conciliações
item 66

Mas automação cria novos riscos

Como:

  • Dependência do sistema

Toda solução precisa ser avaliada.

item 67

O diagnóstico também deve considerar risco de continuidade

Pergunta:

se esse processo parar amanhã, quanto tempo a empresa suporta?

item 68

Processos críticos podem exigir:

  • Backup
  • Substituição

Isso ajuda a identificar prioridades.

item 69

Recuperação pode ser mais importante que prevenção absoluta

Nem todo incidente pode ser evitado.

Por isso, empresas também precisam saber:

  • Como reagir

Isso vale para:

  • Sistema
  • Fornecedor
  • Caixa
item 70

O mapa pode indicar necessidade de contingência

Especialmente para riscos de alto impacto.

item 71

Jurídico também pode contribuir com planos de contingência contratual

Por exemplo:

  • Fornecedor crítico

Contrato pode prever:

  • Transição
  • Entrega de dados
item 72

Financeiro pode contribuir com reserva

Operação pode identificar fornecedor alternativo

Gestão integrada melhora resposta

item 73

Riscos precisam ser reportados

O diagnóstico precisa chegar a quem decide.

Pode ser:

  • Sócios
  • Diretoria
  • Gestores
item 74

Relatório muito técnico pode perder utilidade

Por isso, comunicação deve ser clara.

item 75

Um bom relatório diferencia:

  • Risco
  • Consequência
  • Ação
item 76

O gestor precisa entender rapidamente

Sem depender de linguagem excessivamente jurídica.

item 77

Dashboard pode ser utilizado

Em empresas com maior maturidade.

Pode mostrar:

  • Riscos por área
  • Status dos planos
  • Responsáveis
item 78

Mas não é obrigatório

Uma planilha bem estruturada pode resolver.

Ferramenta deve acompanhar necessidade

Não o contrário.

item 79

O diagnóstico pode ser repetido

Especialmente depois de:

  • Crescimento
  • Aquisição
  • Mudança relevante
item 80

Mas não precisa ser refeito integralmente todo mês

Pode haver atualização.

Novos riscos são incorporados

Outros são encerrados.

Isso transforma mapeamento em gestão contínua.

Exame P-01O momento do diagnóstico também pode ser estratégico

Por exemplo:

  • Início de planejamento anual
  • Antes de expansão

Também:

  • Após incidente
  • Antes de investimento

Cada gatilho pode exigir foco diferente.

Antes de investimento

O foco pode ser:

  • Contratos
  • PI
  • Financeiro

O escopo precisa acompanhar objetivo

Isso aumenta utilidade.

Exame P-02Diagnóstico não deve terminar em linguagem vaga

Frases como:

“melhorar governança”

são genéricas.

A ação precisa ser específica

Por exemplo:

“formalizar matriz de aprovação para pagamentos acima de determinado valor”.

Isso é executável.

Quanto mais concreta a recomendação, maior a utilidade

Sem transformar o relatório em manual excessivo.

Responsável e prazo também aumentam execução

A ação deixa de ser intenção

E vira compromisso interno.

Escolha a versão executável de cada recomendação

recomendação 1

recomendação 2

recomendação 3

Método FIX

Como funciona o Diagnóstico e Mapeamento de Riscos?

O trabalho pode envolver:

  1. 1. Entendimento do Negócio

    Mapeamento de:

    • Atividades
    • Estrutura
    • Processos críticos
  2. 2. Levantamento Documental

    Análise dos principais:

    • Contratos
    • Relatórios
    • Políticas
    • Controles
  3. 3. Entrevistas com Áreas-Chave

    Quando necessário, conversa com:

    • Sócios
    • Gestores
    • Responsáveis operacionais
  4. 4. Identificação dos Riscos Jurídicos

    Levantamento de exposições:

    • Contratuais
    • Societárias
    • Regulatórias
    • Relacionadas à propriedade intelectual
  5. 5. Identificação dos Riscos Financeiros

    Análise de fatores como:

    • Caixa
    • Endividamento
    • Concentração
    • Inadimplência
  6. 6. Identificação dos Riscos Operacionais

    Mapeamento de:

    • Processos críticos
    • Pessoas-chave
    • Fornecedores
    • Sistemas
  7. 7. Avaliação dos Controles Existentes

    Verificação do que já está sendo feito para reduzir cada risco.

  8. 8. Classificação e Priorização

    Definição conforme:

    • Impacto
    • Probabilidade
    • Criticidade
  9. 9. Plano Inicial de Tratamento

    Estruturação de:

    • Ações
    • Responsáveis
    • Prazos
  10. 10. Relatório e Mapa de Riscos

    Consolidação das conclusões para acompanhamento pela administração.

FIX

Como a FIX Compliance atua

A FIX Compliance pode auxiliar empresas, startups e grupos empresariais na identificação e organização dos principais riscos jurídicos, financeiros e operacionais relacionados ao negócio.

O trabalho pode envolver, conforme a necessidade:

Marque o que você precisa

O escopo depende do porte da empresa, da quantidade de processos analisados, da complexidade da operação e do nível de profundidade necessário ao diagnóstico.

Para quem esse serviço é indicado?

O Diagnóstico e Mapeamento de Riscos Jurídicos, Financeiros e Operacionais pode ser especialmente relevante para:

Qual é o seu perfil?

Autoavaliação

Sua empresa possui riscos em várias áreas. Mas consegue enxergá-los em um único mapa, comparar sua relevância e decidir quais realmente precisam de ação primeiro?

Essa é a pergunta central. Um diagnóstico bem estruturado precisa ajudar a empresa a responder: Marque o que a sua empresa já sabe responder.

e

visibilidade dos riscos0/16

Marque as perguntas que a empresa já responde.Enviar autoavaliação

Mapear riscos não significa prever todos os problemas que uma empresa poderá enfrentar.

Significa tornar visíveis as exposições mais relevantes para que decisões sobre contratos, caixa, operação, fornecedores e controles internos sejam tomadas com mais informação e menos improvisação.

Torne visíveis os riscos que hoje só aparecem quando viram problema.Contratos, caixa, operação, fornecedores e controles internos no mesmo mapa, com prioridade e responsável.
FAQ

Dúvidas sobre diagnóstico e mapeamento de riscos

Respostas objetivas sobre o que o diagnóstico entrega e o que ele não substitui.

01O que é diagnóstico de riscos empresariais?
É uma análise estruturada da empresa para identificar situações que podem afetar continuidade, patrimônio, caixa, contratos, obrigações legais, operação e objetivos estratégicos. Ele responde o que pode dar errado, por quê, qual a consequência e se os controles existentes são suficientes.
02Qual a diferença entre diagnóstico e mapeamento de riscos?
O diagnóstico identifica e compreende os riscos. O mapeamento os organiza por natureza, origem, área afetada, probabilidade, impacto, controles, responsável e prioridade, permitindo comparar exposições diferentes. As duas etapas se complementam.
03Quais riscos jurídicos costumam aparecer no diagnóstico?
Contratos mal estruturados ou inexistentes (relações baseadas só em proposta, e-mail ou WhatsApp), multas e responsabilidades excessivas, ausência de acordo de sócios, propriedade intelectual não regularizada e descumprimento de obrigações regulatórias do setor.
04Por que uma empresa lucrativa pode ter risco de caixa?
Porque lucro e caixa não são a mesma coisa. Prazos longos de recebimento, estoque, parcelamentos e endividamento podem fazer a empresa pagar antes de receber. O diagnóstico analisa entradas, saídas, compromissos futuros e concentração de vencimentos.
05O que é dependência de pessoa-chave?
É quando uma rotina crítica, uma senha, a relação com um fornecedor ou uma tecnologia depende de uma única pessoa. Se ela sai, adoece ou se afasta, o processo pode parar. Procedimentos documentados e substitutos treinados reduzem essa exposição.
06O diagnóstico de riscos é uma auditoria?
Não. O diagnóstico usa entrevistas, documentos e amostras, mas não tem necessariamente os mesmos procedimentos ou objetivos de uma auditoria independente. Também não é certificação: oferece uma avaliação estruturada dentro do escopo analisado, sem garantia de ausência de risco.
07Pequena empresa consegue aplicar segregação de funções?
Nem sempre há equipe para separar cadastro de fornecedor, aprovação e execução de pagamentos. Nesses casos, pode haver controle compensatório, como revisão posterior ou dupla aprovação acima de determinado valor. O diagnóstico deve respeitar a realidade da empresa.
08O que o relatório final do diagnóstico entrega?
Um mapa de riscos com causa, consequência, classificação, controles e ação, além de um plano de tratamento com responsáveis, prazos e prioridades de curto, médio e longo prazo. As recomendações devem ser específicas e executáveis, não frases genéricas.
09Quando é o melhor momento para fazer o diagnóstico?
No início do planejamento anual, antes de expansão ou investimento, depois de um incidente ou quando a empresa cresce. Fazer antes de uma Due Diligence ajuda a identificar documentos ausentes, contratos problemáticos e dependências, reduzindo surpresas.
10Existe base legal que valorize a gestão de riscos?
Sim. O Decreto 11.129/2022 (art. 57, V), que regulamenta a Lei Anticorrupção, inclui a gestão adequada de riscos, com análise e reavaliação periódica, entre os parâmetros de avaliação de programas de integridade. A LGPD também valoriza governança baseada em avaliação de riscos.
Contato

Fale com a FIX Compliance

Se sua empresa precisa identificar e organizar riscos jurídicos, financeiros e operacionais, estruturar uma matriz de riscos ou definir prioridades de tratamento, fale com a FIX Compliance.

Nossa equipe pode analisar o funcionamento do negócio, mapear as principais exposições, avaliar os controles existentes e transformar o diagnóstico em um plano organizado de prioridades, responsáveis e medidas compatíveis com a realidade da empresa.

WhatsApp e telefone: (11) 95276-4331
E-mail: contato@fixcompliance.com.br
Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Conte o que motivou o diagnóstico

Crescimento, investimento, incidente, dependência de cliente ou fornecedor: quanto mais contexto, mais objetivo fica o escopo.

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Quero um diagnóstico


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