Rua Hamilton Prado 401-A, sala 2 contato@fixcompliance.com.br 11 95276-4331 CNPJ 51.933.417/0001-48
5,026 avaliações no GoogleVer avaliaçõesAvaliar no Google
Fix Compliance Contabilidade e assessoria empresarial
Agendar conversa

Acordo de confidencialidade · NDA

Acordos de Confidencialidade (NDA) com Fornecedores, Parceiros e Investidores

Sua empresa precisa compartilhar informações estratégicas para negociar, contratar ou captar investimento. Mas está claro o que a outra parte pode fazer com aquilo que recebeu?

  • 4relações, 4 estruturas
  • 11cláusulas que decidem
  • 8mitos desfeitos

Comece por aquiCom quem você vai compartilhar informações?

Escolha um cartãoA página se ajusta ao seu caso: textos, exemplos e a mensagem para a FIX.Ver o NDA para esse caso
01 · o que circula

Empresas compartilham informações confidenciais todos os dias.

Toque em quem recebe e veja o que costuma ir junto.

Isso pode ocorrer com:

Durante essas relações, podem circular informações como:

  • Dados financeiros
  • Estratégias comerciais
  • Preços
  • Margens
  • Planos de expansão
  • Processos internos
  • Tecnologia
  • Código-fonte
  • Know-how
  • Contratos
  • Listas comerciais
  • Documentos societários
  • Informações sobre clientes
  • Projetos ainda não lançados

Essas informações podem ser necessárias para a negociação.

Mas isso não significa que devam ficar livres para qualquer utilização posterior.

É justamente nesse contexto que o Acordo de Confidencialidade — NDA — se torna relevante.

02 · fraca × forte

O que é um NDA?

NDA é a sigla para Non-Disclosure Agreement. Em português, trata-se de um acordo ou contrato de confidencialidade.

Seu objetivo é estabelecer regras para informações compartilhadas entre as partes

O documento pode definir:

  • Quais informações são confidenciais
  • Quem pode acessá-las
  • Para qual finalidade podem ser utilizadas
  • Por quanto tempo devem permanecer protegidas
  • Quais situações não são consideradas violação
Também pode estabelecer:

  • Dever de devolver documentos
  • Dever de eliminar informações
  • Consequências pelo descumprimento
Cláusula genérica

Mas um NDA bem estruturado não deve apenas dizer: Isso é pouco.

“é proibido divulgar informações confidenciais”.

O contrato precisa responder:

Cláusula estruturada

  1. InformaçãoDocumentos, arquivos, apresentações, códigos e informações verbais, com exceções.
  2. FinalidadeSomente para avaliar e executar a negociação definida.
  3. AcessoRepresentantes com necessidade, sob deveres equivalentes.
  4. UsoProibidos divulgação e uso fora da finalidade.
  5. PrazoCalibrado conforme a natureza da informação, com devolução ou eliminação ao fim.
Ver a cláusula

Sem essas respostas, a cláusula pode ficar excessivamente genérica.

03 · cada relação, um NDA

NDA não é a mesma coisa para todas as relações

Esse é um dos pontos centrais.

fornecedor

Um fornecedor recebe informações para executar determinado trabalho.

parceiro

Um parceiro estratégico pode trocar informações em mão dupla.

investidor

Um investidor pode analisar documentos para decidir se pretende investir.

São contextos diferentes. Por isso, utilizar exatamente o mesmo modelo em todas as situações pode ser inadequado.

Fornecedor

NDA com fornecedores possui foco próprio

  • Esse acesso deve estar vinculado à execução do serviço.
  • A proteção precisa alcançar quem efetivamente terá contato com o conteúdo.
  • Contrato não substitui controle técnico.
Ler a análise completa48 trechos

Um fornecedor pode precisar acessar:

  • sistemas;
  • procedimentos internos;
  • especificações técnicas;
  • listas de clientes;
  • informações comerciais.

Esse acesso deve estar vinculado à execução do serviço.

O fornecedor não deveria utilizar as informações para:

  • atender concorrente com o mesmo material;
  • desenvolver produto próprio;
  • divulgar documentos;
  • reutilizar base recebida para finalidade diferente.

Por isso, finalidade do acesso precisa estar clara.

O NDA pode estar isolado

Ou integrado ao próprio contrato de prestação de serviços.

Nem toda relação precisa de documento separado.

Em muitos casos, cláusulas de confidencialidade dentro do contrato principal podem ser suficientes.

A escolha depende da complexidade.

NDA separado pode ser útil antes da contratação

Por exemplo:

a empresa ainda está escolhendo fornecedor.

Para apresentar detalhes técnicos, pode exigir confidencialidade antes de assinar o contrato definitivo.

Isso evita que a etapa pré-contratual fique sem proteção.

Depois, o contrato principal pode substituir ou complementar o NDA.

Essa relação entre os instrumentos precisa ser clara.

Fornecedor pode utilizar subcontratados

Esse é um ponto importante.

A empresa contratada pode compartilhar parte do trabalho com terceiros.

Nesse caso:

quem poderá acessar as informações?

O NDA pode prever que:

  • acesso seja limitado;
  • subcontratados assumam obrigações equivalentes.

Caso contrário, a informação pode escapar pela cadeia de fornecimento.

A proteção precisa alcançar quem efetivamente terá contato com o conteúdo.

Fornecedor de tecnologia merece atenção adicional

Pode receber acesso a:

  • código-fonte;
  • credenciais;
  • arquitetura;
  • banco de dados;
  • integrações.

Nem toda informação precisa ser entregue.

O princípio deve ser:

acesso apenas ao necessário para execução.

Contrato não substitui controle técnico.

Se o fornecedor não precisa do repositório inteiro, não deveria receber acesso irrestrito apenas por facilidade operacional.

Confidencialidade e governança de acesso devem trabalhar juntas.

Pode receber acesso a:

Ele precisa de tudo isso para executar?

superfície exposta

0%

04 · anatomia do NDA

As 11 cláusulas que decidem se o NDA protege ou só enfeita

Abra cada cláusula, leia a nota de margem e marque se a sua minuta já trata do ponto.

Acordo de Confidencialidade · minuta0 de 11 cláusulas confirmadas

Cláusula 1 de 11 · Definição

O NDA precisa definir o que é Informação Confidencial

Mas a definição precisa ser funcional.

Essa é uma das cláusulas centrais.

Pode incluir:

  • documentos escritos;
  • arquivos eletrônicos;
  • apresentações;
  • planilhas;
  • códigos;
  • desenhos técnicos;
  • informações verbais.

Excessivamente estreita pode deixar informações importantes de fora.

Excessivamente ampla pode tornar a obrigação impraticável.

O contrato precisa encontrar equilíbrio.

Sua minuta tem isso?

05 · o que o NDA não faz

Oito mitos que custam caro em negociações

Toque em cada cartão. 0 de 8 mitos desfeitos.

mito 01

“Com NDA, posso impedir a outra parte de competir comigo.”

verdade

Não concorrência não é NDA

Esse ponto merece destaque.

Confidencialidade protege:

  • informação.

Não concorrência limita:

  • atuação competitiva.

São obrigações diferentes.

Uma empresa pode competir legitimamente sem utilizar informação confidencial.

Portanto, NDA não deve ser usado para criar restrição genérica de mercado.

Se a relação exige cláusula de não concorrência, ela deve ser analisada separadamente.

mito 02

“Todo NDA deve proibir contratar meus funcionários e clientes.”

verdade

Não aliciamento também é distinto

Pode envolver:

  • funcionários;
  • clientes.

Pode ser pertinente em determinadas relações.

Mas não deve ser colocado automaticamente dentro de todo NDA.

Cada obrigação precisa ter justificativa.

mito 03

“Assinou NDA? Então o projeto que apresentei já é meu, protegido.”

verdade

NDA não transfere propriedade intelectual

Esse é outro erro comum.

A empresa apresenta:

  • projeto;
  • software;
  • conteúdo.

A outra parte assina NDA.

Isso não significa que houve:

  • cessão;
  • licença.

O NDA apenas disciplina a confidencialidade e utilização dentro do escopo previsto.

Titularidade precisa ser tratada por contrato apropriado.

Isso é especialmente relevante em parceria de desenvolvimento.

Uma parte pode acessar tecnologia.

Mas isso não significa que se tornou proprietária.

O documento deve deixar essa diferença clara.

mito 04

“Se eu mostrei a tecnologia, a outra parte pode usar comercialmente.”

verdade

Nenhuma licença implícita pode ser uma preocupação relevante

Dependendo do negócio.

Pode ser útil esclarecer que o compartilhamento não concede automaticamente:

  • licença;
  • cessão;
  • autorização comercial.

Isso evita interpretações equivocadas.

A informação é compartilhada para determinada finalidade

Não entregue como ativo.

mito 05

“O NDA transforma a minha ideia em direito exclusivo.”

verdade

Ideias também precisam ser tratadas com cuidado

Muitas empresas querem NDA apenas para:

“proteger uma ideia”.

Mas a questão é mais complexa.

Ideias abstratas não recebem automaticamente a mesma proteção de:

  • software;
  • obra;
  • patente.

O NDA pode criar obrigação contratual de não utilizar determinadas informações divulgadas.

Mas não transforma qualquer ideia em direito exclusivo universal.

Essa expectativa precisa ser ajustada.

O contrato protege a relação entre as partes

Não cria monopólio sobre o mercado.

mito 06

“Com NDA, não preciso pensar em patente.”

verdade

Antes de revelar tecnologia patenteável, planejamento é especialmente importante

A empresa pode precisar de NDA.

Mas também avaliar rapidamente:

  • estratégia de patente;
  • momento do depósito.

Confidencialidade não substitui proteção patentária quando esta for adequada.

Da mesma forma, patente não elimina necessidade de proteger know-how adicional.

As ferramentas podem coexistir.

mito 07

“Com NDA, o software e todos os componentes ficam sendo da empresa.”

verdade

Software também pode exigir NDA

Especialmente quando terceiro terá acesso a:

  • código-fonte;
  • arquitetura;
  • documentação.

Isso ocorre com:

  • software houses;
  • auditorias;
  • investidores.

Mas novamente:

NDA não define titularidade.

Contrato de desenvolvimento precisa tratar isso.

O mesmo vale para Open Source

Uma informação pode ser confidencial.

Mas componente utilizado no projeto pode ter licença de terceiro.

O NDA não transforma esse componente em propriedade da empresa.

Due Diligence precisa separar.

mito 08

“NDA só serve para proteger o que eu divulgo.”

verdade

Informação de terceiros também precisa ser respeitada

A empresa pode receber segredo de parceiro.

Depois incorporar parte da informação à própria operação.

Isso pode gerar violação.

Por isso, empresas precisam saber:

  • quais informações receberam;
  • sob quais limites.

Não apenas proteger aquilo que divulgam.

NDA é obrigação bilateral de governança em muitas relações.

06 · na hora certa

Preciso de NDA nesta conversa?

Responda cinco perguntas. O instrumento precisa ser proporcional ao risco.

Para avançar, a conversa exige revelar informação crítica?

É o primeiro pitch para um investidor?

A outra parte está em outro país?

Há empresas do mesmo grupo econômico envolvidas?

É uma operação de M&A?

recomendaçãoResponda as perguntas

    01Arquivo e assinaturaArquivamento dos NDAs é importante

    Empresas assinam vários documentos.

    Depois ninguém sabe:

    • com quem;
    • quando;
    • qual prazo.

    Isso gera problema.

    Pode ser útil manter controle com:

    • parte contratante;
    • objeto;
    • data;
    • prazo;
    • projeto relacionado.

    Isso facilita gestão.

    Especialmente em empresas com muitas negociações.

    Um repositório contratual reduz perda de informação.

    Assinatura eletrônica também facilita

    Mas o documento precisa estar armazenado.

    Não adianta ter contrato assinado que ninguém consegue localizar.

    Governança contratual faz parte da proteção.

    controle de NDAs · exemplo fictício
    Parte contratanteObjetoDataPrazoProjeto relacionado
    Fornecedor AlfaIntegração do ERP03/20262 anosERP
    Parceiro BetaDesenvolvimento conjunto07/20255 anos + sigiloApp
    Fundo GamaRodada seed???

    02Antes da divulgação relevanteNDA precisa ser assinado antes da divulgação relevante

    Esse é um ponto básico.

    Assinar depois que toda a informação já foi compartilhada pode diminuir a utilidade preventiva.

    O melhor momento é:

    antes de abrir o conteúdo sensível.

    Em negociações por etapas, isso pode ocorrer antes do Data Room.

    Ou antes de documentação técnica.

    O processo comercial precisa saber disso.

    Jurídico não deve chegar sempre depois.

    Equipe comercial também precisa de orientação

    Vendedores e executivos participam de:

    • reuniões;
    • apresentações.

    Podem compartilhar mais informação do que deveriam.

    Uma política simples pode definir:

    • o que pode ser enviado sem NDA;
    • o que exige NDA.

    Isso torna o processo mais eficiente.

    03ProporcionalidadeNem toda conversa precisa de NDA

    Esse também é importante.

    Exigir NDA para qualquer primeira reunião pode criar:

    • atrito;
    • burocracia.

    O risco precisa justificar.

    Se a empresa consegue apresentar a oportunidade sem revelar segredo:

    talvez não seja necessário imediatamente.

    Se a conversa exige acesso a informação crítica:

    o NDA ganha relevância.

    O instrumento precisa ser proporcional.

    Isso é especialmente verdadeiro com investidores

    Alguns investidores recebem grande volume de oportunidades.

    Podem não assinar NDA para simples pitch inicial.

    Nesse caso, a empresa precisa adaptar:

    • o conteúdo do pitch.

    E não simplesmente revelar tudo esperando proteção informal.

    Estratégia de confidencialidade também é estratégia de comunicação.

    Em fases avançadas, o cenário muda

    Com interesse concreto e Due Diligence em curso, a necessidade de proteção contratual pode aumentar.

    Nesse momento, informações mais sensíveis podem ser compartilhadas.

    Isso mostra que NDA pode fazer parte de uma arquitetura de negociação.

    Não necessariamente de toda interação.

    04Operação internacionalOperação internacional exige revisão adicional

    Se fornecedor, parceiro ou investidor está em outro país, podem surgir questões sobre:

    • lei aplicável;
    • foro;
    • arbitragem.

    Também:

    • idioma;
    • execução.

    Não se deve utilizar automaticamente o mesmo NDA brasileiro sem revisar.

    Especialmente quando o ativo é relevante.

    Definições podem ter impactos diferentes em outras jurisdições.

    O contrato precisa refletir a operação internacional.

    05Grupos econômicosEm grupos econômicos, compartilhamento também merece atenção

    Uma informação pode ser entregue a uma empresa.

    Mas será utilizada por várias sociedades do grupo.

    O NDA precisa esclarecer:

    • quem pode receber;
    • quais afiliadas estão abrangidas.

    Isso evita dúvida.

    Especialmente em grupos multinacionais.

    Mas acesso não deve ser liberado indiscriminadamente apenas porque as empresas pertencem ao mesmo grupo.

    Necessidade continua sendo relevante.

    06M&A detalhadoM&A pode exigir NDA muito mais detalhado que negociação comercial comum

    Isso ocorre porque o comprador potencial pode receber:

    • toda estrutura financeira;
    • contratos estratégicos;
    • tecnologia;
    • carteira.

    A exposição é maior.

    O contrato pode precisar tratar:

    • anúncio da negociação;
    • contato com empregados;
    • contato com clientes.

    Também:

    • acesso ao Data Room.

    Essas regras não são essenciais em NDA simples com fornecedor.

    Isso demonstra novamente:

    não existe um NDA universal.

    Fornecedor, parceiro e investidor precisam de estruturas distintas

    Fornecedor

    Foco em utilização da informação exclusivamente para execução contratada.

    Parceiro

    Foco em troca bilateral e proteção dos ativos de ambas as partes.

    Investidor

    Foco em análise da oportunidade e Due Diligence, com controle progressivo de informação.

    Essa diferenciação aumenta a qualidade do contrato. Modelo padrão pode ser ponto de partida Não de chegada. O documento precisa ser adaptado.

    método

    Como funciona a assessoria em Acordos de Confidencialidade?

    O trabalho pode envolver: Os 10 passos, da identificação da relação ao arquivo:

    1. 011. Identificação da Relação

      Definição se o NDA será utilizado com:

      • Fornecedor
      • Parceiro
      • Investidor
      • Outro terceiro
    2. 022. Mapeamento das Informações

      Identificação do que realmente será compartilhado.

    3. 033. Classificação do Risco

      Avaliação da importância estratégica e do impacto de uma divulgação ou uso indevido.

    4. 044. Definição da Estrutura

      Escolha entre:

      • NDA unilateral
      • NDA bilateral
      • Cláusula de confidencialidade no contrato principal
    5. 055. Definição da Finalidade

      Especificação da razão pela qual a informação poderá ser utilizada.

    6. 066. Controle dos Destinatários

      Definição de quem poderá ter acesso dentro da parte receptora.

    7. 077. Definição do Prazo

      Adequação da duração da obrigação à natureza da informação.

    8. 088. Regras de Devolução e Destruição

      Organização do tratamento das informações quando a relação terminar.

    9. 099. Integração com Outros Contratos

      Compatibilização com:

      • Prestação de serviços
      • Investimento
      • Parceria
      • M&A
      • Transferência de tecnologia
    10. 1010. Governança e Arquivamento

      Organização dos NDAs para controle de:

      • Vigência
      • Partes
      • Projetos
      • Obrigações
    07 · como a FIX atua

    Como a FIX Compliance atua

    A FIX Compliance pode auxiliar empresas, startups e grupos empresariais na elaboração, revisão e organização de Acordos de Confidencialidade utilizados em negociações com fornecedores, parceiros e investidores.

    O trabalho pode envolver, conforme a necessidade:

    O escopo depende do tipo de informação compartilhada, da natureza da relação e do nível de risco associado à negociação.

    Para quem esse serviço é indicado?

    A assessoria em Acordos de Confidencialidade pode ser especialmente relevante para:

    08 · antes de assinar

    Sua empresa está prestes a compartilhar informações importantes. Mas está claro o que a outra parte poderá fazer com elas depois que a reunião ou negociação terminar?

    Essa é a pergunta central.

    Um NDA bem estruturado precisa ajudar a empresa a responder:

    Um NDA não protege uma empresa simplesmente porque contém a palavra “confidencial”.

    Sua utilidade está em definir, com clareza, quais informações estão sendo compartilhadas, por que a outra parte pode acessá-las e até onde esse acesso pode chegar.

    pergunta 01 de 15

    Quais informações serão consideradas confidenciais?

    0/15Enviar checklist
    Antes de abrir o Data Room, defina o que a outra parte pode fazer com o que recebe.NDA sob medida para fornecedor, parceiro, investidor ou M&A, integrado aos seus contratos.
    perguntas frequentes

    Dúvidas sobre NDA e acordos de confidencialidade

    Respostas diretas para quem vai contratar fornecedor, fechar parceria, captar investimento ou negociar M&A.

    01O que é um NDA?
    NDA é a sigla de Non-Disclosure Agreement: o acordo ou contrato de confidencialidade. Ele define quais informações são confidenciais, quem pode acessá-las, para qual finalidade podem ser usadas, por quanto tempo ficam protegidas e o que acontece ao fim da relação ou em caso de descumprimento.
    02Posso usar o mesmo modelo de NDA para fornecedor, parceiro e investidor?
    Não é recomendável. O fornecedor recebe informação para executar um trabalho, o parceiro costuma trocar informações em mão dupla e o investidor analisa documentos para decidir se investe. O modelo padrão pode ser ponto de partida, mas o documento precisa ser adaptado à relação.
    03Qual a diferença entre NDA unilateral e bilateral?
    No unilateral, apenas uma parte revela informações e a outra assume as obrigações. No bilateral (ou mútuo), ambas revelam e ambas se obrigam, o que é comum em parcerias. Bilateral não significa idêntico: as obrigações podem refletir informações de naturezas diferentes.
    04Preciso de NDA separado ou basta uma cláusula no contrato?
    Depende da complexidade. Muitas vezes a cláusula de confidencialidade no contrato principal é suficiente. O NDA separado é útil na fase pré-contratual, por exemplo quando a empresa ainda escolhe o fornecedor, e depois pode ser substituído ou complementado pelo contrato definitivo.
    05O que não deve ser considerado informação confidencial?
    Normalmente ficam de fora as informações que já eram públicas, que se tornaram públicas sem violação, que a parte receptora já conhecia legitimamente, que foram obtidas licitamente de terceiro ou que foram desenvolvidas de forma independente. Essas exceções tornam o contrato tecnicamente consistente.
    06Por quanto tempo vale a confidencialidade?
    Não existe prazo único. Uma proposta comercial perde valor rápido; fórmula, código e know-how podem permanecer estratégicos por anos. O contrato pode ter vigência de dois anos e certos deveres de sigilo sobreviverem por período diferente. Obrigação eterna e genérica para tudo tende a ser inadequada.
    07Posso colocar uma multa alta no NDA?
    Pode haver cláusula penal, mas ela deve ser proporcional. Pelo Código Civil, a penalidade não pode exceder o valor da obrigação principal (art. 412) e pode ser reduzida equitativamente pelo juiz se for manifestamente excessiva (art. 413). O objetivo principal continua sendo prevenir o uso indevido.
    08NDA transfere propriedade intelectual ou concede licença?
    Não. O NDA disciplina confidencialidade e uso dentro do escopo previsto. Titularidade, cessão e licença precisam de contrato apropriado, e pode ser útil declarar que o compartilhamento não concede licença implícita, cessão ou autorização comercial.
    09O NDA substitui a LGPD quando circulam dados pessoais?
    Não. Dados de empregados e clientes em Due Diligence ou prestação de serviços envolvem a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018). Confidencialidade e proteção de dados se relacionam, mas são regimes diferentes, e pode ser necessário contrato ou cláusulas específicas sobre tratamento de dados.
    10Em M&A entre concorrentes, o NDA basta?
    Nem sempre. Com informações concorrencialmente sensíveis, pode ser necessário segregar o acesso, por exemplo com Clean Team formado por consultores ou equipe específica. Operações de notificação obrigatória ao CADE não podem ser consumadas antes da aprovação (Lei 12.529/2011, art. 88, § 3º), o que reforça o cuidado com a troca de informações.
    contato

    Fale com a FIX Compliance

    Se sua empresa precisa compartilhar informações estratégicas com fornecedores, parceiros ou investidores e quer estruturar regras claras de confidencialidade e utilização, fale com a FIX Compliance.

    Nossa equipe pode analisar o contexto da negociação, elaborar ou revisar o NDA adequado e integrar a confidencialidade aos contratos, à propriedade intelectual e aos procedimentos internos necessários para proteger as informações relevantes do negócio.

    WhatsApp e telefone: (11) 95276-4331
    E-mail: contato@fixcompliance.com.br
    Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.

    canal reservado · não envie documentos confidenciais

    Conte sobre a negociação

    Com quem a empresa vai negociar, o que precisa compartilhar, em que fase está e se há investimento, M&A ou parte no exterior.

    Nome

    Falar sobre meu NDA


    Fale com a gente

    Vamos conversar sobre o seu caso?

    Preencha o formulário e um especialista da Fix Compliance entra em contato com você rapidinho — sem compromisso.

    • ✓Resposta em até 1 dia útil
    • ✓Atendimento direto com o especialista que resolverá seu problema

    Envie sua mensagem

    Todos os campos são obrigatórios.

    Fale com a FIX