Cada folha configurada preenche uma cláusula. Envie o rascunho para a FIX revisar.
Compartilhar tecnologia sem perder o controle sobre ela.
Sua empresa vai compartilhar tecnologia, know-how, processos ou direitos de propriedade industrial? O contrato deixa claro exatamente o que está sendo transferido, quem poderá utilizar e em quais condições?

Tecnologia pode ser um dos ativos mais valiosos de uma empresa.
Ela pode estar concentrada em:

Quando esse conhecimento ou direito é disponibilizado a outra empresa, não basta combinar um preço.
É necessário definir:
Cada item abre a folha correspondente. As respostas preenchem o term sheet, que fica disponível na aba lateral.
Cessão, licença ou fornecimento de conhecimento?
O que são Contratos de Transferência de Tecnologia?
São instrumentos utilizados para disciplinar a transferência, cessão, licença ou disponibilização de conhecimentos técnicos, ativos de propriedade industrial ou assistência tecnológica entre empresas ou outras partes.
O INPI reconhece, dentro desse universo, contratos relacionados a:
- licenciamento de marcas
- licenciamento de patentes
- desenhos industriais
- topografia de circuitos integrados
- fornecimento de tecnologia
- assistência técnica e científica
- franquia
Transferir tecnologia não significa necessariamente transferir sua propriedade
Essa é uma das primeiras distinções.
Uma empresa pode:
Ceder
Transferindo determinado direito.
Licenciar
Mantendo a titularidade e permitindo utilização por terceiro.
Fornecer conhecimento técnico
Sem necessariamente transferir um direito de propriedade industrial registrado.
Cada estrutura produz efeitos diferentes
Por isso, o contrato precisa definir o que realmente está acontecendo.
O nome do contrato não é suficiente
Um instrumento intitulado:
“Contrato de Licença de Tecnologia”
pode conter, na prática:
- know-how
- assistência técnica
- uso de patente
- uso de marca
Esses elementos precisam ser identificados separadamente
Especialmente quando possuem:
- remunerações diferentes
- prazos diferentes
- tratamentos regulatórios diferentes
Mapa da tecnologia
O primeiro passo é mapear a tecnologia
É necessário saber o que exatamente será disponibilizado.
Pode envolver:
- procedimento produtivo
- fórmula
- projeto
- desenho
- especificação
- manual
- treinamento
- software
- metodologia
Tecnologia precisa ser identificável
Quanto mais genérica a descrição, maior o risco de conflito.
Anexos técnicos podem ser utilizados
Eles podem descrever:
- documentos
- especificações
- processos
- versões
- entregáveis
Mas informações altamente sensíveis podem exigir tratamento cuidadoso
Nem sempre é recomendável colocar todo o segredo técnico diretamente no corpo principal do contrato.

Know-how, segredo e confidencialidade
Confidencialidade precisa ser integrada à operação
Isso é especialmente importante quando a tecnologia envolve:
- segredo empresarial
- know-how não patenteado
- fórmula
- processo interno
Know-how precisa ser protegido de maneira diferente de um direito registrado
Uma patente possui proteção jurídica própria.
Um conhecimento técnico confidencial depende também de medidas efetivas de preservação do segredo.
Por isso, NDA é parte importante da estrutura
Não basta proibir divulgação
Também pode ser necessário proibir:
- reprodução
- engenharia reversa
- utilização fora da finalidade
Finalidade, território e exclusividade
A finalidade de uso precisa estar clara
A tecnologia será utilizada para:
- fabricação
- prestação de serviço
- pesquisa
- comercialização?
Uso além da finalidade pode ser proibido
Território também pode ser delimitado
A licença pode valer apenas:
- no Brasil
- em determinados países
- em região específica
Isso é especialmente relevante em operações internacionais
Exclusividade precisa ser negociada
A tecnologia poderá ser licenciada a outros?
Pode existir:
- licença exclusiva
- licença não exclusiva
Exclusividade não deveria ser presumida
O contrato precisa dizer exatamente o que ela abrange
Pode envolver:
- território
- setor
- aplicação específica
Exclusividade excessivamente ampla pode limitar o titular
Por isso, contrapartida econômica precisa ser analisada
Prazo, renovação e aditivos
Prazo também é fundamental
A licença pode durar:
- determinado número de anos
- enquanto determinado direito estiver vigente
- enquanto persistir determinada relação comercial
Prazos relacionados a direitos registrados precisam ser compatíveis com a vigência desses direitos quando aplicável
O próprio INPI considera a vigência do direito envolvido em determinadas modalidades de licenciamento.
Renovação precisa ser prevista
Renovação automática pode exigir cuidados adicionais
Especialmente quando a operação depende de averbação ou registro.
Aditivos precisam ser formalizados
Mudanças em:
- prazo
- remuneração
- objeto
- território
podem exigir atualização do instrumento e, conforme o caso, do registro correspondente.
Remuneração e base de cálculo
Remuneração pode assumir diferentes formas
Por exemplo:
- valor fixo
- royalty
- pagamento por unidade
- taxa periódica
- combinação
Royalty precisa ter base de cálculo clara
Pode ser:
- faturamento
- receita líquida
- unidades vendidas
“Receita líquida” precisa ser definida
Quais descontos entram?
Quais impostos são excluídos?
Devoluções reduzem a base?
Tudo isso precisa ser escrito
Prestação de contas pode ser necessária
Se a remuneração depende das vendas da licenciada, o titular precisa conseguir verificar os números.
O contrato pode exigir relatórios periódicos
Direito de auditoria também pode ser previsto
Mas precisa ser proporcional.
Auditoria não deve dar acesso irrestrito a toda a empresa
O objetivo deve ser verificar a base de cálculo relevante
Moeda também precisa ser definida em contratos internacionais
Variação cambial pode impactar a operação
Retenções tributárias também podem existir
Por isso, jurídico e tributário precisam estar integrados
Contratos internacionais de tecnologia podem exigir análise fiscal específica
Pagamentos ao exterior podem envolver obrigações próprias
A estrutura da remuneração precisa ser avaliada antes da assinatura
O contrato não deve utilizar “royalty” apenas como rótulo
A natureza do pagamento precisa corresponder à operação real.

Averbação ou registro no INPI
Transferência de tecnologia pode exigir averbação ou registro perante o INPI
Esse é um ponto técnico importante.
O INPI disponibiliza procedimento específico para averbação e/ou registro de contratos de tecnologia, realizado eletronicamente pelo sistema e-Contratos.
Mas nem todo contrato técnico é necessariamente registrado da mesma maneira
O enquadramento depende da modalidade.
Por exemplo
Existem serviços técnicos que não caracterizam transferência de tecnologia para fins do procedimento do INPI.
Por isso, primeiro é necessário enquadrar corretamente o contrato
Depois verificar a providência registral adequada
O INPI diferencia averbação e registro conforme o objeto
Licenças de direitos de propriedade industrial podem seguir tratamento diferente de contratos de fornecimento de tecnologia ou assistência técnica
Essa classificação precisa ser feita corretamente
O procedimento perante o INPI possui regras próprias
Atualmente, os pedidos são apresentados eletronicamente e dependem da documentação exigida e do recolhimento da respectiva retribuição.
O contrato precisa estar adequado antes do protocolo
Corrigir problemas apenas depois pode gerar atraso
Por isso, a redação deve considerar desde o início a eventual necessidade de registro ou averbação
As regras do INPI também mudam
Por isso, a conferência precisa ser feita com base nos normativos vigentes na data do protocolo.
Desde dezembro de 2025, novas regras administrativas passaram a disciplinar o tema
As Portarias INPI nº 34/2025 e nº 35/2025 passaram a tratar do procedimento e das diretrizes de exame aplicáveis aos contratos de tecnologia e franquia.
Direitos de propriedade industrial precisam ser identificados corretamente
Por exemplo:
- número de pedido
- número de registro
Isso é especialmente relevante para
- patentes
- marcas
- desenhos industriais
Licença de patente precisa indicar qual patente está sendo licenciada
Licença de marca também precisa identificar o ativo
A abrangência deve ser clara
Campo de uso, sublicença e mudança de controle
A licença pode envolver apenas parte dos direitos?
Depende da operação.
Campo de uso pode ser limitado
Por exemplo:
uma tecnologia pode ser licenciada apenas para:
- setor médico
- setor industrial
Isso permite que o titular mantenha outros mercados
Campo de aplicação também pode ser delimitado
Essa é uma ferramenta importante em licenciamento tecnológico
Sublicenciamento precisa ser tratado
A licenciada poderá sublicenciar para terceiros?
Isso não deve ser presumido
Pode exigir autorização
O titular precisa saber quem terá acesso à tecnologia
Isso é especialmente importante com know-how confidencial
Empresas do mesmo grupo podem precisar ser incluídas
Afiliadas não deveriam receber automaticamente direitos sem previsão contratual
Controle societário também pode ser relevante
Mudança de controle pode alterar o risco da licença
Imagine que a licenciada seja adquirida por concorrente direto do titular.
O contrato precisa considerar essa possibilidade
Change of Control pode gerar:
- comunicação
- consentimento
- rescisão
A solução depende do nível de sensibilidade tecnológica
Assistência técnica, entregas e aceite
Assistência técnica também pode integrar a transferência
Em algumas operações, entregar documentos não é suficiente.
Pode ser necessário:
- treinamento
- instalação
- acompanhamento
- suporte técnico
O INPI possui modalidade específica para serviços de assistência técnica e científica ligados à transmissão de conhecimentos técnicos, observados os critérios administrativos aplicáveis.
O escopo desses serviços precisa ser detalhado
Quem prestará o treinamento?
Quantas horas?
Em qual local?
Qual documentação será produzida?
Tudo isso pode ser relevante
Custos de viagem precisam ser definidos
Hospedagem também
Tradução pode ser necessária
Assistência técnica pode ter remuneração separada
Isso pode facilitar a organização contratual
Fornecimento de tecnologia também precisa definir o momento da entrega
Pode ocorrer em etapas
Por exemplo:
- documentação inicial
- treinamento
- implementação
- validação
Milestones podem ser utilizados
O pagamento pode acompanhar essas etapas
Critérios de aceite podem ser definidos
A licenciada precisa saber quando a entrega será considerada concluída
O titular também precisa evitar aceite indefinido
Prazo para manifestação pode ser previsto
Correção de inconsistências também

Garantias, defesa e cadeia de titularidade
Transferência de tecnologia não significa garantia de resultado econômico
Esse ponto precisa estar claro.
O titular pode transferir conhecimento corretamente e ainda assim a licenciada não alcançar:
- produtividade
- vendas
- rentabilidade
O contrato precisa distinguir
- entrega da tecnologia
- desempenho empresarial
Garantias técnicas podem existir
Por exemplo:
- documentação completa
- funcionalidade conforme especificação
Mas não se deve prometer sucesso comercial automaticamente
Patentes também podem ser questionadas ou perder vigência
O contrato pode tratar do que acontece nesse cenário
Manutenção dos direitos registrados precisa ter responsável
Quem pagará:
- anuidades
- taxas
- renovações?
Normalmente isso permanece com o titular
Mas a estrutura precisa estar clara.
Falta de manutenção pode destruir parte do objeto licenciado
Isso pode gerar consequência contratual
Defesa da propriedade intelectual também precisa ser considerada
Se terceiro infringir:
- patente
- marca
quem poderá agir?
O titular pode ter obrigação de conduzir a defesa
A licenciada pode precisar comunicar violações
Custos precisam ser definidos
Em licenças exclusivas, esse ponto pode ser ainda mais importante
Também pode existir alegação de que a tecnologia viola direito de terceiro
O contrato precisa tratar desse risco
Declarações e garantias podem ser utilizadas
Por exemplo:
- titularidade
- poder de licenciar
Mas garantias absolutas sobre inexistência de qualquer direito de terceiro precisam ser analisadas com cuidado
Due Diligence de propriedade intelectual pode ser necessária
Especialmente em operações relevantes.
Pode envolver análise de:
- titularidade
- registros
- contratos anteriores
Cadeia de titularidade precisa estar organizada
Uma tecnologia desenvolvida por terceiros pode não pertencer integralmente à empresa
Desenvolvedores, pesquisadores ou fornecedores podem ter direitos
Isso precisa ser verificado antes do licenciamento
Melhorias e inovação conjunta
Invenções desenvolvidas conjuntamente precisam de regra
Durante a execução do contrato, podem surgir:
- melhorias
- novas versões
- adaptações
Quem será titular dessas melhorias?
Essa é uma das cláusulas mais importantes.
Improvement Clauses precisam ser analisadas
Pode haver:
- titularidade do desenvolvedor
- copropriedade
- licença cruzada
Não existe solução única
O modelo precisa acompanhar a contribuição de cada parte
Melhorias independentes também precisam ser diferenciadas
A licenciada pode desenvolver aperfeiçoamento sem participação do titular
O contrato precisa dizer como isso será tratado
Feedback também pode gerar inovação
A simples sugestão não deveria criar automaticamente copropriedade se isso não foi pactuado
Software, dados e segurança da informação
Software pode estar inserido em operações de tecnologia
Mas a natureza jurídica precisa ser analisada especificamente.
Licença de software não deve ser tratada automaticamente como transferência de tecnologia
Pode haver:
- licença de uso
- desenvolvimento
- implantação
- know-how
Esses elementos podem coexistir
Por isso, uma única remuneração genérica pode dificultar a compreensão da operação
Documentação técnica também precisa ser definida
Pode incluir:
- manuais
- diagramas
- especificações
- código
A entrega de código-fonte não deve ser presumida
Pode existir apenas licença sobre executável
Ou acesso por SaaS
Cada modelo é diferente
Engenharia reversa pode ser proibida quando juridicamente cabível
Integrações também podem exigir acesso técnico
APIs podem ser disponibilizadas
Direitos de uso precisam acompanhar a realidade tecnológica
Dados também podem ter valor tecnológico
Se o projeto envolve:
- banco de dados
- dataset
- treinamento de modelos
a titularidade e a licença de uso precisam ser tratadas.
Proteção de dados pessoais também pode ser relevante
Tecnologia e dados não são a mesma coisa
O contrato precisa separar esses ativos
Segurança da informação também é central
Quem recebe tecnologia confidencial precisa adotar medidas adequadas de proteção.
Pode haver:
- controle de acesso
- criptografia
- restrição de cópia
O nível depende da sensibilidade
Acesso a código-fonte exige proteção maior do que material comercial público
O contrato pode prever auditoria de segurança
Quando proporcional.
Incidentes precisam ser comunicados
Vazamento de tecnologia pode gerar dano difícil de reparar
Medidas urgentes podem ser necessárias
Penalidades também podem ser previstas
Mas precisam ser proporcionais.

Fim do contrato e rescisão
Confidencialidade pode sobreviver ao contrato
Especialmente para know-how que permanece secreto.
Prazo de confidencialidade precisa considerar a natureza da informação
O término da licença não significa que a parte pode divulgar o conhecimento recebido
Devolução ou destruição pode ser necessária
Documentação técnica precisa ter tratamento
Backups também
A licenciada poderá continuar usando versões incorporadas a produtos já vendidos?
Essa questão precisa ser tratada.
Sell-off period pode ser necessário
Especialmente quando existem:
- estoques
- produtos produzidos
O contrato pode permitir período limitado de comercialização
Ou exigir cessação imediata
Depende da operação
Após o término, o uso de marcas também precisa cessar
Materiais promocionais precisam ser retirados
Licenças de software podem precisar ser desativadas
Acessos técnicos também
O encerramento precisa ser planejado desde o início
Rescisão por inadimplemento precisa ser definida
Pode ocorrer por:
- falta de pagamento
- uso indevido
- violação de confidencialidade
Cure Period pode ser utilizado em algumas hipóteses
Violação grave de segredo pode justificar tratamento diferente
Insolvência também pode ser considerada
Mudança regulatória também pode afetar a execução
Força maior pode impactar assistência técnica
O contrato precisa ser proporcional
Não é necessário transformar toda falha em rescisão imediata
Gestão, operações internacionais e disputas
Gestão da relação é importante
Contratos tecnológicos podem durar anos.
É necessário acompanhar:
- royalties
- vigência
- registros
- melhorias
- obrigações
Relatórios podem ser periódicos
Auditoria também
Aditivos podem acompanhar evolução tecnológica
A tecnologia originalmente licenciada pode mudar
Novas versões podem exigir inclusão contratual
Não se deve presumir que toda atualização está automaticamente incluída
Isso precisa ser previsto
Suporte e manutenção também precisam ser diferenciados de atualização
Operações entre empresas do mesmo grupo também exigem formalização
Tecnologia pode circular entre:
- matriz
- subsidiária
- empresas relacionadas
Isso não significa que a documentação possa ser ignorada
Especialmente em operações internacionais
Preços de transferência podem ser relevantes quando partes relacionadas estão em diferentes jurisdições
O racional econômico precisa ser documentado
A remuneração precisa ser compatível com a estrutura
Contratos internacionais de tecnologia podem exigir integração com
- tributário
- câmbio
- propriedade intelectual
- registro no INPI
Por isso, não devem ser tratados como simples contratos estrangeiros traduzidos
Lei aplicável precisa ser escolhida
Idioma também
A prevalência entre versões pode ser definida
Foro ou arbitragem podem ser utilizados
Operações tecnológicas complexas frequentemente justificam mecanismo especializado de resolução de conflitos
Mas o custo precisa ser proporcional
Arbitragem não deve ser escolhida automaticamente
Especialistas técnicos podem ser necessários
Perícia pode ser relevante em disputa sobre desempenho tecnológico
O contrato também pode prever negociação técnica antes do litígio
Comitê técnico pode ajudar
Especialmente em projetos de implementação
Divergências podem ser escalonadas
Isso preserva a relação

Due Diligence, M&A e valuation
Transferência de tecnologia também aparece em Due Diligence
Investidores podem querer saber:
- quais tecnologias pertencem à empresa
- quais são licenciadas
- quais royalties são pagos
Dependência de tecnologia de terceiro pode afetar valuation
Licença prestes a vencer também
Ausência de titularidade sobre tecnologia central pode representar risco elevado
Por isso, os contratos precisam estar organizados
Um comprador também precisará saber se o contrato pode ser transferido
Change of Control pode limitar aquisição
Consentimento de titular pode ser necessário
Isso pode impactar M&A
Due Diligence tecnológica e contratual precisam conversar
A empresa também deve acompanhar seus ativos intelectuais
Registro da patente ou marca não substitui gestão do contrato
Assim como contrato não substitui manutenção do direito
Propriedade intelectual e contrato precisam funcionar juntos
Como funciona a elaboração ou revisão de um Contrato de Transferência de Tecnologia?
O trabalho pode envolver:
Clique nas etapas ou avance pela linha de montagem.
1. Identificação da Tecnologia
Mapeamento de:
- know-how
- direitos registrados
- documentação técnica
2. Definição da Estrutura
Análise entre:
- cessão
- licença
- fornecimento de tecnologia
- assistência técnica
3. Definição do Escopo
Delimitação de:
- finalidade
- território
- campo de uso
4. Estruturação da Remuneração
Definição de:
- royalties
- valores fixos
- base de cálculo
5. Proteção da Tecnologia
Organização de:
- confidencialidade
- não uso
- controle de acesso
6. Propriedade Intelectual
Definição da titularidade dos ativos existentes e das futuras melhorias.
7. Implementação e Assistência Técnica
Organização de:
- treinamento
- entregas
- suporte
8. Análise Regulatória e Registral
Verificação da necessidade de:
- averbação
- registro perante o INPI
- outras providências relacionadas à operação
9. Tributação e Pagamentos
Integração da estrutura contratual com os efeitos fiscais e financeiros.
10. Gestão, Alterações e Encerramento
Organização de:
- relatórios
- auditorias
- aditivos
- término da licença

Como a FIX Compliance atua
A FIX Compliance pode auxiliar empresas na elaboração, revisão, negociação e formalização de Contratos de Transferência de Tecnologia.
O trabalho pode envolver, conforme a necessidade:
O escopo depende da tecnologia envolvida, da titularidade dos ativos, da natureza da transferência, da territorialidade da operação e da existência de pagamentos nacionais ou internacionais.
Para quem esse serviço é indicado?
Os Contratos de Transferência de Tecnologia podem ser especialmente relevantes para:
A tecnologia será compartilhada. Mas está claro exatamente o que a outra parte poderá fazer com ela — e o que continuará pertencendo exclusivamente ao titular?
Essa é a pergunta central.
Um Contrato de Transferência de Tecnologia bem estruturado precisa ajudar as partes a responder:
Transferência de tecnologia não é apenas compartilhar conhecimento. É definir juridicamente como um ativo estratégico poderá ser utilizado, remunerado, protegido e eventualmente devolvido ou descontinuado ao longo da relação.
Perguntas sobre transferência de tecnologia
O que titulares, licenciadas e investidores perguntam antes de assinar, averbar ou renegociar.

O que é um contrato de transferência de tecnologia?
Qual a diferença entre cessão e licença de tecnologia?
O contrato de transferência de tecnologia precisa ir ao INPI?
Know-how sem patente pode ser protegido?
Como definir a base de cálculo dos royalties?
Uma licença pode ser exclusiva?
Quem fica com as melhorias desenvolvidas durante o contrato?
Licença de software é transferência de tecnologia?
Pagar royalties ao exterior exige cuidados fiscais?
O que acontece com a tecnologia quando o contrato termina?
Referências oficiais
Conteúdo informativo. Simulações e valores são ilustrativos e não substituem a análise jurídica, tributária e regulatória do caso concreto. Normas do INPI devem ser conferidas na versão vigente na data do protocolo.
Contratos relacionados
Fale com a FIX Compliance
Se sua empresa pretende licenciar, adquirir, ceder ou compartilhar tecnologia, know-how ou direitos de propriedade industrial, fale com a FIX Compliance.
Nossa equipe pode analisar a estrutura da operação, elaborar ou revisar o contrato, identificar os procedimentos aplicáveis perante o INPI e integrar os aspectos jurídicos, tributários e empresariais necessários à formalização da transferência.
WhatsApp e telefone: (11) 95276-4331
E-mail: contato@fixcompliance.com.br
Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.
Conte sobre a operação
Qual tecnologia, se é cessão, licença ou know-how, se há parte no exterior e se o contrato precisa ir ao INPI. Se já houver minuta, mencione. Sigilo garantido.
Contabilidade e assessoria empresarial