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PLANTA TÉCNICALei 9.609/1998 · e-Software · hash

Registro de Programas de Computador Junto ao INPI

Sua empresa desenvolveu um software próprio. Mas consegue demonstrar documentalmente qual versão foi criada, quem é o titular e quais direitos efetivamente pertencem ao negócio?

  • 50anosde proteção do programa
  • 10dias corridosaté o certificado, segundo o INPI
  • 0linhas expostasvai só o hash, o código fica com você
impressão digital do códigoSHA-256 real

hash registrado · v1.0

calculando…

hash do arquivo agora

calculando…

Arquivo íntegroO arquivo guardado corresponde ao hash informado no registro.0/64

F01o ativofolha 01 / 12

Software pode representar um dos principais ativos de uma empresa.

Isso ocorre em:

  • Startups
  • Empresas SaaS
  • Software houses
  • Fintechs
  • Edtechs
  • Indústrias
  • Empresas com sistemas próprios
  • Negócios digitais

Em muitos casos, a operação depende diretamente de:

sua operaçãodepende de
  • D1Código-fonte
  • D2Funcionalidades
  • D3Arquitetura
  • D4Integrações
  • D5Lógica de negócio
  • D6Documentação técnica

Por isso, organizar a titularidade e a documentação do programa pode ser estratégico.

Uma das ferramentas disponíveis é o Registro de Programa de Computador perante o INPI.

INPI · ilustrativoCertificado de Registro de Programa de Computador

O que é o Registro de Programa de Computador?

É o procedimento utilizado para formalizar perante o INPI determinadas informações relativas a um software e à sua titularidade.

O registro pode contribuir para documentar:

  • ✓Existência do programa
  • ✓Autoria
  • ✓Titularidade
  • ✓Determinada versão do software

O próprio INPI apresenta o registro como instrumento capaz de oferecer maior consistência documental ao titular, especialmente em situações em que seja necessário comprovar autoria ou titularidade.

REGISTRADO

F02fato ou mitofolha 02 / 12

O registro não cria o Direito Autoral sobre o software

Vote em cada afirmação antes de ler a explicação. Placar: 0 de 4

#1afirmação

“Só quem registra no INPI tem direito sobre o software.”

MITO

O registro não cria o Direito Autoral sobre o software

Esse ponto é fundamental.

A proteção autoral do programa não nasce apenas porque houve registro no INPI.

O registro possui função principalmente documental.

Entender o porquê+6

Por isso, não deve ser vendido como:

“somente quem registra possui direito sobre o software”.

Essa afirmação seria inadequada.

O valor do registro está em produzir uma referência formal sobre determinada criação.

Isso pode ser útil quando surge discussão sobre:

  • autoria
  • titularidade
  • anterioridade de determinada versão
#2afirmação

“O registro resolve toda a propriedade intelectual do produto.”

MITO

Registro também não resolve sozinho toda a Propriedade Intelectual do software

Um programa pode envolver:

  • código
  • marca
  • documentação
  • interface
  • know-how
  • dados
  • componentes de terceiros

O Registro de Programa de Computador trata uma parte dessa estrutura.

Entender o porquê+6

Marca pode precisar de registro separado.

Know-how pode precisar permanecer confidencial.

Contratos precisam definir titularidade.

Open Source precisa ser analisado conforme suas licenças.

Por isso, registro é uma camada de proteção.

Não a estratégia completa.

#3afirmação

“Basta ter a ideia da plataforma para registrar.”

MITO

A ideia do software não é suficiente

Ter a ideia de:

“criar uma plataforma para organizar contratos”

não significa possuir direito exclusivo sobre qualquer software que exerça essa função.

Entender o porquê+5

É necessário existir programa desenvolvido.

O próprio INPI ressalta que softwares ainda meramente conceituais, restritos ao campo da ideia, não são passíveis desse registro.

Isso significa que ideia e implementação precisam ser diferenciadas

O registro está ligado ao programa concretamente desenvolvido.

Não ao conceito abstrato do negócio.

#4afirmação

“O registro documenta autoria, titularidade e uma versão do programa.”

FATO

O que efetivamente é protegido?

O serviço oficial do governo descreve a proteção como relacionada à expressão do conjunto de instruções utilizado para fazer máquinas funcionarem de determinada maneira, essencialmente código-fonte ou código-objeto.

F03cadeia de titularidadefolha 03 / 12

O desenvolvedor e o titular podem ser pessoas diferentes

O certificado é o último elo. Se um elo anterior estiver quebrado, o registro não conserta sozinho.

Escolha o cenário do seu software e veja onde a cadeia quebra

01Desenvolvedorquem escreveu o código
02Contratocessão, licença ou vínculo
03Empresa titularquem recebeu os direitos
04Registroo certificado no INPI

N1quem pede

Quem pode requerer o registro?

O serviço está disponível para pessoas físicas ou jurídicas que tenham desenvolvido o programa e pretendam protegê-lo, bem como para procuradores devidamente constituídos.

Mas antes do protocolo existe uma questão ainda mais importante:

quem realmente deve figurar como titular?

N2desenvolvedor × titular

O desenvolvedor e o titular podem ser pessoas diferentes

Um software pode ser desenvolvido por:

  • sócio
  • empregado
  • freelancer
  • software house
  • equipe terceirizada
Ler a nota completa+4

Isso não significa que todos terão a mesma posição jurídica.

É necessário analisar:

  • relação contratual
  • contexto do desenvolvimento
  • cessões
  • licenças

O registro precisa refletir uma cadeia de titularidade consistente.

N3o erro mais comum

Registrar em nome da empresa não corrige automaticamente um contrato inadequado com o desenvolvedor

Esse é um dos erros mais importantes.

Imagine que uma empresa contrata freelancer.

Ler a nota completa+7

O freelancer desenvolve o código.

Não existe contrato claro sobre titularidade.

Depois a empresa registra o software em seu próprio nome.

O certificado não deve ser tratado como solução automática para toda a cadeia jurídica anterior.

Primeiro é necessário entender:

quais direitos a empresa efetivamente recebeu?

Por isso, registro e contratos precisam conversar.

N4contrato

Contrato com desenvolvedor é essencial

Pode tratar de:

  • titularidade
  • cessão
  • licença
  • confidencialidade
Ler a nota completa+5

Também:

  • documentação
  • código-fonte
  • customizações
  • melhorias

O registro formaliza uma dimensão do ativo.

O contrato explica como esse ativo chegou até a empresa.

As duas coisas são complementares.

N5software houses

Empresas que utilizam software houses precisam ter atenção especial

A software house pode utilizar:

  • frameworks próprios
  • bibliotecas
  • componentes anteriores
Ler a nota completa+4

O cliente pode receber apenas:

  • sistema final
  • licença

Ou determinados direitos sobre customizações.

Isso precisa ser conhecido antes do registro.

N6Background e Foreground

Background IP e Foreground IP podem ajudar

Background IP

Tecnologia que já existia antes do projeto.

Ler a nota completa+6

Foreground IP

Aquilo que foi criado durante o desenvolvimento.

Essa separação ajuda a identificar:

  • o que pode pertencer ao fornecedor
  • o que foi criado especificamente para o cliente

Sem isso, pode existir tentativa de registrar como próprio algo que contém componentes de terceiros.

Isso precisa ser evitado.

N7Open Source

Open Source também merece atenção

Muitos softwares utilizam:

  • bibliotecas
  • frameworks
  • componentes abertos
Ler a nota completa+7

Isso é comum.

Não significa que o software não possa ter proteção própria.

Mas a empresa precisa conhecer as licenças utilizadas.

Um componente Open Source não se transforma em propriedade exclusiva da empresa apenas porque foi incorporado ao código.

Por isso, inventário de dependências pode ser relevante.

Especialmente antes de:

  • investimento
  • M&A
N8terceiros

Componentes proprietários de terceiros também precisam ser separados

Pode existir:

  • SDK
  • API
  • biblioteca comercial
Ler a nota completa+4

A empresa pode possuir direito de uso.

Não necessariamente titularidade.

O registro do software próprio não deve ser interpretado como aquisição desses componentes.

Cadeia tecnológica precisa ser clara.

F04passo a passo no e-Softwarefolha 04 / 12

Como funciona atualmente o pedido perante o INPI?

O procedimento é eletrônico. O registro é solicitado pelo sistema e-Software, acessado por usuário cadastrado no e-INPI.

e-Software · novo pedido0/8
⚠ duas armadilhas que derrubam o pedido

notas do INPI

depósitoNão existe atualmente depósito em papel como alternativa normal

O INPI informa que o e-Software é o meio aceito para o depósito do pedido.

Isso exige preparação prévia

Antes de iniciar o pedido, precisam ser organizados:

  • dados do titular
  • documentação técnica
  • resumo digital
  • documentos de representação, quando aplicáveis
assinaturaTambém existe exigência de assinatura digital específica

Atualmente, para requerer o registro é necessário certificado digital qualificado emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil.

O INPI informa expressamente que assinaturas avançadas, inclusive Gov.br, não são aceitas pelo sistema e-Software para essa finalidade.

Isso precisa ser verificado antes do protocolo

Para evitar preparar todo o pedido e descobrir no final que a assinatura utilizada não atende ao sistema.

declaração de veracidadeO que é a Declaração de Veracidade?

Dentro do fluxo eletrônico, o pedido exige a Declaração de Veracidade — DV — assinada digitalmente conforme os requisitos do sistema.

O INPI inclui esse documento entre os elementos necessários ao pedido eletrônico.

Por isso, documentação e assinatura precisam ser organizadas antes da conclusão do protocolo

Não apenas o código.

GRUA GRU também faz parte do procedimento

Antes do protocolo, deve ser emitida e paga a Guia de Recolhimento da União correspondente.

O INPI alerta que o pagamento precisa ocorrer antes do pedido.

O simples agendamento para data posterior pode gerar problema de conhecimento da petição.

Isso demonstra que a preparação administrativa também importa

Um erro formal pode comprometer um pedido que tecnicamente estava correto.

Por isso, checklist é útil.

acompanhamentoDepois do protocolo, o processo precisa ser acompanhado

O INPI indica a consulta à Revista da Propriedade Industrial — RPI — como forma de acompanhamento.

Também existe o recurso “Meus Pedidos”, que pode enviar alertas por e-mail, mas o próprio Instituto esclarece que esse serviço não substitui a consulta à RPI.

Portanto, não é recomendável depender apenas de alerta eletrônico

O acompanhamento formal continua importante.

F05hash e guardafolha 05 / 12

O que é o resumo digital Hash?

O hash é um resumo criptográfico calculado a partir da documentação técnica do programa.

1Documentação técnicafica com o titular
2Resumo hashvai no pedido
3Certificadoaponta para o hash

Em termos práticos, ele funciona como uma espécie de identificação matemática daquele conteúdo.

Alterar o arquivo gera resultado diferente.

Isso ajuda a relacionar o registro a determinada documentação mantida pelo titular.

O INPI explica que qualquer alteração no conteúdo original modifica o resumo hash, permitindo utilizar esse mecanismo para verificar a integridade do documento.

Ver como o hash protege o sigilo+5

O código-fonte integral não precisa ficar publicamente disponível no processo

Essa é uma preocupação frequente.

O procedimento utiliza o resumo hash da documentação técnica.

A documentação correspondente permanece sob guarda do titular.

Esse ponto é particularmente relevante para empresas que querem registrar sem divulgar publicamente seu código estratégico.

Caixas de arquivo, guarda da documentação técnica e do certificado
O hash só prova algo se o arquivo original continuar existindo.
teste rápido

Onde está hoje o arquivo que gerou o hash?

G1guarda

A empresa precisa guardar a documentação que originou o hash

Esse é um dos pontos mais importantes de todo o procedimento.

O INPI ressalta que a responsabilidade pela guarda e integridade da documentação técnica permanece com o titular.

Isso significa que não basta gerar um hash e depois perder o arquivo original

Ler a nota completa+6

O valor probatório depende da possibilidade de posteriormente relacionar:

  • documentação guardada
  • resumo hash informado no registro

Por isso, governança documental é essencial.

A empresa precisa saber:

  • onde está o arquivo
  • qual versão foi utilizada
  • quem controla seu acesso

Essa documentação deve permanecer íntegra.

G2backup

Backup também é importante

Se a única cópia da documentação utilizada no registro estiver em:

  • computador de desenvolvedor
  • HD sem backup

existe risco.

Ler a nota completa+4

O arquivo precisa fazer parte da gestão de ativos digitais.

Pode ser mantido em ambiente controlado.

Com acesso restrito.

Isso se conecta diretamente com política de informação sensível.

F06versõesfolha 06 / 12

Qual versão do software deve ser registrada?

Software evolui continuamente. Isso gera uma pergunta importante: qual versão representa o ativo que a empresa pretende documentar?

Toque nas versões que você registraria

V1escolha

Pode ser:

  • primeira versão comercial
  • versão relevante
  • nova versão substancial

A decisão precisa considerar:

Ler a nota completa+4
  • estágio do produto
  • mudanças realizadas
  • relevância econômica

Não necessariamente cada pequeno ajuste precisa gerar novo registro.

Mas alterações importantes podem justificar nova análise.

O próprio INPI indica que tanto programa desenvolvido quanto nova versão podem ser objeto de pedido.

V2versionamento

Versionamento precisa ser organizado

Uma empresa pode manter:

  • versão 1.0
  • 2.0
  • 3.0
Ler a nota completa+4

Mas internamente precisa conseguir relacionar:

  • código
  • documentação
  • registro correspondente

Caso contrário, anos depois pode não saber exatamente qual versão foi registrada.

Isso reduz utilidade documental.

V3commits

Histórico de commits pode ajudar

Especialmente em repositórios como:

  • GitHub
  • GitLab
Ler a nota completa+5

Ele pode demonstrar a evolução técnica.

Mas histórico de commits não substitui registro.

Da mesma forma, registro não substitui governança do repositório.

Cada instrumento possui finalidade.

A empresa precisa ter cadeia documental coerente.

V4repositório

Repositório em conta pessoal é um risco

Esse é um problema recorrente.

O software pertence ao negócio.

Ler a nota completa+7

Mas o repositório está apenas na conta pessoal do programador.

Isso pode dificultar:

  • continuidade
  • acesso
  • Due Diligence

Por isso, registro deveria ser acompanhado de revisão da governança do código.

A empresa precisa controlar:

  • organização
  • permissões
  • backups

Registro não substitui controle operacional.

V5evolução

O software pode evoluir depois do registro

Naturalmente.

A empresa pode:

Ler a nota completa+10
  • corrigir bugs
  • adicionar funcionalidades

Isso não torna automaticamente inútil o registro anterior.

Ele continua documentando aquela versão.

Mas grandes mudanças podem justificar novo registro.

A estratégia pode trabalhar com marcos relevantes.

Por exemplo:

  • versão inicial
  • grande nova arquitetura

Não necessariamente cada commit.

Isso reduz burocracia.

E preserva rastreabilidade.

V6proporcionalidade

Não existe sentido em registrar milhares de pequenas atualizações

A estratégia precisa ser proporcional ao valor do ativo e à relevância da mudança.

Gestão de versões ajuda nessa decisão.

F07prazo e certificadofolha 07 / 12

Quanto tempo leva e o que dá para prometer ao cliente

prazo informado hoje pelo INPIaté 10dias corridos da data do depósito

Hoje, a página de perguntas frequentes do INPI informa expedição do certificado em até 10 dias corridos da data do depósito.

O INPI atualmente informa fluxo relativamente rápido para esse registro

O Guia Básico informa publicação em até 10 dias após a confirmação do pagamento, enquanto a página de perguntas frequentes menciona prazo médio inferior a sete dias para expedição do certificado.

Esses números devem ser entendidos como referências operacionais divulgadas pelo próprio Instituto, e não como garantia contratual de conclusão em prazo fixo.

P1comunicação

Isso é importante para a comunicação com o cliente

Não se deve prometer:

“seu certificado sairá em sete dias”.

O correto é explicar o fluxo atual informado pelo INPI.

Ler a nota completa+3

Procedimentos podem sofrer:

  • instabilidade
  • exigências
  • mudanças administrativas

Por isso, prazo oficial deve ser tratado como estimativa.

P2arquivo

O certificado precisa ser arquivado adequadamente

Depois da concessão, a empresa deve guardar:

  • certificado
  • documentação técnica correspondente ao hash
  • contratos de titularidade
  • informações do pedido

Esses elementos juntos formam uma base documental mais consistente.

Ler a nota completa+7

Especialmente para:

  • licenciamento
  • investimento
  • M&A

Certificado sozinho não conta toda a história

Contratos explicam titularidade.

Documentação técnica relaciona a versão.

Repositório demonstra evolução.

O conjunto é mais importante.

F08o registro nos negóciosfolha 08 / 12

Uma evidência dentro de um conjunto maior

Escolha a situação do seu negócio.

Registro pode ser relevante em uma Due Diligence

Investidor ou comprador pode perguntar:

  • a empresa possui software próprio?
  • quem desenvolveu?

Também:

  • existe registro?
  • qual versão?
  • quem é titular?

O registro pode facilitar a organização da resposta.

Mas não substitui investigação da cadeia de direitos.

O investidor ainda pode querer revisar:

  • contratos com desenvolvedores
  • Open Source
  • componentes de terceiros

Por isso, registro é uma evidência dentro de um conjunto maior.

F09vista explodidafolha 09 / 12

Um único produto pode ter várias camadas

Registro, segredo, NDA, marca e patente protegem dimensões diferentes. Escolha uma camada.

Segredo empresarial
NDA
Software embarcado
Patente
Registro do programa

Código-fonte e segredo empresarial podem coexistir com o registro

A empresa pode formalizar o software.

E continuar tratando:

  • documentação
  • arquitetura
  • processos internos

como informações confidenciais.

O uso do hash ajuda justamente a evitar a necessidade de disponibilizar publicamente o conteúdo técnico integral no processo.

Mas a empresa precisa continuar controlando internamente o arquivo.

F10histórico do códigofolha 10 / 12

A história do código precisa fechar com o registro

Fundadores de startup analisando o software, titularidade e cadeia de direitos
Projeto pessoal, sócios que programaram juntos e freelancers antigos: os três pontos mais comuns.
  1. 01
    autoriaDocumentação de autoria precisa ser coerente

    Quem criou o software?

    Pode existir:

    • um desenvolvedor
    • equipe

    O registro não deveria conter informações incompatíveis com:

    • contratos
    • histórico do projeto

    Isso é especialmente importante se futuramente houver disputa.

    Inconsistência documental reduz força da organização.

    Por isso, antes do pedido pode ser necessário revisar:

    • contratos
    • notas fiscais
    • instrumentos societários
  2. 02
    projeto pessoalEmpresas fundadas a partir de projeto pessoal merecem atenção

    Um fundador desenvolve software antes de abrir o CNPJ.

    Depois cria empresa.

    O código passa a ser utilizado pelo negócio.

    Mas nunca houve formalização de transferência.

    Nesse caso, antes de registrar em nome da empresa pode ser necessário organizar essa cadeia.

    Isso é muito comum em startups.

  3. 03
    dois fundadoresO mesmo acontece quando dois fundadores programam juntos

    Quem será titular?

    A empresa?

    Os fundadores?

    Isso precisa ser resolvido.

    Acordo societário também pode participar dessa estrutura.

    Não deixe para descobrir em conflito de saída de sócio.

  4. 04
    prestadores antigosPrestadores antigos também podem gerar lacunas

    A empresa contratou freelancer três anos atrás.

    Ele desenvolveu módulo central.

    O contrato era apenas uma proposta comercial.

    Antes de Due Diligence, pode ser necessário regularizar.

    Registro não deve esconder esse problema.

    Deve ser realizado sobre base jurídica coerente.

  5. 05
    regularizaçãoRegularização pode envolver instrumento específico

    Dependendo do histórico.

    Isso precisa ser analisado caso a caso.

F11terceiros e IAfolha 11 / 12

Código proprietário precisa ser separado de conteúdo de terceiros

Registro não converte material de terceiro em propriedade do titular.

T1terceiros

Código proprietário precisa ser separado de conteúdo de terceiros

Se existem:

  • bibliotecas Open Source
  • trechos licenciados
Ler a nota completa+4

a empresa precisa saber.

Isso é importante tanto juridicamente quanto para Due Diligence.

Registro não converte material de terceiro em propriedade do titular.

Essa fronteira precisa ser respeitada.

T2contratos

Termos de desenvolvimento precisam evitar essa confusão

Fornecedor pode entregar software que incorpora:

  • componentes próprios
  • terceiros
Ler a nota completa+3

O cliente precisa entender o que efetivamente recebe.

Isso começa no contrato.

Não no certificado.

T3inteligência artificial

Inteligência Artificial também pode participar do desenvolvimento

Ferramentas de IA podem ajudar a gerar código.

Isso não elimina a necessidade de:

Ler a nota completa+6
  • revisão
  • governança

A empresa precisa saber quais ferramentas foram utilizadas quando isso for material.

Especialmente se houver questões relacionadas a:

  • licenciamento
  • origem de componentes

Não se deve presumir que qualquer código sugerido por ferramenta de IA está automaticamente livre de riscos.

Revisão técnica e jurídica pode ser necessária conforme o projeto.

T4políticas

Políticas internas ajudam

A empresa pode definir regras sobre:

  • uso de IA no desenvolvimento
  • componentes externos
Ler a nota completa+2

Isso melhora rastreabilidade.

Também facilita Due Diligence futura.

F12inventário de PIfolha 12 / 12

Registro pode ser parte de um inventário de Propriedade Intelectual

A empresa pode manter lista contendo:

inventario_pi.xlsxdefina a prioridade
01Plataforma principal do produto

02Aplicativo usado pelos clientes

03Script interno de relatório

04Ferramenta interna secundária de RH

  • software
  • versão
  • registro
  • titular

Também:

  • repositório
  • contratos relacionados

Isso facilita gestão.

Especialmente em grupos com vários sistemas.

Cada programa pode ter:

  • importância diferente
  • estratégia diferente

Nem todo script interno precisa necessariamente de registro.

Prioridade deve acompanhar materialidade.

Software central ao produto pode justificar mais atenção

Ferramenta interna secundária pode justificar estratégia diferente.

A empresa precisa decidir.

Não registrar indiscriminadamente tudo.

O objetivo é organização.

Não quantidade de certificados.

FIXmétodo em 10 etapassequência

Como funciona o Registro de Programa de Computador junto ao INPI?

O trabalho pode envolver:

  1. 1. Identificação do Software

    Definição de:

    • Programa
    • Versão
    • Finalidade
  2. 2. Análise de Titularidade

    Verificação de:

    • Desenvolvedores
    • Contratos
    • Empresa titular
  3. 3. Revisão da Cadeia de Direitos

    Análise de:

    • Empregados
    • Freelancers
    • Software houses
    • Parceiros
  4. 4. Identificação de Componentes de Terceiros

    Mapeamento de:

    • Open Source
    • Bibliotecas
    • Componentes licenciados
  5. 5. Definição da Versão a Registrar

    Escolha do marco tecnológico relevante para o pedido.

  6. 6. Preparação da Documentação Técnica

    Organização do conteúdo necessário para geração do resumo digital correspondente.

  7. 7. Geração e Conferência do Hash

    Relacionamento da documentação preservada com o resumo utilizado no pedido.

  8. 8. Preparação do Pedido

    Organização de:

    • Dados
    • Documentos
    • Assinatura digital
    • Requisitos administrativos
  9. 9. Protocolo e Acompanhamento

    Apresentação no sistema e-Software e monitoramento do procedimento.

  10. 10. Organização Pós-Registro

    Arquivamento de:

    • Certificado
    • Documentação técnica
    • Contratos
    • Histórico de versões
FIXcomo atuamosescopo

Como a FIX Compliance atua

A FIX Compliance pode auxiliar startups, software houses, empresas SaaS e outros negócios tecnológicos na organização e formalização do Registro de Programa de Computador perante o INPI.

O trabalho pode envolver, conforme a necessidade:

marque o que você precisa

O escopo depende da forma como o software foi desenvolvido, da documentação existente, da quantidade de pessoas ou fornecedores envolvidos e da complexidade da cadeia de titularidade.

Para quem esse serviço é indicado?

O Registro de Programas de Computador junto ao INPI pode ser especialmente relevante para:

qual é o seu perfil?

14antes de protocolarchecklist

Sua empresa considera o software um ativo próprio. Mas consegue demonstrar qual versão está sendo protegida, quem participou do desenvolvimento e como os direitos chegaram juridicamente até o atual titular?

Essa é a pergunta central. Uma estratégia de registro bem estruturada precisa ajudar a empresa a responder: Marque o que a sua empresa já sabe responder.

e

impressão digital do seu checklist0/140000000000000000

Enviar checklist

Registrar um programa de computador não significa criar o Direito Autoral sobre o software.

Significa organizar uma evidência formal relacionada ao programa, à sua titularidade e a determinada versão, dentro de uma estratégia mais ampla que também precisa considerar contratos, documentação técnica, segredo empresarial e componentes de terceiros.

O certificado é o último elo. A FIX cuida da cadeia inteira.Titularidade, versão, hash, assinatura, GRU, protocolo e arquivo, sem promessa de prazo que não depende de nós.
?perguntas frequentesFAQ

Dúvidas sobre registro de software no INPI

Respostas com base na Lei 9.609/1998 e nas orientações oficiais do INPI.

01Preciso registrar o software no INPI para ter proteção?
Não. A proteção do programa de computador independe de registro (Lei 9.609/1998, art. 2º, § 3º). O registro é facultativo e tem função principalmente documental: ajuda a comprovar existência, autoria, titularidade e determinada versão do programa.
02O registro no INPI expõe o meu código-fonte?
Não publicamente. O pedido usa o resumo digital hash da documentação técnica, e a documentação permanece sob guarda do titular. Segundo o INPI, a responsabilidade pela guarda e integridade dessa documentação é do próprio titular.
03O que é o hash do registro de software?
É um resumo criptográfico calculado a partir da documentação técnica do programa. Qualquer alteração no conteúdo original gera um hash diferente, o que permite verificar se o arquivo guardado é o mesmo que originou o registro.
04Posso registrar apenas a ideia de um aplicativo?
Não. O INPI esclarece que softwares apenas conceituais, ainda no campo da ideia, não são passíveis de proteção. O registro está ligado ao programa concretamente desenvolvido, e não ao conceito do negócio.
05Posso assinar o pedido com a conta Gov.br?
Não. O INPI exige certificado digital qualificado emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil e informa que assinaturas avançadas, incluindo Gov.br, não são aceitas pelo sistema.
06Posso pagar a GRU depois de protocolar o pedido?
Não. A GRU deve ser emitida e paga antes do pedido no e-Software. Segundo o INPI, o não pagamento ou o agendamento para data posterior implica petição não conhecida.
07Quanto tempo leva o registro de software?
O INPI informa que, protocolado o pedido e consolidado o pagamento da GRU, o certificado é expedido e disponibilizado em até 10 dias corridos da data do depósito. Esse prazo é uma referência operacional, não uma garantia.
08Por quanto tempo vale o registro?
A proteção do programa vale por 50 anos, contados de 1º de janeiro do ano seguinte ao da publicação ou, na falta desta, da criação (Lei 9.609/1998, art. 2º, § 2º). O INPI informa que não há pagamento de decênio para manter o registro.
09Registrar em nome da empresa resolve a titularidade do código feito por freelancer?
Não automaticamente. O certificado não corrige um contrato inadequado com o desenvolvedor. Antes do registro, é preciso entender quais direitos a empresa efetivamente recebeu e, se necessário, regularizar a cadeia com instrumento próprio.
10O registro de software substitui patente, marca ou NDA?
Não. O registro documenta o programa. O nome do produto pode ser marca, uma solução técnica pode exigir análise patentária e o know-how pode permanecer sob segredo, protegido também por NDA. Um mesmo produto pode ter várias camadas de proteção.
✉contatocanal reservado

Fale com a FIX Compliance

Se sua empresa desenvolveu software, aplicativo, plataforma ou outro programa de computador e precisa organizar a titularidade e estruturar o pedido de registro perante o INPI, fale com a FIX Compliance.

Nossa equipe pode revisar a cadeia contratual, auxiliar na organização da documentação técnica e administrativa, estruturar o pedido e integrar o registro do software à proteção contratual, à confidencialidade e à gestão dos demais ativos de Propriedade Intelectual do negócio.

WhatsApp e telefone: (11) 95276-4331
E-mail: contato@fixcompliance.com.br
Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.

canal reservado · não envie código-fonte

Conte sobre o software

O que o programa faz, quem desenvolveu, se há freelancers, software house ou Open Source, e qual versão você quer registrar.

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