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Fix Compliance Contabilidade e assessoria empresarial
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L · C · OTrês estruturas, três efeitos

Contratos de Licença, Cessão e Cooperação Tecnológica

Sua empresa vai permitir o uso de uma tecnologia, transferir definitivamente um direito ou desenvolver uma solução em conjunto com outra empresa?

Simulador de relaçãoMova o seletor e veja o que acontece com a tecnologia.

Essas operações parecem próximas.Mas produzem efeitos jurídicos diferentes.

Uma empresa pode:

Clique na relação que descreve sua operação.

Por isso, o primeiro passo não é escolher uma minuta.

É definir exatamente qual relação tecnológica as partes pretendem construir.

LinhaLicença
Estação 01 · Licença

Licença, cessão ou cooperação?

Qual é a diferença entre Licença, Cessão e Cooperação Tecnológica?

Essa distinção é fundamental.

Licença

O titular continua sendo proprietário do direito ou da tecnologia e concede a outra parte autorização de uso dentro de determinadas condições.

Cessão

Existe transferência da titularidade do direito objeto da operação, conforme a estrutura aplicável.

Cooperação Tecnológica

As partes permanecem juridicamente independentes, mas trabalham conjuntamente em:

  • pesquisa;
  • desenvolvimento;
  • adaptação;
  • aprimoramento;
  • exploração tecnológica.

Escolher o instrumento errado pode alterar completamente o resultado da operação

Imagine uma empresa que deseja apenas permitir o uso temporário de determinada tecnologia.

Se o contrato for estruturado como cessão, ela pode acabar transferindo direitos que pretendia conservar.

O contrário também pode acontecer

Uma empresa pode acreditar que “comprou” determinada tecnologia quando, juridicamente, recebeu apenas uma licença limitada.

Por isso, titularidade e direito de uso precisam estar claramente separados

Estação 02 · Licença

Licenciar não é vender: o alcance

Assinatura de contrato de licença
Campo de uso: quanto mais preciso, menor o risco de conflito.

Licenciar não significa vender

Essa é uma das premissas mais importantes.

O licenciante pode continuar sendo titular do ativo.

O licenciado recebe apenas os direitos previstos no contrato.

A licença pode ser ampla ou restrita

Pode variar conforme:

  • território;
  • prazo;
  • finalidade;
  • mercado;
  • produto.

O contrato precisa definir o alcance

Por exemplo:

a tecnologia poderá ser usada:

  • apenas no Brasil;
  • somente em determinado produto;
  • apenas para atividade industrial;
  • somente durante cinco anos.

Quanto mais preciso o campo de uso, menor o risco de conflito

Estação 03 · Licença

Exclusividade e sublicenciamento

Licença exclusiva e não exclusiva também precisam ser diferenciadas

Licença Exclusiva

Pode reservar determinado direito de exploração ao licenciado dentro dos limites contratados.

Licença Não Exclusiva

Permite que o titular conceda direitos semelhantes a outros.

Exclusividade precisa ser definida com precisão

Ela pode valer apenas para:

  • determinado território;
  • determinado segmento;
  • determinada aplicação.

Exclusividade global não deve ser presumida

O próprio titular poderá continuar explorando a tecnologia?

Essa pergunta precisa ser respondida.

Uma licença exclusiva pode ter diferentes graus de restrição

Por isso, simplesmente escrever “licença exclusiva” pode não ser suficiente

Sublicenciamento também precisa ser tratado

O licenciado poderá conceder direitos a terceiros?

Essa possibilidade pode aumentar significativamente o alcance da operação

O titular pode exigir autorização prévia

Ou limitar sublicenciamento a empresas do mesmo grupo

O contrato precisa definir

  • quem pode sublicenciar;
  • para quem;
  • em quais condições.

O sublicenciado também precisa respeitar os limites do contrato principal

Estação 04 · Licença

Prazo, renovação e royalties

Prazo da licença também é essencial

Pode ser:

  • determinado;
  • renovável;
  • condicionado a determinado direito.

Renovação automática precisa ser analisada

O titular precisa saber por quanto tempo ficará vinculado

O licenciado precisa saber por quanto tempo poderá utilizar a tecnologia

Royalties podem integrar a licença

A remuneração pode ser:

  • fixa;
  • percentual;
  • por unidade;
  • híbrida.

A base de cálculo precisa ser objetiva

A licença pode ser gratuita?

Dependendo da operação, sim.

Mas a ausência de remuneração também precisa ter racional jurídico e econômico.

Operações entre empresas relacionadas merecem atenção adicional

LinhaCessão
Estação 05 · Cessão

Cessão: preço, momento e closing

Chave representando transferência
Na cessão, o foco é a transferência do próprio direito.

Cessão possui lógica diferente

Na cessão, o foco está na transferência do próprio direito.

Isso pode envolver

  • patente;
  • marca;
  • desenho industrial;
  • outros direitos passíveis de cessão.

A empresa precisa saber se a transferência será total ou limitada ao que juridicamente for possível

Preço da cessão precisa ser definido

Pode existir pagamento:

  • à vista;
  • parcelado;
  • variável.

Earn-out também pode aparecer em algumas operações

A titularidade transferida precisa ser formalizada adequadamente

O contrato, sozinho, pode não encerrar todas as providências

Dependendo do direito envolvido, podem existir:

  • registros;
  • averbações;
  • atualizações cadastrais.

Por isso, closing documental é importante

A cessão precisa definir o momento da transferência

Será:

  • na assinatura;
  • no pagamento;
  • após determinada condição?

Esse marco precisa estar claro

Risco e titularidade não deveriam permanecer indefinidos

Estação 06 · Cessão

Garantias, cadeia de titularidade e gravames

Declarações e garantias também são importantes

O cedente pode declarar, por exemplo:

  • que possui legitimidade;
  • que pode transferir o direito.

Cadeia de titularidade precisa ser verificada

Uma empresa não pode transferir validamente aquilo que não possui

Due Diligence de propriedade intelectual pode ser necessária

Especialmente em cessões relevantes.

Pode ser importante analisar

  • registros;
  • contratos anteriores;
  • direitos de terceiros.

Gravames também precisam ser verificados

A tecnologia pode já estar licenciada a terceiros

Isso pode reduzir o valor da cessão

Ou limitar a exploração futura pelo adquirente

Contratos anteriores não desaparecem automaticamente com a cessão

Por isso, o comprador precisa conhecer todas as relações existentes

LinhaCooperação
Estação 07 · Cooperação

Background, foreground e melhorias

Pesquisador em laboratório
Background IP não se confunde com o que será criado em conjunto.

Cooperação Tecnológica possui lógica própria

Nesse modelo, as partes não estão apenas transferindo ou licenciando um ativo existente.

Elas podem trabalhar juntas para:

  • desenvolver;
  • adaptar;
  • testar;
  • aprimorar uma tecnologia.

Isso cria novas perguntas

Quem será titular daquilo que for criado?

Esse é um dos pontos mais sensíveis

Background IP precisa ser identificado

É a propriedade intelectual que cada parte já possuía antes da cooperação.

Ela não deveria ser confundida com aquilo que será criado conjuntamente

Foreground IP representa os resultados produzidos durante o projeto

O contrato precisa definir quem será titular

Pode existir:

  • titularidade de uma parte;
  • divisão por campo;
  • copropriedade.

Copropriedade não deve ser escolhida automaticamente

Ela pode parecer equilibrada.

Mas também pode gerar dificuldades de:

  • exploração;
  • licenciamento;
  • registro.

Por isso, governança do ativo precisa ser pensada

Uma parte pode ficar titular e conceder licença à outra

Essa pode ser uma alternativa.

Outra solução pode ser dividir por território ou campo de aplicação

Não existe modelo universal

A estrutura precisa acompanhar a contribuição de cada parte

Melhorias também precisam ser tratadas

A tecnologia original pode evoluir durante o contrato.

Quem será titular das melhorias?

A resposta pode variar conforme:

  • quem desenvolveu;
  • quais ativos foram utilizados;
  • qual foi a contribuição econômica.

Improvement Clauses precisam ser claras

Desenvolvimento independente também precisa ser distinguido

Uma parte pode criar nova tecnologia sem utilizar a contribuição da outra.

Isso não deveria ser automaticamente tratado como resultado conjunto se não houver relação direta.

Estação 08 · Cooperação

Governança, milestones e aceite

Cooperação tecnológica precisa de governança

Pode existir:

  • comitê técnico;
  • responsáveis;
  • cronograma.

O contrato precisa definir quem decide

Algumas decisões podem exigir unanimidade

Outras podem ser delegadas

Deadlock precisa ser considerado

Se as partes discordarem sobre evolução do projeto, como o impasse será resolvido?

Escalonamento pode ser utilizado

Por exemplo:

  • equipe técnica;
  • gestores;
  • administração.

Isso reduz risco de paralisação

Milestones podem ser previstos

O projeto pode ser dividido em etapas.

Cada etapa pode gerar

  • entrega;
  • pagamento;
  • decisão.

Isso melhora controle

Critérios de aceite também são importantes

O que significa concluir uma etapa?

A tecnologia precisa atingir qual resultado?

O contrato precisa separar esforço de resultado

Pesquisa e desenvolvimento possuem incerteza

Nem toda tentativa gera sucesso técnico.

O contrato não deve prometer resultado que ninguém pode garantir

Pode haver obrigação de desenvolver segundo determinados parâmetros

Mas não necessariamente garantia de sucesso comercial

Estação 09 · Cooperação

Custos, escopo e equipe

Equipe colaborando em projeto
Contribuição documentada: dinheiro, equipe e equipamentos.

Custo também precisa ser dividido

Em cooperação, pode existir:

  • investimento financeiro;
  • dedicação de equipe;
  • fornecimento de equipamentos.

A contribuição de cada parte precisa ser documentada

Despesas extraordinárias precisam de aprovação

Orçamento pode ser definido

Mudanças também precisam de processo

Change Request pode ser útil

Especialmente em projetos tecnológicos complexos.

O escopo pode evoluir

Isso não deve acontecer apenas por conversa informal

Recursos humanos também fazem parte

Pode existir equipe de:

  • engenheiros;
  • desenvolvedores;
  • pesquisadores.

O contrato precisa organizar acessos e responsabilidades

Criações realizadas por colaboradores também precisam estar corretamente vinculadas às empresas

Cadeia de titularidade é essencial

Se os direitos não pertencem adequadamente às partes, o resultado final pode ficar juridicamente vulnerável

Prestadores externos também merecem atenção

Consultores ou desenvolvedores podem participar

Seus contratos precisam estar alinhados ao projeto

LinhaConexões
Estação 10 · Conexões

Confidencialidade, dados e software de terceiros

Código-fonte em tela
Open source e licenças de terceiros podem impor restrições.

Confidencialidade é essencial em todas as três estruturas

Licença, cessão e cooperação podem exigir troca de informações sensíveis.

Know-how pode ser o principal ativo

O contrato precisa definir

  • informação protegida;
  • finalidade de uso;
  • pessoas autorizadas.

Confidencialidade pode sobreviver ao contrato

Isso é especialmente relevante para segredo técnico

Não uso também pode ser necessário

Uma parte pode receber determinada tecnologia apenas para avaliar a operação

Não deveria poder explorá-la comercialmente fora da finalidade

Segurança da informação também pode ser relevante

Dados técnicos precisam ter acesso controlado

Código-fonte exige cuidados específicos

Documentação pode precisar de armazenamento seguro

Incidentes precisam ter procedimento

Engenharia reversa pode ser regulada quando pertinente

Propriedade intelectual e confidencialidade precisam conversar

Proteção de dados também pode estar envolvida

Especialmente em tecnologias que tratam:

  • dados pessoais;
  • bases de usuários.

O contrato precisa diferenciar

  • tecnologia;
  • dados;
  • direitos sobre bases.

Titularidade de dados não deve ser presumida

Uso permitido precisa ser definido

Tecnologia pode incorporar software de terceiros

Isso precisa ser analisado

Uma empresa pode não ter liberdade para ceder ou sublicenciar tudo aquilo que utiliza

Licenças de terceiros podem impor restrições

Open source também pode exigir atenção

Algumas licenças podem impor obrigações específicas

Por isso, Due Diligence tecnológica pode ser necessária

Dependências externas precisam ser mapeadas

Estação 11 · Conexões

Marca, royalties separados e INPI

Marca também pode integrar a operação

Por exemplo:

uma tecnologia pode ser explorada sob determinada marca.

Licença de marca é distinta da licença tecnológica

Os direitos precisam ser separados

A cessão de tecnologia não transfere automaticamente marca

Assim como licença de marca não transfere tecnologia

Cada ativo precisa ser identificado

Royalties podem ter bases diferentes

Tecnologia pode gerar um royalty.

Marca pode gerar outro.

Assistência técnica também pode ter remuneração própria.

A separação melhora clareza

Território pode ser diferente para cada ativo

Prazo também

Contratos complexos podem precisar de anexos específicos

Isso melhora governança documental

Formalização perante o INPI pode ser necessária

Dependendo da operação e dos direitos envolvidos.

Por isso, a estrutura contratual precisa considerar desde o início

  • licença;
  • cessão;
  • fornecimento de tecnologia.

Não é recomendável assinar primeiro e apenas depois investigar o enquadramento

Procedimentos registrais podem influenciar redação e documentação

Estação 12 · Conexões

Internacional, tributário e intragrupo

Contratos internacionais aumentam essa complexidade

Pode existir:

  • parte estrangeira;
  • pagamento ao exterior;
  • tecnologia importada ou exportada.

Nesse caso, entram também

  • tributação;
  • câmbio;
  • lei aplicável.

Lei aplicável precisa ser escolhida

Foro ou arbitragem também

A internacionalização não elimina regras brasileiras obrigatórias quando aplicáveis

Por isso, contratos estrangeiros precisam ser adaptados

Tradução literal pode ser insuficiente

Remuneração também precisa ser analisada sob perspectiva tributária

Royalties, cessão e assistência técnica podem ter tratamentos diferentes

O contrato precisa refletir a natureza real do pagamento

Não se deve utilizar uma denominação apenas para buscar determinado resultado tributário

Substância econômica é essencial

Contrato, faturamento e contabilidade precisam contar a mesma história

Operações intragrupo também merecem atenção

Uma empresa pode licenciar tecnologia para outra empresa do mesmo grupo.

Isso não elimina necessidade de documentação

O racional econômico precisa existir

Preço e condições precisam ser justificáveis

Em grupos internacionais, preços de transferência podem ser relevantes

Por isso, jurídico e tributário precisam trabalhar juntos

Estação 13 · Conexões

Universidades, publicação e patentes

Pesquisadoras em laboratório
Publicação e registro precisam ser coordenados.

Cooperação tecnológica também pode envolver universidades ou instituições de pesquisa

Nesse caso, regras específicas podem precisar ser consideradas

Direitos sobre resultados precisam estar claros

Publicação acadêmica também pode conflitar com confidencialidade

O contrato pode prever prazo para revisão antes da publicação

Isso pode proteger pedidos de patente ou segredo técnico

Patenteabilidade precisa ser considerada antes da divulgação

Uma divulgação prematura pode comprometer estratégia de proteção

Por isso, publicação e registro precisam ser coordenados

Quem decidirá se um resultado será patenteado?

Essa pergunta pode ser relevante.

Quem pagará os custos?

Em quais países haverá depósito?

Isso precisa ser definido quando a cooperação gera inovação patenteável

A parte que não deseja investir em determinado país perderá direitos?

Pode existir mecanismo específico

Exploração comercial também precisa ser definida

Quem poderá vender?

Quem negociará com terceiros?

Quem receberá royalties?

Se houver copropriedade, governança comercial é essencial

Licenciamento a terceiros pode exigir consentimento

Exclusividade futura também pode ser limitada

Esses pontos precisam ser tratados antes de a tecnologia adquirir valor

Estação 14 · Conexões

Change of Control, rescisão e conflitos

Change of Control merece atenção

Uma das partes pode ser adquirida por concorrente.

O contrato precisa dizer o que acontece

Licença continuará?

Cooperação será encerrada?

Direitos poderão ser transferidos?

Isso pode ser estratégico

Cessão do próprio contrato também precisa de regra

Uma parte poderá transferir sua posição contratual?

Pode ser necessário consentimento

Rescisão também precisa ser cuidadosamente estruturada

Se uma licença terminar, o uso precisa cessar?

Pode existir período de transição

Se uma cooperação terminar, quem fica com os resultados já produzidos?

O projeto pode continuar separadamente?

Essas perguntas precisam ser respondidas

Cessão, por sua vez, pode produzir efeitos permanentes

O término de obrigações acessórias não necessariamente desfaz a transferência já concluída

Esse ponto precisa estar claro

Confidencialidade pode sobreviver

Indenizações também

Royalties pendentes precisam ser pagos

Relatórios finais podem ser exigidos

Acessos precisam ser encerrados

Documentos confidenciais precisam ser devolvidos ou destruídos

Sublicenças precisam ter destino

Estoque pode exigir sell-off period

Produtos já fabricados precisam de tratamento

O contrato não deve deixar a saída para ser negociada apenas no final

Solução de conflitos também merece atenção

Tecnologia pode gerar controvérsias altamente técnicas.

Pode ser necessário prever

  • negociação;
  • mediação;
  • arbitragem;
  • Poder Judiciário.

Especialistas técnicos podem ser importantes

Mas o mecanismo precisa ser proporcional à operação

Arbitragem pode ser adequada para contratos relevantes

Não para todo contrato tecnológico

Estação 15 · Conexões

Documentação, valuation e due diligence

Engenheiros analisando protótipo
O histórico tecnológico também possui valor.

Gestão documental também é importante

A empresa precisa preservar:

  • contrato;
  • anexos;
  • aditivos;
  • relatórios;
  • registros.

Isso facilita

  • auditoria;
  • Due Diligence;
  • defesa de direitos.

O histórico tecnológico também possui valor

Investidores podem querer saber como a empresa adquiriu seus principais ativos

Uma tecnologia central licenciada de terceiro pode representar dependência

Uma cessão mal formalizada pode gerar dúvida sobre titularidade

Uma cooperação sem regra sobre resultados pode criar disputa futura

Por isso, esses contratos influenciam valuation

Due Diligence tecnológica precisa analisar toda a cadeia

A empresa precisa saber

  • o que é próprio;
  • o que é licenciado;
  • o que foi adquirido;
  • o que foi desenvolvido conjuntamente.

Essa classificação deve estar documentada

método10 etapas

Como funciona a elaboração ou revisão de Contratos de Licença, Cessão e Cooperação Tecnológica?

O trabalho pode envolver:

Clique em cada etapa.

Etapa 1 de 10

1. Identificação dos Ativos

Mapeamento de:

  • tecnologia
  • direitos
  • know-how
  • propriedade intelectual
Etapa 2 de 10

2. Definição da Estrutura

Análise entre:

  • licença
  • cessão
  • cooperação tecnológica
Etapa 3 de 10

3. Definição da Titularidade

Organização dos direitos existentes e dos resultados futuros.

Etapa 4 de 10

4. Estruturação do Uso

Definição de:

  • finalidade
  • território
  • campo de aplicação
  • exclusividade
Etapa 5 de 10

5. Estruturação Econômica

Definição de:

  • preço
  • royalties
  • participação em resultados
Etapa 6 de 10

6. Proteção das Informações

Estruturação de:

  • confidencialidade
  • não uso
  • segurança
Etapa 7 de 10

7. Desenvolvimento e Melhorias

Definição da titularidade sobre:

  • adaptações
  • melhorias
  • novas tecnologias
Etapa 8 de 10

8. Formalização

Análise da necessidade de:

  • registros
  • averbações
  • atos complementares
Etapa 9 de 10

9. Governança e Responsabilidades

Definição de:

  • decisões
  • prestação de contas
  • auditoria
  • responsabilidades das partes
Etapa 10 de 10

10. Encerramento

Organização dos efeitos do término sobre:

  • uso
  • tecnologia
  • informações
  • sublicenças
  • resultados já desenvolvidos
FIXatuação

Como a FIX Compliance atua

A FIX Compliance pode auxiliar empresas na elaboração, revisão e negociação de Contratos de Licença, Cessão e Cooperação Tecnológica.

O trabalho pode envolver, conforme a necessidade:

Análise da titularidade dos ativosContratos de licença tecnológicaCessão de direitosContratos de cooperação tecnológicaDefinição de territórioCampo de usoExclusividadeSublicenciamentoRoyaltiesConfidencialidadeKnow-howPropriedade intelectual preexistenteTitularidade de resultadosMelhoriasDesenvolvimento conjuntoGovernança de projetos tecnológicosAuditoria e prestação de contasAnálise de procedimentos perante o INPIContratos internacionaisIntegração com aspectos tributários e contábeisElaboração de aditivosAnálise de rescisão e transição

O escopo depende da tecnologia envolvida, da titularidade dos direitos, do objetivo econômico das partes e da forma como o ativo será utilizado ou desenvolvido.

Para quem esse serviço é indicado?

Esses contratos podem ser especialmente relevantes para:

?a pergunta central

Sua empresa quer permitir uso, transferir propriedade ou desenvolver tecnologia em conjunto? O contrato deixa claro qual dessas três relações está realmente sendo criada?

Essa é a pergunta central.

Um Contrato de Licença, Cessão ou Cooperação Tecnológica bem estruturado precisa ajudar as partes a responder:

0/14

Enviar minhas respostas à FIX

e

Licenciar, ceder e cooperar são operações juridicamente diferentes. Escolher corretamente a estrutura é o que permite transformar uma negociação tecnológica em direitos de uso, titularidade e exploração econômica compatíveis com aquilo que as partes realmente pretendem construir.

Licença, cessão ou cooperação?Titularidade, uso e resultados precisam estar definidos antes da assinatura.
FAQdúvidas frequentes

Perguntas sobre licença, cessão e cooperação

O que titulares, adquirentes e parceiros de desenvolvimento perguntam antes de assinar.

Engenheiros analisando protótipo
Próprio, licenciado, adquirido ou conjunto: a classificação precisa estar documentada.
Qual é a diferença entre licença, cessão e cooperação tecnológica?
Na licença, o titular continua proprietário e autoriza o uso dentro de limites. Na cessão, há transferência da titularidade do direito. Na cooperação, as partes permanecem independentes, mas pesquisam, desenvolvem, adaptam ou aprimoram tecnologia em conjunto.
Licenciar uma tecnologia é o mesmo que vendê-la?
Não. O licenciante pode continuar titular do ativo e o licenciado recebe apenas os direitos previstos no contrato. Por isso titularidade e direito de uso precisam estar claramente separados.
Escrever “licença exclusiva” no contrato é suficiente?
Normalmente não. É preciso dizer se a exclusividade vale por território, segmento ou aplicação, se o próprio titular continua explorando e se há sublicenciamento. Exclusividade global não deve ser presumida.
O licenciado pode sublicenciar a tecnologia?
Só se o contrato permitir. O titular pode exigir autorização prévia ou limitar a empresas do mesmo grupo, e o contrato deve definir quem pode sublicenciar, para quem e em quais condições.
Quando a cessão de um direito se completa?
O contrato precisa definir o momento: na assinatura, no pagamento ou após determinada condição. Dependendo do direito, também podem ser necessários registros, averbações e atualizações cadastrais (closing documental).
O que verificar antes de adquirir uma tecnologia por cessão?
Cadeia de titularidade, registros, contratos anteriores, direitos de terceiros e gravames. A tecnologia pode já estar licenciada a terceiros, o que reduz o valor ou limita a exploração futura.
O que são background IP e foreground IP?
Background IP é a propriedade intelectual que cada parte já possuía antes da cooperação. Foreground IP são os resultados produzidos durante o projeto. O contrato precisa definir quem será titular de cada um.
Copropriedade é a melhor solução na cooperação?
Não necessariamente. Pode parecer equilibrada, mas gera dificuldades de exploração, licenciamento e registro. Alternativas incluem uma parte titular com licença à outra ou divisão por território ou campo de aplicação.
Cooperação com universidade tem cuidados específicos?
Sim. Regras próprias podem se aplicar, os direitos sobre resultados precisam estar claros e a publicação acadêmica pode conflitar com a confidencialidade. Um prazo de revisão antes da publicação ajuda a proteger pedidos de patente.
O que acontece com os direitos quando o contrato termina?
Depende da estrutura. Na licença, o uso pode precisar cessar, com eventual transição e sell-off. Na cooperação, é preciso definir quem fica com os resultados. Na cessão, o fim das obrigações acessórias não desfaz a transferência já concluída.
contatolicença · cessão · cooperação

Fale com a FIX Compliance

Se sua empresa pretende licenciar, adquirir, transferir ou desenvolver tecnologia em conjunto com outra organização, fale com a FIX Compliance.

Nossa equipe pode analisar a titularidade dos ativos, identificar a estrutura contratual adequada e elaborar ou revisar o instrumento para organizar uso, remuneração, propriedade intelectual, confidencialidade, melhorias e formalização da operação.

WhatsApp e telefone: (11) 95276-4331
E-mail: contato@fixcompliance.com.br
Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Conte sobre a negociação

Qual a tecnologia, quem é o titular, se a ideia é permitir uso, transferir ou desenvolver em conjunto, e se já existe minuta. Sigilo garantido.

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