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Fix Compliance Contabilidade e assessoria empresarial
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NDAContrato de Confidencialidade

Antes de compartilhar, defina o que fica em sigilo.

Sua empresa compartilha informações estratégicas com terceiros. Mas está claro o que pode ser utilizado, por quem e para qual finalidade? A confidencialidade precisa ser tratada antes que a informação sensível saia de casa.

8pastas de cláusulas
4níveis de sigilo
10etapas de elaboração
ACORDO DE CONFIDENCIALIDADECONFIDENCIAL

A Parte Reveladora compartilhará com a Parte Receptora informações sobre preços e margens, carteira de clientes, fornecedores estratégicos e código-fonte, exclusivamente para avaliar uma parceria.

O acesso ficará restrito a quem precisa saber, pelo prazo de cinco anos, ressalvadas as exceções previstas.

Encerrada a negociação, as informações serão devolvidas ou destruídas, inclusive cópias e resumos.

11 trechos sob sigilo
Com quem sua empresa compartilha informações · toque para ver o risco

PASTA 01O que é confidencial

O NDA não é uma frase dizendo que “tudo é confidencial”

Também chamado de Non-Disclosure Agreement, o contrato de confidencialidade estabelece regras sobre acesso, uso, proteção e eventual divulgação de informações. Redações genéricas protegem mal: é preciso entender que informação será compartilhada, em qual contexto e com qual risco.

01Quais informaçõessão protegidas
02Quempoderá acessá-las
03Para quêpoderão ser usadas
04Por quanto tempoa obrigação dura
05Quais exceçõesficam fora
06O que aconteceem caso de violação
Classificador de informações · toque para mudar o nível

PúblicaInternaConfidencialAltamente confidencial

Carimbo sobre documento confidencial
Nem toda informação merece o mesmo carimbo. Proteção deve acompanhar a relevância.

A informação circula em vários formatos

Documentos, relatórios, planilhas, apresentações, códigos, métodos e estratégias podem ser transmitidos por e-mail, reunião, sistema, mensagem ou papel. A cláusula precisa acompanhar a forma real de comunicação. E a própria existência da negociação pode ser confidencial: em investimentos, M&A e parcerias estratégicas, revelar que duas empresas conversam já gera impacto.

Por onde suas informações vão circular?


PASTA 02Finalidade e não uso

Não basta proibir a divulgação. É preciso limitar o uso.

Confidencialidade e não uso são conceitos relacionados, mas distintos: alguém pode não divulgar uma informação e, ainda assim, utilizá-la em benefício próprio. Por isso o NDA precisa definir a finalidade, e é um dos pontos mais importantes do contrato.

A informação foi entregue para

Teste: o uso abaixo é permitido ou vedado?

Confidencialidade impede revelar. Não uso impede aproveitar. Um bom NDA trata os dois, vinculados à finalidade.

PASTA 03Quem acessa

Need-to-know: só quem precisa saber

A receptora não deveria compartilhar a informação com todos os seus colaboradores. Advogados, contadores, auditores e consultores técnicos podem ter acesso, mas também precisam estar vinculados à confidencialidade, e a responsabilidade por esses representantes precisa estar clara. Em grupos econômicos, assinar com uma empresa não protege automaticamente as demais.

Quem recebe a informação na outra parte


Unilateral ou bilateral?

O formato deve refletir a negociação real. Um NDA unilateral pode ser inadequado se as duas partes trocarem informações confidenciais.

Sua empresa
Outra parte

PASTA 04Prazo e exceções

O prazo precisa ser proporcional à informação

Uma estratégia comercial pode perder valor rapidamente; um segredo técnico pode continuar relevante por muito mais tempo. A obrigação pode durar um número de anos ou um período compatível com a natureza da informação, e informações diferentes podem exigir prazos diferentes.

Tipo de informação

Exceções: o que fica fora do sigilo

Em geral, exclui-se a informação que já era pública, já era legitimamente conhecida, foi obtida de terceiro de forma lícita ou se tornou pública sem violação. Em tecnologia, o desenvolvimento independente é relevante: a confidencialidade não deve impedir alguém de criar solução própria sem usar o que recebeu. Ordem judicial ou dever legal de divulgar também precisam ser previstos, com comunicação prévia quando juridicamente possível.

Exceções previstas no seu NDA

0%cobertura

PASTA 05Segurança, incidentes e devolução

Contrato e controle técnico precisam trabalhar juntos

Conforme a sensibilidade, o NDA pode prever padrões mínimos: controle de acesso, armazenamento seguro e proteção contra compartilhamento indevido. Não é preciso exigir proteção absoluta, o que seria impraticável, mas um padrão razoável, compatível com a informação. Em data rooms é possível controlar quem acessou, quando e quais documentos. Ative os controles.

Controles do data room




Data Room · Projeto Atlas

Simulador de incidente



    Ao final da negociação, a informação será

    Papel fragmentado após destruição de documentos
    Não adianta devolver o original e manter cópias, anotações e relatórios derivados.
    PASTA 06Violação e responsabilidade

    A multa precisa ser proporcional, não apenas ameaça

    Uma informação vazada pode produzir efeitos comerciais, concorrenciais e reputacionais difíceis de medir. A multa contratual ajuda justamente quando o prejuízo é difícil de mensurar antecipadamente, mas a cláusula deve esclarecer sua relação com eventual indenização. O NDA pode prever a busca de medidas para cessar a violação, sem substituir a análise do caso concreto.



    A multa em relação à indenização

    multa ÷ valor da negociação

    PASTA 07O que o NDA não é

    NDA protege informação. Não restringe atividade.

    Não concorrência, não aliciamento, exclusividade, No-Shop e No-Talk são obrigações distintas e precisam de cláusula própria. Não é recomendável esconder uma não concorrência ampla dentro da confidencialidade, e o NDA não deve impedir o uso de experiência, habilidade e conhecimento geral. Também não transfere propriedade intelectual nem cria licença implícita. Classifique cada obrigação.

    Reunião com notebooks sobre a mesa
    Desenvolvimento conjunto exige outro contrato: titularidade, exploração e remuneração.
    PASTA 08Assinatura e vigência

    O momento da assinatura importa

    O ideal é assinar antes de qualquer informação ser compartilhada. Também é possível regularizar uma relação existente, mas a retroatividade precisa ser expressa. A assinatura eletrônica é válida quando identificação e integridade são adequadas, e quem assina precisa ter poderes. Aditivos ampliam prazo, finalidade ou partes sem novo NDA, e a obrigação pode sobreviver ao fim da negociação ou do contrato principal.




    contextosonde o NDA muda de forma

    Cada operação pede um nível de formalidade

    Uma apresentação institucional simples exige menos proteção que o acesso a código-fonte, margem ou carteira de clientes. A formalização deve ser proporcional ao risco.

    métodoelaboração ou revisão

    Como a FIX constrói o seu NDA

    Dez etapas, do entendimento da relação à integração com os demais contratos. Avance pelas etapas.

    FIXCompliance

    Como a FIX atua na confidencialidade

    Auxiliamos empresas, empresários, investidores e sócios na elaboração e revisão de contratos de confidencialidade. O escopo depende do tipo de informação, da finalidade, do perfil das partes e do risco de divulgação ou uso indevido.

    Para quem é indicado · toque no seu perfil

    Profissionais em reunião de negócios
    A relação futura pode nunca acontecer. Mas a informação já foi compartilhada.
    ?a pergunta central

    A informação foi compartilhada para uma finalidade. O contrato diz o que a outra parte não pode fazer com ela?

    Um NDA não deve servir apenas para dizer que a informação é confidencial: precisa definir como a confidencialidade funciona na prática durante toda a relação. Marque as perguntas que o seu contrato já responde.

    0/10

    Enviar resultado à FIX

    FAQdúvidas frequentes

    Perguntas sobre contrato de confidencialidade

    O que empresas, investidores e sócios perguntam antes de abrir informações estratégicas.

    Pessoa assinando contrato de confidencialidade
    Assine antes de compartilhar. Essa é normalmente a situação mais adequada.
    O que é um contrato de confidencialidade (NDA)?
    É o instrumento que estabelece regras sobre acesso, uso, proteção e eventual divulgação de informações confidenciais. Define quais informações são protegidas, quem pode acessá-las, para qual finalidade, por quanto tempo, quais são as exceções e o que acontece em caso de violação.
    Qual a diferença entre NDA unilateral e bilateral?
    No unilateral apenas uma parte revela informações e a outra assume o dever de sigilo. No bilateral, ou mútuo, as duas partes compartilham informações sensíveis e ambas ficam obrigadas. O formato deve refletir a negociação real.
    Confidencialidade e não uso são a mesma coisa?
    Não. Confidencialidade impede revelar a informação a terceiros; não uso impede utilizá-la para finalidade diferente da combinada. Alguém pode não divulgar uma informação e ainda assim usá-la em benefício próprio, por isso o NDA precisa definir a finalidade.
    Por quanto tempo vale a obrigação de confidencialidade?
    Pelo prazo que o contrato definir, que pode ser um número de anos ou um período compatível com a natureza da informação. Informações diferentes podem exigir prazos diferentes: uma estratégia comercial perde valor rápido, um segredo técnico pode continuar relevante por muito mais tempo.
    Quais informações costumam ficar fora do NDA?
    Em geral, a informação que já era pública, já era legitimamente conhecida, foi obtida de terceiro de forma lícita ou se tornou pública sem violação. O desenvolvimento independente e a divulgação exigida por lei ou ordem judicial também costumam ser tratados como exceções.
    O NDA impede a outra parte de concorrer comigo?
    Não. O NDA protege informação; a não concorrência restringe atividade econômica e precisa de cláusula própria, proporcional em prazo, território e atividade. Não é recomendável esconder uma não concorrência ampla dentro da cláusula de confidencialidade.
    Compartilhar tecnologia em um NDA transfere a propriedade intelectual?
    Não. Compartilhar tecnologia, método, código ou desenho não significa ceder a titularidade, e o contrato pode deixar isso expresso e afastar licenças implícitas. Se as partes desenvolverem algo em conjunto, é preciso outro contrato definindo titularidade, exploração e remuneração.
    O NDA substitui as obrigações da LGPD?
    Não. Se houver dados pessoais de empregados, clientes ou usuários nos documentos, confidencialidade e proteção de dados precisam ser analisadas separadamente. O compartilhamento exige finalidade adequada, e pode ser necessário reduzir o volume de dados ou anonimizá-los.
    Posso assinar o NDA depois de já ter compartilhado informações?
    É possível regularizar uma relação existente, mas assinar depois não desfaz o compartilhamento anterior. Se o contrato deve alcançar informações já trocadas, a retroatividade precisa ser expressa, para que se saiba desde quando a obrigação existe.
    Posso simplesmente traduzir um NDA estrangeiro?
    Não é recomendável. Conceitos jurídicos variam entre países e termos como Trade Secret podem ter tratamento diferente. Em NDA internacional é preciso escolher conscientemente idioma, lei aplicável, foro ou arbitragem, de forma proporcional ao valor da operação.
    contatoFale com a FIX Compliance

    Informação estratégica merece regras claras.

    Se sua empresa precisa compartilhar informações com investidores, parceiros, fornecedores, prestadores ou potenciais compradores, fale com a FIX Compliance. Elaboramos ou revisamos o contrato de confidencialidade com regras compatíveis com o tipo de informação, a finalidade da negociação e os riscos envolvidos.

    WhatsApp e telefone: (11) 95276-4331
    E-mail: contato@fixcompliance.com.br
    Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.

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    Confiança se constrói com regras combinadas antes.

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    Com quem você vai compartilhar, que tipo de informação e qual a finalidade. Sigilo garantido.

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